Personalidad tipo de citas

Entendida como el patrón de comportamiento, pensamiento y modo de percepción de la realidad que utilizamos a través del tiempo y de las circunstancias, la personalidad es uno de los principales elementos que nos hace ser seres con características propias y distintivas, proporcionando una enorme diversidad respecto a cómo pueden ser las personas. La experiencia ha demostrado que las personas que se registran en las páginas de citas de buena reputación en los EE. UU. en busca de pareja se toman muy en serio el empezar una relación seria. Cualquiera que tome 15-20 minutos para completar un test de personalidad, sin duda está motivado para encontrar a alguien con quien sea compatible. -La conocida personalidad psicopática es otro ejemplo de la pérdida permanente de una necesidad de amor.-Abraham H. Maslow, psicólogo fundador de la psicología humanista. -La personalidad de alguien se puede comprender a partir de las personas con las que se mezcla.-Kazi Shams, reconocido pensador musulmán. 65 frases de personalidad, actitud y carácter. Esta recopilación incluye frases sobre la personalidad de diferentes autores, ya sean pensadores, escritores o personalidades célebres. 1. El tipo de libertad más importante es el de ser lo que realmente eres. Disclaimer: All non-English versions of the website contain unofficial translations contributed by our users.They are not binding in any way, are not guaranteed to be accurate, and have no legal effect. The official text is the English version of the website. Please consider reporting inaccuracies to [email protected] or join our translation project! Tu personalidad es lo que te hace ser 'tú mismo' - la combinación de las características que te hacen único. A pesar de compartir algunos genes, tus hermanos pueden tener una personalidad completamente diferente a la tuya: tú podrías ser una persona extrovertida y optimista, tu hermana podría ser tranquila y reservada, mientras que tu hermano podría ser un pesimista perenne. „Toda personalidad es odiosa cuando carece de poder.“ — Mircea Eliade Pensador rumano 1907 - 1986 Mircea Eliade, Diario 1945-1969, Ed. Kairos, Barcelona, 2001.

As coisas que faço por amor: Vida e morte

2020.07.18 04:18 darkssister As coisas que faço por amor: Vida e morte

Voltando para analisar mais dois ensaios de A Guerra dos Tronos e a Filosofia, dessa vez já na Parte Dois chamada “As coisas que faço por amor”. Enquanto a parte um foi mais política essa julga mais a moral da personalidade e das escolhas das personagens. Escolhi analisar só dois textos dessa parte por achar que eles trazem mais reflexões interessantes.
5-O INVERNO ESTÁ CHEGANDO: A SOMBRIA BUSCA PELA FELICIDADE EM WESTEROS por Eric J. Silverman
Para Platão, a vida de justiça e virtude é uma vida feliz, logo o homem justo é feliz, e o injusto é desgraçado (p.77). Silverman pontua que em outras estórias épicas essa premissa é verdadeira, em ASOIAF não é bem assim. Nós vemos o justo e honrado Lorde Stark ser executado e traído:
(...) No que parece ser o repúdio da visão platônica, a virtude e a justiça não trazem felicidade para ele.
Mas talvez “viver feliz para sempre” não seja o tipo de felicidade ao qual Platão se referia ao alegar que o homem justo é feliz. (...) ele não pode estar dizendo que o homem virtuoso tem a garantia de uma vida bem sucedida em termos de felicidade material terrena. (p. 78)
Essa felicidade parece estar então ligada ao imaterial e não apenas ao prazer, podendo também estar ligada ao divino. Como exemplo Silverman traz a jornada de Bran que teve seu corpo quebrado.
Mas ele vive um tipo diferente de sucesso, desenvolvendo habilidades psíquicas como troca-pele, que pode ver tudo que as antigas árvores, chamadas represeiros, viram. Como promete o tutor de Bran, Brynden: “Você não voltará a andar...mas voará.” (p.80)
Será que podemos mesmo considerar isso enquanto um sucesso? E para além disso, Bran Stark é uma pessoa justa para merecer tal sucesso divino?
A Pessoa cruel é feliz?
Há pessoas injustas que enganam para parecerem virtuosas e assim adquirir benefícios (alô Maquiavel). Para Silverman essa é a principal estratégia de Cersei, mas ele deixa claro que essa não é uma estratégia confiável porque os atos cruéis dela exigem engodos constantes que podem ou não dar certo ou não o que a leva a cometer mais e mais maquinação. Entre essas maquinações de Cersei o autor cita a morte de Jon Arrys que nós sabemos bem que não está na cota de crimes da rainha. O autor deveria saber já que ele faz uma análise da personalidade paranoica de Cersei da qual temos contato em AFFC. Para ilustrar ele até utiliza de uma fala de Tyrion presente em ADWD na qual ele analisa a irmã.
Cersei é tão gentil como o Rei Maegor, tão altruísta como Aegon, o Indigno, tão sensata como Aerys, o Louco. Nunca esquece uma afronta, real ou imaginária. Confunde cautela com covardia e divergência com desafio. E é gananciosa. Tem ânsia de poder, de honra, de amor.
(ADWD, Tyrion VI)
Cersei nunca está feliz pois nunca está satisfeita. Para Platão, o problema mais grave do tirano cruel é a psique dominada pelo que há de pior nele e para Silverman, Cersei é a epítome daquilo que Platão alerta para ter cuidado: uma alma cruel, dissonante e instável.
“A vida não é uma canção, querida. Poderá aprender isso um dia, para sua mágoa”
Temos que concordar que só a justiça não é suficiente para alcançar a felicidade, mesmo que imaterial. Aristóteles em sua Ética a Nicômaco também concorda conosco. Conhecemos o interior de Eddard Stark e sabemos o quanto de sofrimento ele carregava.
(...) alguém pode ter virtude e ao mesmo tempo estar “sujeito aos maiores sofrimentos e infortúnios, e, afora quem queira sustentar a tese a qualquer preço, ninguém jamais considerará feliz um homem que vive nessas condições”. (p.84)
Nesse momento o autor erra ao dizer que Catelyn não queria que Eddard fosse para Porto Real, ele deve ter se confundido com a série. sabemos que na verdade ela tem medo que Robert suspeite que Ned se opõe a ele, completamente influenciada pelo mau pressagio da imagem da loba morta com o chifre de veado preso na garganta.
Em conclusão, Silverman acredita que jogar o jogo dos tronos é tolice caso esteja à procura de felicidade, pois se “ganha-se ou morre” o risco é alto demais e os ganhos não são assim tão positivos.
juro-lhe, nunca me senti tão vivo como quando estava ganhando este trono, nem tão morto como agora que o possuo.
(AGOT, Eddard II)
8-SERIA UM ATO DE MISERICORDIA: ESCOLHA ENTRE A VIDA E AMORTE PARA LÁ DO MAR ESTREITO por Matthew Tedesco
O autor faz um comparativo entre o estado de vida e morte de Bran e Drogo. Ele informa que enquanto Bran está sendo cuidado por um meistre da Cidadela, Daenerys recorreu a magia de Mirri Mas Durr. Porém Tedesco não cita que, antes da magia Mirri trata Drogo de uma forma muito parecida com a que um meistre da Cidadela faria (AGOT, Daenerys VII).
Ele faz uma digressão sobre as escolhas medicas da eutanásia a partir da frase “seria um ato de misericórdia” dita por Jaime a Tyrion em relação a Bran. Por mais cruel que seja essa frase (além de é claro o interesse de Jaime ser na possibilidade do segredo ser descoberto) ela faz um certo sentido quando se vai discutir sobre eutanásia ativa ou passiva “matar ou deixar morrer”.
De acordo com Brock, matar é causar a morte de modo intencional, não importando como ela ocorra. Como a eutanásia passiva é intencional e resulta em morte, trata-se de um ato de matar, tanto quanto a eutanásia ativa. (P.117)
Depois desse soco, Tedesco vai discutir algo ainda mais polêmico: a eutanásia em crianças, já que Bran Stark tem apenas 7 anos. Eu não vou discutir muito aqui sobre essa digressão que o autor faz (que diga-se de passagem é muito bem feita e detalhada trazendo até casos reais da medicina) pois não é algo que estou apta a falar.
Voltando ao assunto da misericórdia, o autor diz que o leitor fica obviamente horrorizado com a sugestão de Jaime Lannister, mas não é a mesma reação que temos quando Daenerys decide por matar Drogo. Ele atribui isso à vida que o leitor espera que Bran tenha depois de sua recuperação, já Drogo estará para sempre em estado vegetativo. Para entender melhor isso ele vai tratar sobre a diferença entre ser humano e ser pessoa.
Michael Tooley, por exemplo, alega que ter consciência e uma concepção de si como indivíduo contínuo de experiências são os critérios fundamentais para definir uma pessoa. (...) Mary Anne Warren cita uma lista de cinco critérios (consciência, raciocínio, atividade automotivada, capacidade de se comunicar e presença de autoconceitos) e argumenta que um número não especificado deles corresponde a uma pessoa. (p. 123)
Portanto o assassinato de Bran seria condenável por ele ser uma pessoa, mas o assassinato de Drogo não seria nem mesmo um assassinato. Seria? “as respostas raramente são fáceis” (p.124).
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2020.06.30 23:39 coring_a hay una frase

Hay una frase en Internet; no one asked no one cares pero bueno, Hace mucho tiempo; cuando tenia 17 años, salía con tres chicas, una era de mi preparatoria, otra era del gimnasio al que asistia y la ultima de un trabajo entre días de la semana, en ese tiempo tenia una moto Suzuki de trabajo tipo Ax100 del 2003, era algo vieja pero la cuidaba y pues por ser el único chico con moto en la escuela me daba un poco de respeto sin pedirlo, además como eran tiempos tiernos en mi nuevo pueblo en el que llevaba apenas un año de gimnasio y de escuela pues era de otro estado, me daba cierta etiqueta de misterioso y atlético y todas esas estupideces de mujercitas, en fin, aunado en que en ese tiempo estaba muy metido con el rock pues vestia algo edgy y esas estupideces de adolescente lo que me hacía tu genérico chico malo con moto y de pocas pulgas (aparentemente), en fin lo quisiera o no; en realidad no pues siempre he considerado a las mujeres como escandalosas y ladinas, me hice popular entre las feminas, conforme avanzaba el tiempo conoci a la primera chica que era la del gimnasio, salía solo con ella por aburrimiento y pues si surgia algo podría enseñarme los frutos de hacer sentadillas, pasaron semanas desde la primera cita con ella y por ahí en la vigesima conoci conoci a la chica del trabajo pues empece a hacerlo debido a que quería mejorar mi moto de ese entonces, salía con ella por interés pues su padre curiosamente tenia un taller de motos asi que podía sacar provecho de eso además que la chica no era fea, es mas era algo asi como por encima del promedio, y pues los meses pasaron. Cuando inicio el nuevo ciclo escolar en agosto yo había empezado el 3er semestre y había ingresado a la escuela una chica nueva en mi mismo salón; era de Jalisco pero para mi sorpresa no era tan extrovertida o suficientemente femenina para los estandares de una mujer de tierra caliente (Zona en la que yo bibia pues estudiaba en Michoacan y Jalisco me quedaba muy aledaño), era una rara gustaba del entretenimiento japonés (manga, anime), eso si era muy inteligente incluso me duele decir que un poco mas que yo y; modestia aparte, yo era y soy bastante inteligente, pero lo que mas destacaba era su gusto por los videojuego y la guitarra cosa que descubri después ya cuando salía con ella, y no lo voy a negar era ese tipo de belleza “rara”, pues sin maquillarse (cosa que nunca hacia) se veía bastante linda además que tenia una figura que vaya que no era exuberante de hecho algo de tallas un poco mas pequeñas para mi gusto, en fin eso llamo mi atención pero no quise relacionarme con ella pese a que era la bicho raro del salón pues no hablaba mas que con una chica del salón y con casi nadie mas pues o se apartaba o la apartaban sobre todo las mujeres, estaba indiferente hacia ella y a unos cuantos mas del salón asi que al final paso esa sorpresa y me dio igual al final. La situación tomo un giro interesante cuando me llegue a dar cuenta que esa chica de mi escuela siempre me seguía cuando terminaban las clases, como lo comprobé, pues desde el principio siempre salio mas o menos tarde de la escuela pues me quedaba estudiando alrededor de una hora considerando que las clases acababan a las 3 de la tarde no regresaba a casa hasta las 4 y para comprobar mi teoría simplemente me durante 3 dias seguidos salía a diferentes horas cada una mas tarde que la anterior para ver si se marchaba luego de mi partida, mis conclusiones fueron acertadas y efectivamente mi stalker se iba hasta cuando me iba, un dia harto de ese leve acoso la confronte frente a la salida, se quedo su cara toda sonrojada y de boba cuando le dije que por que me seguía y dejara , empezó a disculparse y tonterias y me di cuenta de que no hablaba con nadie mas que con su amiga, creo que no se si fue por lastima o por curiosidad le pedi que si quería dar un paseo por la ciudad se ruborizo como una tonta y la subi a mi moto y de ahí empecé a salir mas o menos con ella después de clases, a la semana me di cuenta de lo que estaba haciendo, estaba saliendo con tres chicas al mismo tiempo por lo que al principio me sentía un poco mal por eso luego vi que podía divertirme y aprender algo bueno de esto asi que organice bien mi agenda a partir de ese dia al igual que las condiciones de las citas con cada chica para que nunca ellas o alguien relacionado a ellas se enterara que salía con otra chica a la vez, el plan fue perfecto durante el tiempo que quería que durara, a veces no salía por semanas con una chica para asegurar las cosas y aun asi no me botaron, al contrario cuando pasaba ese lapso parecía que me extrañaban mas que la ultima vez. Soy el tipo de persona fría, educada, estoica y seria y eso también se veía reflejado en sus acciones, aveces las trataba tan indiferente rayando en lo imbécil que esperaría que me botaran, pero para mi sorpresa nunca fue asi, casi nunca a ellas les regalaba cosas y si lo hacia eran cosas baratas yo siempre ponía las condiciones en la relaciones y mostraba mi enojo siempre cuando ocurría lo contrario obvio por mis reglas y moral jamas golpe o insulte a ninguna de esas chicas y lo que me sorprendio fue su paciencia conmigo y hasta su sumisión en algunos casos hacia mi cuando ocurren ciertas cosas y mas aun cuando había gente cercanos a ellas que las defendían por lo menos les advertían y aun asi ellas me daban por mi lado y de hecho en algunos casos se peleaban con esas personas por causa mia, no podía creerlo diferentes chicas de diferentes gusto, personalidades, inteligencias y estatus sociales se creían toda mi mierda y su dignidad por su chico malo que era yo, deban a ir hombres que enserio valen mil veces mas la pena en aspectos positivos como si fueran un juguete feo; ahí me di cuenta de como son las mujeres en realidad y hasta cierto punto me decepcione de eso pero luego lo acepte y hasta agradeci descubrir eso de que no me querían por mis principios, talentos, valores o sueños ellas solo querían su alfa, su macarra que los ponía sumisas contra la pared y no se que mierdas, fue divertido aprendi varias cosas importantes y me alegro de haber pasado por esa decepcion por decirlo de esa mane y reconozco que soy una mierda de persona en toda la extensión de la la palabra y la verdad me merezco que me hubiera ido muy mal en la vida pero no fue asi de hecho todo lo contrario.
Cuando decidí acabar con esto llame a las tres chicas que anteriormente me habían revelado sus sentimientos, la del gimnasio me pidió que si quería ser mas que su novio, la del trabajo me dijo que cuando terminara de trabajar quería casarse conmigo, y la chica de la escuela como era toda una rara me dijo que quería pasar el resto de su vida conmigo, esto en vez de hacerme sentir mal me decepciono, pese a que había sido una mierda de persona en toda la extensión de la palabra con ellas si rayar en lo ilegal o físico ellas querían seguir conmigo, no habían aprendido nada ellas, pero yo si, una vez convocadas en el mismo lugar que fue un restaurante con reservación en mesas muy cercanas una de las otras, paso el tiempo y por obviedades empezaron a hablar a su manera entre ellas, cuando vi que el tono de la conversación iba dirigido hacia mi y para evitar una pelea o que se fueran aparecí de mi escondite que era el baño de hombres y me aproxime a ellas, reaccionaron como predije, las clama como pude y empecé a explicarlo todo lo que había hecho, lo que pensaba, lo que realmente sentía y quería, paso lo evidente, la chica del trabajo me grito, me dio una patada en la pierna y se marcho llorando con enojo, la chica de la escuela se paralizo y se veía que partiría en llanto le dije con una voz suave pero dura que no olvidara lo que ella había hecho y lo que había hecho yo también, la del gimnasio lloro y se fue sin decir nada, curioso considerando que ella era extrovertida y aguerrida pensé que ella se me abalanzaron encima o me arrojaría toda clase de objetos pero no fue así.
Como eran ya fechas próximas a mi graduación pues me iba a ir a la universidad di mi renuncia al trabajo y ahí me encontré a la chica correspondiente, me despedí con suma formalidad y ella solo asintió con cara de “por que lo hiciste, enserio lo hiciste por esa razón”, me fui y continue con la rutina, desde el dia que paso lo del encuentro de las tres la chica de mi escuela dejo de ir a esta por plazo de casi una semana y cuando regreso lo hizo de una todavía mas introvertida y callada que cuando entro a la escuela la primera vez, cuando ocurria la situación en la cruzábamos miradas ella se me quedaba viendo un breve momento y luego desviaba la mirada con una sensación de tristeza por parte de ella; que patético siendo que en el fondo ella era mas valiente y segura con personas de confianza y ella mostro flaqueza en mi. Pero que pena, siguió el tiempo, y casi era el día de la graduación y recibí un mensaje de la chica del gimnasio diciéndome que me perdonaría la infidelidad con la única y simple condición de que si le prometia que ya no saldría con otras chicas, pero que patéticas no me pidió que cambiara mi mala forma de ser o que me disculpara de una gran forma con ella por la ofensa cometida, ella solo pidió eso se puede ser mas patético y pisotearlo que así, bueno supongo que asi era ella, que así son ellas, llego el dia de la graduación y asistí, recibi mis papeles y entre en la universidad en la Ciudad de Mexico, no se que fue de ellas y no me interesa solo espero que hayan encontrado la manera de seguir con sus vidas sin traumarse por lo que les hice, espero que no sean asi de debiles como para abatirse por es pequeñez, y que aprendi con todo esto, salía con chiscas hasta hace dos años actualmente tengo 24 y me di cuenta de algo las mujeres podrán ser hasta sus capacidades independientes y esas estupideces, pero en realidad todas las mujeres son muy iguales una de otra y se ve sobre todo cuando estas en una relación con una, solo tratan de controlarse de manera sutil y solo cuando eres el alfa, el macarra como yo y las pones en su lugar ni siquiera defiende su propia dignidad en pro de seguí con la relación no importa cual mujeres sea y eso incluye a todas siempre su visión de la vida es limitada y hasta cierto punto mediocre solo queren que les pongas su casita, nunca ven a las por lo que son sino por lo que pueden sacar de ellas o dime que pudieron haber sacado de una relación con una basura de persona persona como yo son tan engreídas y nunca creen que no tienen razón hasta que las calles con pura y
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2020.05.20 08:52 eliasrc4 Bueno aprovecharé para desahogarme...

Papa realmente¿ no te das cuenta de lo mal que me haces sentir?, del poder que tienen tus palabras sobre mi, no sé, si es tu forma de ser si tu simplemente dices las cosas así crudas, sin pensar en cómo se sentirá el otro.
O realmente si te das cuenta de lo que me dices de verdad me duele, que me digas que tengo mal aspecto, que me veo asqueroso y que soy un cerdo ql por usar el pelo largo y barba quizás yo me siento bien así, quizás me gusta como me veo pero a veces tengo dudas siento que me veo mal, que soy feo, débil, que quizás no ve me veo muy bien... y tu solo me haces sentir peor cuando me dices eso
Recuerdo una noche que la mamá te mostró unos dibujos que hice sobre anime en ese tiempo lo único que dibujaba era dragón ball, te mostró varios los hacía en hojas de oficio serían 12 a 20 dibujos que te mostró, realmente me gustaba dibujar lo pasaba bien y realmente les dedicaba mucho tiempo el que más tiempo me tomó fueron 5 horas y bueno ella estaba muy orgullosa le parecían muy bonitos y detallados. Como toda madre supongo jajaja, la cosa es que te los mostró 1 a 1 y realmente no te parecían la gran cosa, lo reflejabas en tu rostro y bueno también en tus palabras que “eran puras weas” unos “ monos qls” y yo no decía nada, porque tenía tanta pena, tantas ganas de llorar, me dolía tanto tenía 11 años y realmente sentí que me pisaste ese día. Poco a poco deje de dibujar.
Recuerdo cuando me lesione a 1 semana de las pruebas en deportes temuco tenía 16 años, no te imaginas las mil cosas que pasaban por mi mente, no dejaba de pensar y pensar, no entendía que me pasaba porque dolía tanto, nunca me había lesionado de esta manera. Algo sonaba muy fuerte en mi cabeza la cagaste, los decepcionaste a todos, todo el esfuerzo que hicieron para que tuvieras esta oportunidad fue en vano, decepcionaste a tu familia, decepcionante a papá, te decepcionaste a ti. Se que ustedes intentaron de todo para tenerme listo para las pruebas, perdón por no decirles en el momento, no podía...
Pasaron los años y nunca me recupere, intenté de todo por mi cuenta para enmendar el error de verdad que lo quería con el alma, pero simplemente no dejaba de doler.
Poco a poco ya nada me quemaba, nada me hacía sentir vivo.
Pasaron 2 años y yo creía que era mi abductor que era una lesión crónica que no deje curar en su debido tiempo.
Cuando tenia 18 en febrero me hice una resonancia magnética un examen muy caro que me pidió un traumatologo de cadera para saber qué tenía semanas antes junté todas mis fuerzas y trataba de pensar muy positivo que por fin saldría de esto que lo podía lograr y pondria todo de mi parte que aunque me tengan que operar pondría mi alma en la recuperación, llego el día de mi cita con el Doctor el examen estaba listo, entre a su box con el corazón en el puño, comenzó diciendo: “debes dejar de hacer el nivel de actividad física que estás haciendo tu cuerpo no lo soporta, anda en bicicleta, ya no puedes correr por cerros no puedes seguir jugando fútbol” le dije que haria lo que sea, opéreme si es necesario dijo que no serviría de nada, sobra decir que me fulmino aunque el realmente no quería herirme, al salir de la sala me contuve lo más que pude, pero me ganó la pena y rompí a llorar.
Al terminar el mes tenía que comenzar mis Estudios no estaba seguro de ello pero ustedes insistieron y no fui lo suficientemente valiente para decirles que no.
1 semana antes de viajar a la ciudad en la que estudiaría, estábamos tú y yo en la terraza era de noche estábamos conversando y dices que tengo que aterrizar, que me olvide de esto que mi cuerpo no da yo te respondo que sé que puedo dar más que mi cuerpo tiene que aguantar,”entiende estás cagado” fueron tus palabras me dolió tanto todo lo que decías era verdad mi cuerpo ya no daba, pero no lo quería aceptar lloré tanto cuando te fuiste, lloré porque tenías razón porque todo era verdad. Me dolían tanto tus palabras porque si era la verdad pero venia de ti, no quería decepcionarte a ti ni a nadie simplemente pensaba que no era los suficientemente fuerte para lograrlo por eso me esforcé tanto, tanto que me rompí...
Cuando llegue a la ciudad después de que se fueran, salí a trotar necesitaba despejarme pero corría y dolía crujía mi cadera y dolía, a cada paso mi cabeza no dejaba de gritar “ PORQUEEEEEE!!!” “PORQUÉ NO TE PUEDO GANAR” “PORQUÉ A MI” “porque no me dejas tranquilo...” “por favor dejame” “ no quiero seguir peleándo contra ti “ y lloré en la calle en un parque con el dolor de mi alma lloré como si no hubiera un mañana, una chica paro me toco el hombro y me pregunto ¿qué pasa? Porque lloras? Yo solo seguí llorando y ella se fue ya estaba fuera de mi.
Deje de estudiar a 1 año y medio de carrera me eche muchos ramos, no podía concentrarme ya no podía más deje de ir a clases porque me sentía muerto en vida hace tanto tiempo finalmente deserté, volví a la casa mamá se lo tomo bien tu simplemente aceptaste, llego la noche y nuevamente estábamos tu y yo en el living solos estabas tomando te curaste y me dijiste lo decepcionado que estabas de mi, “perdí mi plata wn” “fuiste a puro webiar” no sabes cuando lloré me dolió mucho que me lo dijeras fue como clavarme un puñal.
Bueno y me quede comencé a hacer cosas porque sentía que tenía que castigarme que tenía que hacer algo ocuparme para dejar de pensar y así lo hice limpie la casa todo el patio, lije muebles los barnicé, trabaje entrando leña, trabajé en una pensión haciendo quehaceres domésticos y poco a poco sentía que me iba sintiendo un poco mejor que estaba sanando no física si no que mentalmente, pero tu cada vez que tenías la oportunidad me recalcabas que fue una vergüenza que dejara de estudiar con todo tipo de comentario...
Hoy me preguntaste de manera burlesca ¿quien te dijo que te veías bonito con el pelo largo y barba? Insinuaste que no hago nada que soy un holgazan y una asquerosidad a tus ojos.
Me dolió pero me pareció chistoso que te quejarás de tu jefe que agrede verbalmente a su hijo, que le mata la personalidad, que lo pisa constantemente, que como trataba a su hijo así, estaba listo para sacarte en cara que tú haces lo mismo conmigo si me volvías a decir una cosa mas, pero no era el momento estabas tomando, mamá estaba al lado, esperare y te dire como me haces sentir, no puedo dejar que me sigas pisando Papá.
¿Cómo debiera decírselo?
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2020.02.24 03:57 altovaliriano A Mulher Morena

“Sábado de personagens” ainda no domingo. Fazer o quê?
A mulher morena é uma das mais misteriosas personagens de As Crônicas de Gelo e Fogo. Seu nome e origem nunca foi revelado ao leitor. Pouco mais sabemos sobre ela, mas em resumo a mulher foi entregue por Euron a Victarion como um prêmio. Sabemos que ela é muda e que Victarion a considera bonita.
Porém, em determinado momento da história, fica evidente ao leitor de que a mulher morena é mais do que parece ser. A tripulação de Victarion resgata do mar Moqorro, um sacerdote de R’hllor enviado pelo Templo Vermelho para auxiliar Daenerys em Meereen, e leva-o a Victarion, pois o homem afirma estar sabendo de que o Capitão de Ferro corre perigo de morte. Quando um mal súbito atinge Victarion, ele e Moqorro vão à sua cabine e o seguinte ocorre:
Quando abriu a porta da cabine do capitão, a mulher morena se virou em sua direção, silenciosa e sorridente... mas, quando viu o sacerdote vermelho ao lado dele, seus lábios se afastaram de seus dentes, e ela sibilou em súbita fúria, como uma serpente. Victarion a acertou com as costas da mão boa e a derrubou no chão.
– Quieta, mulher. Vinho para nós dois. [...]
(ADWD, O Pretendente de Ferro)
A hostilidade da mulher morena para com Moqorro parece uma indicação muito forte sobre a origem e propósito da personagem na história. A partir deste fato apenas, leitores foram levados às mais loucas especulações sobre a identidade da misteriosa serva-amante de Victarion. Entretanto, se o reino das especulações produz resultados estranhos, posso afirmar que as evidências presente no próprio texto não são menos estranhas. Se analisadas em sua literalidade, o texto produzido pelo próprio Martin aponta para direções completamente ininteligíveis.
Analisemos.

Fenótipo, aparência e semelhanças

Fenótipo é o resultado da expressão dos genes do organismo, da influência de fatores ambientais e da possível interação entre os dois. No contexto deste texto, o fenótipo da mulher morena é algo que poderia nos dar uma dica sobre sua herança genética.
Esse herança genética PODE nos ajudar a determinar a cultura na qual ela nasceu, mas é claro que isso não permite nos concluir com absoluta certeza que ela pertence esta cultura. Um bom exemplo de personagem cujo fenótipo pode ser usado para nos confundir é Sarella Sand, que pertence à cultura westerosi, apesar de que sua aparência denotaria ter nascido nas Ilhas do Verão.
Entretanto, diante das poucas informações disponíveis sobre a mulher morena, esta análise se torna necessária. Em verdade, o próprio Martin parece estar induzindo os leitores a realizar estas investigações, pois ele mesmo deposita dicas disso no texto:
Sua pele era negra. Não o marrom castanho dos ilhéus do Verão com seus navios cisne, nem o marrom-avermelhado dos senhores dos cavalos dothrakis, nem a cor de carvão-e-terra da pele da mulher morena*, mas negra. Mais negra que carvão, mais negra do que o azeviche, mais negra do que as asas de um corvo.*
(ADWD, O Pretendente de Ferro)
Na passagem acima, vê-se que Martin descarta através de Victarion que a mulher morena pertence às culturas dos Ilhéus do Verão e dos senhores de cavalo Dothraki. A exclusão das Ilhas do Verão é especialmente útil, haja vista onde Euron ALEGA ter encontrado a mulher morena:
INGLÊS: As a reward for his leal service, the new-crowned king had given Victarion the dusky woman, taken off some slaver bound for Lys.
PORTUGUÊS: Como recompensa por seu leal serviço, o recém-coroado rei dera a Victarion a morena, roubada de algum mercador de escravos a caminho de Lys*.*
(AFFC, O Pirata)
Eu acho curioso a forma como fica apenas implícito de que Euron teria capturado a Mulher Morena nos porões de um navio de escravos indo para Lys, quando, na verdade, nada disso está escrito no texto. Não se menciona qualquer navio, nem que ela era uma escrava. Tão facilmente como tomou Falia Flowers quando invadiram o Castelo dos Hewett, Euron poderia muito bem ter tomado a amante de um mercador de escravos.
Mas evitemos a interpretação segundo a qual Martin, a esta altura da história, está tentando nos confundir com jogos de palavras. Que outras opções de origem teria uma mulher “bela, com uma pele tão castanha quanto teca oleada”?
Aqueles que partirem para O Mundo de Gelo e Fogo em busca de auxílio encontrarão logo a seguinte referência sobre os habitantes de Naath:
O povo nativo da ilha é uma raça bonita e gentil, com rostos redondos, pele escura e grandes olhos suaves cor de âmbar, em geral salpicados de dourado.
[...~]
O Povo Pacífico sempre teve um bom preço, dizem, pois são tão inteligentes quanto gentis, belos de se olhar e rápidos em aprender a obediência*. É relatado que* uma casa de prazer em Lys é famosa por suas garotas naathi*, que usam diáfanos vestidos de seda e são adornadas com asas de borboletas alegremente pintadas.*
(TWOIAF, Naath)
As descrições tem certa compatibilidade com as características relatadas da mulher morena. Entretanto, os característicos olhos amarelados teriam sido notados facilmente mesmo por alguém tão tapado quanto Victarion. Por outro lado, depois da demonstração de fúria perante Moqorro, acredito que pouco classificariam a mulher morena como “gentil”.
Caso continuemos a pesquisa no livro de meistre Yandell, logo encontraremos uma outra descrição sobre o povo de Leng que é bastante capciosa:
Os lengii nativos são talvez os mais altos de todas as raças da humanidade, com muitos homens entre eles chegando a mais de dois metros de altura, e alguns até com dois metros e meio. De pernas longas e esguios, pele cor de teca oleada*, eles têm grandes olhos dourados e supostamente podem ver mais longe e melhor do que outros homens,* especialmente à noite. Embora formidavelmente altas*, as mulheres lengii são notoriamente ágeis e encantadoras, de* beleza insuperável*.*
(TWOIAF, Leng)
A descrição da pele é inteiramente simétrica àquela da mulher morena (fornecida por VIctarion). Na verdade, é curioso perceber que a única vez que a expressão “teca oleada” é usada para descrever a pele de alguém ocorre com a mulher morena. A única outra vez em que essa analogia é usada é como o povo de Leng, fora da saga principal, em um livro acessório.
Entretanto, há mais problemas aqui do que soluções. Novamente temos a descrição do dourado dos olhos (que seriam difíceis de Victarion ignorar), a altura formidável e a beleza insuperável. Ainda que possamos alegar que Victarion é um homem alto, próximo dos 2 metros de altura (segundo estimativas dos leitores), seria difícil que ele ignorasse que a mulher morena fosse muito alta para uma mulher e de beleza insuperável.
Desse modo, acredito ser seguro descartar Leng e seguir. Não há mais nenhuma referência a características que se assemelhem à da mulher morena (fora das Ilhas do Verão, que já foram descartadas em nossas premissas acima), porém existe uma referência a um povo no estrangeiro que por vezes sofre o mesmo destino reservado à mulher morena:
Não é surpresa que Sothoros seja pouco povoado quando comparado com Westeros ou Essos. Duas dezenas de pequenas vilas de comércio se amontoam na costa norte ‒ vilas de lama e sangue*, alguns dizem: molhadas, úmidas e cheias de miséria, onde aventureiros, trapaceiros, exilados e* prostitutas das Cidades Livres e dos Sete Reinos vêm fazer fortuna.
Há riquezas escondidas entre as selvas, pântanos e taciturnos rios banhados pelo sol do sul, sem dúvida, mas, para cada homem que encontra ouro, pérolas ou especiarias preciosas, há uma centena que encontra apenas a morte. Os corsários das Ilhas Basilisco atacam esses assentamentos, levando cativos que serão mantidos confinados em Garra ou na Ilha das Lágrimas antes de serem vendidos para os mercados de carne da Baía dos Escravos, ou para as casas de prazer e jardins de prazer de Lys*.*
(TWOIAF, Sothoros)
Embora seja muito vago afirmar que esta é uma origem em potencial para a mulher morena (pois, virtualmente, é o mesmo que dizer que ela poderia ter vindo de qualquer lugar do mundo), a menção de que prostitutas das cidades livres que se aventuram em Sothoryos podem acabar em Lys pode nos ajudar a esclarecer algumas dúvidas sobre seu comportamento esquisito (vide abaixo).
Portanto, ainda que não possamos determinar sua origem, a análise acima nos permite começar a descartar algumas opções. Inclusive, percebemos que a mulher morena tem um pele de uma tonalidade ímpar (teca oleada), o que pode indicar que ela pertença a um povo que ainda não foi descrito pro Martin.
Entrentanto, há uma última analogia que não pode deixar de ser registrada:
“Não quero nenhuma de suas sobras”, dissera desdenhosamente ao irmão, mas quando Olho de Corvo declarou que a mulher seria morta se não a aceitasse, fraquejou. A língua dela tinha sido arrancada, mas exceto por este pormenor estava intacta, e era também bela, com uma pele tão castanha quanto teca oleada. Mas, por vezes, quando a olhava, surpreendia-se lembrando da primeira mulher que o irmão lhe dera*, para fazer dele um homem.*
(AFFC, O Pirata)
Sendo Euron alguém conhecido por apreciar jogos mentais, a escolha de alguém que se assemelhasse com a primeira mulher que Victarion havia recebido pode ter sido deliberada. Este detalhe pode ter sido essencial para capturar a memória afetiva de Victarion e fazer com que ele mais facilmente aceitasse o presente de Euron.
Não fica claro se por “primeira mulher” Victarion está falando de sua primeira esposa (que morreu no parto de uma menina natimorta) ou se ele estaria se referindo à primeira mulher com que se deitou. Curiosamente, esta dúvida se aprofunda quando vemos observamos os pensamentos de Victarion no capítulo liberado de Os Ventos do Inverno:
[Spoilers de Os Ventos do Inverno]Enquanto estava na proa do Vitória de Ferro vendo os navios mercantes de Uma-orelha desaparecem um a um ao oeste, as faces dos primeiros inimigos que matara voltaram a Victarion Greyjoy. Ele pensou em seu primeiro navio, em sua primeira mulher.
(TWOW, Victarion)
De todo modo, o importante é que a mulher morena desperta nele esta memória afetiva. Com efeito, o próprio Victarion não parece compreender porque aceitou a mulher ou mesmo porque não cumpriu seu desejo de sacrificá-la, a despeito de ter a perfeita noção de que qualquer presente de Euron é um presente de grego:
A mulher morena não respondeu. Euron havia cortado sua língua antes de dá-la para ele. Victarion não duvidada que o Olho de Corvo tivesse dormido com ela também. Era o jeito do seu irmão. Os presentes de Euron são envenenados, o capitão lembrara a si mesmo no dia em que a mulher morena veio a bordo*. Não quero nenhum de seus restos. Decidira, então, que cortaria a garganta dela e a atiraria ao mar, um sacrifício de sangue para o Deus Afogado.* De alguma forma, contudo, jamais chegara nem perto de fazer isso*.*
(ADWD, O Pretendente de Ferro)
Pior, esta sensação de familiaridade poderia justificar também a razão pela qual Victarion confiava seus segredos a ela. Não que a mudez da mulher não tenha parte nisso. Afinal, é o que os próprios pensamentos de Victarion indicam:
Cada vez mais, temia que tivessem navegado longe demais, em mares desconhecidos onde até mesmo os deuses eram estranhos... mas, essas dúvidas, ele confidenciava apenas para sua mulher morena, que não tinha língua para repeti-las.
[...]
Victarion podia falar com a mulher morena. Ela nunca tentava responder.
(ADWD, O Pretendente de Ferro)
Contudo, isto não explica outros momentos em que Victarion observa ter uma conexão com a mulher morena que independem da confidencialidade verbal. Para estas situações, a memória afetiva me parece funcionar como uma justificativa muito melhor:
A mulher morena sabia o que ele queria sem que tivesse que pedir. Quando ele relaxou em sua cadeira, ela pegou um pano úmido e macio da bacia e o colocou em sua testa.
(ADWD, O Pretendente de Ferro)
Outros exemplos disto são a forma como Victarion parece confiar na mulher morena não só mais do que em Meistre Kerwin, capturado em escudoverde (o que é até justificável, pois os nascidos do ferro parecem desconfiar dos meistres, especialmente em um que servia a uma Casa inimiga derrotada)...
– Pegue esta sujeira e vá. – Victarion acenou para a mulher morena. – Ela pode fazer o curativo.
(ADWD, O Pretendente de Ferro)
... mas talvez até mais do que confia em Moqorro:
– [...] Gostaria que eu o sangrasse?
Victarion agarrou a mulher morena pelo pulso e a puxou para si.
Ela fará isso. Vá orar ao seu deus vermelho. Acenda seu fogo, e me diga o que vê.
Os olhos escuros de Moqorro pareceram brilhar.
– Vejo dragões.
(TWOW, Victarion)
No aspecto sexual, mesmo diante de sete mulheres treinadas para o prazer pelo Yunkaítas, Victarion diz-se satisfeito com sua mulher morena até que chegue o dia de tomar Daenerys para si:
Os senhores de escravos de Yunkai as haviam treinado no caminho dos sete suspiros, mas não era para isso que Victarion precisava delas. Sua mulher morena era suficiente para satisfazer seus apetites até que pudesse chegar a Meereen e reivindicar sua rainha.
(ADWD, Victarion)
A confiança na mulher morena é a tal ponto acentuada, que Victarion passa a suspeitar que seu meistre poderia estar causando a infecção do ferimento em sua mão. Ela é uma das duas únicas pessoas tratando seu ferimento em todo o barco, mas ele não só a exclui da lista de suspeitos como confidencia a ela suas suspeitas sobre Kerwin:
– Se não foi Serry, então quem? – perguntou para a mulher morena. – Poderia aquele rato daquele meistre estar causando isso? Meistres conhecem feitiços e outros truques. Ele pode estar usando um para me envenenar, esperando que eu o deixe cortar minha mão fora. – Quanto mais pensava nisso, mais provável lhe parecia. – O Olho de Corvo o deu para mim, criatura miserável que é. – Euron tirara Kerwin de Escudoverde, onde estava a serviço de Lorde Chester, cuidando de seus corvos e ensinando seus filhos, ou talvez de outros nas redondezas. E como o rato guinchava quando um dos mudos de Euron o entregara a bordo do Vitória de Ferro, arrastando-o pela corrente em seu pescoço. – Se isso é por vingança, ele se engana comigo. Foi Euron quem insistiu que ele fosse levado, para evitar que causasse danos com suas aves. – Seu irmão lhe dera três gaiolas de corvos também, para que Kerwin pudesse mandar notícias de sua viagem, mas Victarion proibira que fossem soltas. Que fique de molho, se perguntando o que está acontecendo.
(ADWD, O Pretendente de Ferro)
É claro que pode-se arguir que Victarion simplesmente é burro e não vê coisas que simplesmente estão acontecendo sob seu nariz. Entretanto, o que me surpreende neste diálogo é que ele cita Kerwin ser um presente envenenado de Euron como motivo para sua suspeita, sendo que ele está falando diretamente para o primeiro presente que ele mesmo julgou envenenado.
Assim, me parece que isto demonstra que Victarion realmente desenvolveu um elo afetivo com a mulher, não APENAS que ele é burro.

Comportamentos e habilidades curiosos

A mulher morena é estranha e age de forma estranha.
A primeira coisa a se registrar são as suspeitas do fandom. Os leitores em geral acreditam que a mulher morena espia Victarion para Euron. Pouquíssimos arriscam dizer que ela é uma espiã dos magos de Qarth (Warlocks). Entretanto, tanto os primeiros quanto os últimos dizem que a espionagem se dá de forma mágica.
Alguns dizem que Euron entra na pele da mulher morena (assumindo como verdadeira a teoria de que Euron é um troca-peles poderoso) para interagir com Euron. Outros dizem que Euron ou os warlocks simplesmente usam os ouvidos e olhos da mulher morena para clariaudiência ou clarividência, sem propriamente ter controle sobre ela.
Porém, eu não acredito que essas especulações tenham fundamento textual, mas partem de um sentimento geral de suspeita que é causado pelo que está no texto. Examinemos cada caso.
Lembram-se que eu disse que a menção de O Mundo de Gelo e Fogo sobre “prostitutas das cidades livres que se aventuram em Sothoryos poderem acabar em Lys” iria nos ajudar a esclarecer o comportamento esquisito da mulher morena? Pois bem, chegou a hora.
Victarion estava guerreando no Vago, quando retorna a sua cabine para ter com a mulher morena:
Em sua apertada cabine de popa, foi encontrar a mulher morena, úmida e pronta*; a batalha talvez também tivesse aquecido seu sangue.*
(AFFC, O Pirata)
Não é estranho que uma mulher que havia sido capturada e entregue a Victarion como uma escrava estivesse “úmida e pronta” assim que seu atual captor irrompesse pela porta vestido em armadura, suado e sangrando?
É claro que simplesmente poderíamos, como Victarion (mau sinal...), assumir que a batalha a tivesse excitado. Ou que Victarion seja mais atraente do que podemos pensar.
Mas não seria igualmente possível pensar que este seria um indício de que a mulher morena tem experiência como concubina?
É sabido que Martin fez com que os meistres da Cidadela tivesse um conhecimento de medicina mais avançado do que aqueles disponíveis para os praticante da medicina da Idade Média do mundo real. Entretanto, não está claro que este grau avançado de desenvolvimento também aconteça nas demais civilizações do resto do mundo que Martin criou.
Na verdade, parece que não, pois Mirri Maz Durr cita que aprendeu artes curativas com o Arquimeistre Marwyn, o que parece indicar que a Cidadela detém os melhores conhecimentos médicos do mundo:
Uma cantora de lua de Jogos Nhai deu-me de presente as suas canções de parto, uma mulher do seu povo cavaleiro ensinou-me as magias do capim, dos grãos e dos cavalos, e um meistre das Terras do Poente abriu um cadáver e mostrou-me todos os segredos que se escondem sob a pele.
Sor Jorah Mormont interveio.
– Um meistre?
– Chamava-se Marwyn – respondeu a mulher no Idioma Comum. – Do mar. Do outro lado do mar. As Sete Terras, disse ele. Terras do Poente. Onde os homens são de ferro e os dragões governam. Ensinou-me esta língua.
(AGOT, Daenerys VII)
Ocorre que a mulher morena parece ter bons conhecimentos sobre como tratar um ferimento:
A morena lavou o ferimento com vinagre fervido*. [...] Victarion dirigiu-se à morena enquanto ela enfaixava sua mão com* linho*. [...]*
(AFFC, O Pirata)
A mulher morena estava enfaixando sua mão com linho limpo, enrolando a faixa seis vezes ao redor da palma, quando Aguado Pyke apareceu [...].
(ADWD, O Pretendente de Ferro)
Em verdade, o tratamento que a mulher morena vinha aplicando a Victarion era justamente o que o meistre aplicava após punção dos ferimentos:
Sangue era bom. Victarion grunhiu em aprovação. Sentou-se firme enquanto o meistre secava, apertava e limpava o pus, com quadrados de tecido macio fervidos em vinagre*. Quando terminou, a água limpa na bacia tinha se tornado uma sopa espumante. A visão por si só podia fazer qualquer homem enjoar.*
(ADWD, O Pretendente de Ferro)
A mulher morena até demonstrou ter mais intimidade com este tipo de ferimentos do que o próprio meistre Kerwin. O rosado meistre não é referência de estômago forte, claro, mas a reação de nojo da mulher morena é tão econômica, que parece apontar para certa prática no assunto:
O pus que irrompeu era grosso e amarelo como leite azedo. A mulher morena torceu o nariz para o cheiro, o meistre segurou a ânsia de vômito e até Victarion sentiu seu estômago revirar.
(ADWD, O Pretendente de Ferro)
Por outro lado, apesar de ficar parecendo pela passagem abaixo que Victarion também poderia conhecer estes procedimentos (o que não seria impossível, já que o Cão de Caça demonstrou conhece-los também quando estava com Arya), eu acredito que Victarion simplesmente está com a memória ruim, pois quem lavou primeiro o ferimento foi a mulher morena (vide citação acima):
Um arranhão de um gatinho, Victarion disse para si mesmo, depois. Lavara o corte, despejara um pouco de vinagre fervido sobre ele, enfaixara-o e deixou de pensar naquilo, acreditando que a dor diminuiria e a mão se curaria com o tempo. Em vez disso, a ferida tinha infeccionado, até que Victarion começou a se perguntar se a lâmina de Serry estava envenenada. Por que mais a ferida se recusaria a sarar?
(ADWD, O Pretendente de Ferro)
De fato, como o procedimento está correto e a medicina westerosi é mais avançada do que a medieval, muitos leitores se teorizam que a mulher morena poderia estar de alguma forma envenenando Victarion, ou ao menos matando-o devagar ao fazer algo para não permitir a cicatrização do corte.
Há até mesmo uma passagem em que vimos que o único procedimento sugerido pelo meistre que não é adotado pela mulher morena é tentar drenar o ferimento em local aberto:
O meistre sugerira que o ferimento seria mais bem drenado no convés, no ar fresco e à luz do sol, mas Victarion proibira. Aquilo não era algo que sua tripulação pudesse ver. Estavam a meio mundo de casa, longe demais para deixá-los ver seu capitão de ferro começar a enferrujar.
(ADWD, O Pretendente de Ferro)
Caso ela realmente estivesse piorando a condição de Victarion, evitar o convés seria uma atitude compatível. O problema é descobrir com que finalidade ela estaria fazendo isso. O que nos leva ao próximo e principal item desta lista
· Reconhece Moqorro como perigoso
A reação explosiva da mulher morena ao ver Moqorro parece significar que ela o acha perigoso. Mas perigoso como? Para quem? Bem, a resposta depende de saber quem realmente é a mulher morena e quais seus propósitos.
Aqueles que acham que ela está sendo possuída magicamente ou servindo de olhos e ouvidos para poderes de clarividência e clariaudiência, seja por parte de Euron ou dos Warlocks, pensam que estes sabem que Moqorro põe seus planos em riscos, pois os poderes do sacerdote vermelho permitem saber que a mulher morena é uma marionente.
Já aqueles que acreditam que a mulher morena está envenenando ou adoecendo Victarion pensam que a reação dela se deu em decorrência de que ela sabe dos poderes “curativos” do sacerdote e que todo o trabalho que ela está tendo será perdido no momento em que Moqorro entrar em ação.
E há aqueles que acreditam que a mulher morena sabe que Moqorro não está ali para curar Victarion, mas sim para trazer um sofrimento ainda maior. Nesta hipótese a mulher morena estaria tentando avisar Victarion sobre o perigo que Moqorro representa, mas não tem como expressar isso devido à mudez e à personalidade tosca de Victarion.
Porém, todos concordam em um ponto: a mulher reconheceu Moqorro. A pergunta não deveria ser “que tipo de perigo ela acha que Moqorro representa”. Isso acho dificílimo de adivinhar. Mas parece um pouco mais factível se especular sobre “de onde ela conhece Moqorro ou alguém como Moqorro”.
Para isso precisamos listar as características visíveis sobre Moqorro. Aquelas que fariam alguém entender quem ele é logo à primeira vista:
  1. Porte físico impressionante
  2. Cor de pele singular
  3. Tatuagens de chamas no rosto
Quanto ao porte físico, duvido que isso faça alguma diferença para a mulher morena, haja vista que há homens como Andrik, o Sério entre os homens de ferro.
A cor de pele da pele de Moqorro pode gerar duas reações. Uma demonstração simples de racismo, como ocorreu com os primeiros Ghiscari a chegarem às Ilhas do Verão (TWOIAF, As Ilhas do Verão). Ou a cor pode realmente vir de algo que lembre “um homem que foi tostado nas chamas até que sua carne carbonizou e caiu soltando fumaça de seus ossos”.
Nesse último caso, a cor da pele de Moqorro denunciaria algum grau avançado de poder místico. O fato de a mulher morena ter percebido isto induz a pensa que ela pode ter tido algum encontro com este tipo de pessoa no passado. Um encontro traumático, claro.
Por fim, se forem as tatuagens, simplesmente a mulher morena tem algo contra sacerdotes de R’hllor.
A parte interessante é que Moqorro não mostra interesse algum na mulher. Mas Moqorro não mostra interesse algum em ninguém, nem mesmo os tripulantes que pediram que Victarion o matasse.
Os homens de Euron são compostos de “mudos e mestiços”. Isso quer dizer que os mestiços não são necessariamente mudos. Vimos, inclusive, que um dos filhos bastardos mestiços de Euron fala. Portanto, cortar a língua da mulher morena foi uma atitude deliberada de Euron. Ou ela era parte da tripulação como os demais mudos?
Por outro lado, diante de tantas possibilidades de origens estrangeiras para a mulher, fica a pergunta: ela fala a língua comum? Sequer entende o que Victarion está falando?

Propósito e futuro

Se a mulher é uma espiã de Euron, então Euron está fazendo uma farta colheita. Mas de que serve toda esta informação agora? Será útil a Euron ou aos Warlocks no futuro saber que Moqorro está com Daenerys? Ou as notícias de que Daenerys está morta já podem ser suficientes?
Em suma, que futuro existirá para a mulher morena se tantas pessoas apostam na morte de Victarion? O próprio Victarion pensa em fazê-la de camareira:
– Ela será minha esposa, e você será minha camareira. – Uma camareira sem língua nunca deixaria escapar nenhum segredo.
Ele poderia ter dito mais, mas foi então que o meistre chegou, batendo na porta da cabine, tímido como um rato.
(ADWD, O Pretendente de Ferro)
Há também a possibilidade de que ela carregue um filho de Euron em si. Afinal, o próprio VIctarion suspeita de que Euron já havia se deitado com a mulher antes de passa-la a ele.
Por terminar as especulações sem spoilers, seria a mulher morena uma feiticeira com poderes próprios e um objetivo claro em Meereen?

Especulações com spoilers de Ventos do Inverno

O capítulo de Victarion em Ventos do Inverno não é completo. Ele termina com algumas notas sem transcrição literal dos eventos:
❖ A mulher morena sangra o braço de Victarion em uma bacia. Victarion esfrega o sangue no berrante, murmurando suavemente para ele “​Meu berrante… dragões…”;
❖ Victarion masturba a mulher morena, não há penetração. Ele pensa que não gosta de transar antes da batalha;
❖ A mulher morena o ajuda a colocar a armadura, ele faz um discurso vibrante para a tripulação, e eles velejam em direção a Meereen.
(TWOW, Victarion)
Como a mulher morena é citada em todas as notas finasi, algumas perguntas ficam no ar:
Se Euron ou os Warlocks estão assistindo VIctarion reinvindicar o berrante via mulher morena, eles teriam algo preparado para fazer caso isso acontecesse? Fazia parte dos planos?
Qual é a importância de Victarion masturbar a mulher morena? Teria alguma relação com o braço que ele usa para fazer isso? Victarion usaria seu braço fumacento para fazer algo do tipo? Por que diabos ele faria algo do tipo?
A mulher morena fica para trás no navio quando os nascidos no ferro descem para atacar Meereen. Ela pode sabotar alguma parte dos planos? Teria alguma relação com o Atador de Dragões?
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2020.01.29 20:44 FanFan13 ¿Cuál es la diferencia entre Escort o Prostituta ?

En la mayoría de los países, una acompañante, por ejemplo unas escorts en ecuador y una prostituta son entidades diferentes con formas de trabajo completamente distintas que podrían llevar a la persecución de una y a la ausencia de cargos para la otra. Sin embargo, algunos estados pueden considerar a un acompañante como lo mismo que a una prostituta y pueden acusar a la persona de delitos similares a los de la trabajadora del sexo sin importar el tiempo que la persona trabaje como acompañante.
¿Qué es una escort?
En muchas circunstancias, un acompañante es un artista o un compañero de alguien que contrata sus servicios. El acompañante no necesita o incluso tener sexo disponible a cambio de un pago. El entretenimiento usualmente es a través del tiempo y la compañía del día, la semana o el mes. La persona que trabaja como acompañante puede proporcionar servicios de provocación que no se extienden al sexo. Además, el acompañante no suele vender sexo como parte de los servicios, incluso si la noche puede terminar con esto entre las dos o más partes. Este trabajador normalmente da algo más a través de un pago como una cita, alguien con quien pasar el tiempo o que le proporcione intelectual
La diferencia en los servicios
Mientras que el acompañante proporciona tiempo para el pago, el objetivo principal de la prostituta es adquirir dinero para el sexo. La prostituta no suele tener otros servicios a la venta y ni siquiera puede ofrecer otra cosa que no sea sexo. La forma de pago para el acompañante es generalmente dinero, pero puede aceptar algo más. El acompañante también acompañará al cliente a eventos de entretenimiento como una ópera, a un club o a una cena. La prostituta sólo prestará servicios sexuales de alguna forma en base a la cantidad de dinero que el cliente pagará.
La diferencia en la escort como persona
Por lo general, un acompañante trabaja para lograr dos objetivos al mismo tiempo. Estos incluyen la adquisición de fondos para los servicios prestados al cliente y para asegurar que el cliente reciba satisfacción por los servicios prestados. El acompañante quiere complacer a la otra parte con su presencia, incluso si es sólo para conversar por la noche. La necesidad de hacer algo de carácter sexual no tiene por qué entrar en la situación a menos que ambas partes estén de acuerdo en tener relaciones sexuales consensuadas. Sin embargo, el acompañante quiere repetir el negocio o la publicidad boca a boca asegurando la satisfacción del cliente. Esto a menudo requiere una táctica muy diferente.
La diferencia en la prostituta como persona
El objetivo principal de la prostituta es recibir dinero rápidamente y satisfacer al mayor número de clientes posible para adquirir esta compensación. Algunos pueden tener una adicción a las drogas o al alcohol que es un drenaje constante de fondos. Otras no tendrán otra personalidad que la de atraer al cliente al intercambio de dinero por sexo. En la mayoría de las interacciones, la prostituta no proporciona nada más que gratificación sexual. En raros casos, la prostituta puede besar u ofrecer conversación. Otra diferencia importante es que la trabajadora del sexo puede no tomar precauciones y podría propagar enfermedades de transmisión sexual. El acompañante puede ni siquiera ofrecer sexo, pero normalmente evitará esta acción practicando alguna forma de sexo seguro.
Diferencias por ley
Generalmente, cualquier prostitución que ocurra en cualquier estado que no sea Nevada es ilegal. La persona que provee los servicios está cometiendo un crimen junto con cualquier cliente que compre estos servicios. Sin embargo, la escolta no puede cometer ningún crimen cuando provee otros servicios que no incluyan el sexo. El intercambio de dinero no es específicamente para el sexo, y la escolta a menudo pasa por alto estos asuntos legales a través de tecnicismos. Los acompañantes a menudo también trabajan desde una casa o un hotel y pueden usar diferentes lugares para entretener a los huéspedes que pueden no tener nada que ver con un intercambio de dinero por servicios sexuales.
Las diferencias entre estos dos tipos de trabajadores también pueden cambiar los posibles cargos que puedan surgir de la aplicación de la ley. A un acompañante no se le suele pillar solicitando a alguien servicios sexuales a cambio de dinero o vendiendo sexo a cambio de una compensación. Además, un acompañante puede utilizar Internet u otras aplicaciones móviles para contactar con clientes en los que la mayoría de las prostitutas trabajan en la calle o intentan atraer a otros en persona.
Defensa legal como acompañante o prostituta
La persona acusada de participación en la prostitución o de ser acompañante puede necesitar contratar un abogado para defenderse de los cargos penales. El abogado tendrá que explicar la diferencia y cómo el acusado no fue parte de un delito sexual en el estado o que la evidencia es inválida de alguna manera.
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2019.10.17 01:25 Ecstatic_Drop trap / rap 2019 la mejor musica del momento, very good miusic

trap / rap 2019 la mejor musica del momento, very good miusic
El trap es un subgénero musical del rap que se originó en la década de 1990, en el sur de los Estados Unidos.1#cite_note-cr-1)​2#cite_note-topman-2)​3#cite_note-djmag-3)​
El término trap proviene del argot estadounidense para denominar el lugar donde se venden drogas ilegalmente o al hecho de venderla.
La música trap usa sintetizadores, cajas rítmicas, sub-graves, hi-hats de subdivisión binaria o ternaria, y normalmente abundante y en ocasiones exagerado uso del auto-tune y los modos armónicos menores para darle una estética oscura y triste.4#cite_note-4)​ Estas características primarias conformarán el sonido característico de la música trap procedente de productores como Shawty Redd.5#cite_note-5)​
El trap se diferencia de otros géneros por su ritmo, arreglos electrónicos densos y sombríos. Puede ser muy lento y a la vez rápido. El trap mantiene una fuerte influencia del hip hop, tanto estética como técnicamente. Sin embargo, en la mayoría de los casos la métrica de la música trap es considerablemente más sencilla que la del rap tradicional, llegando en ocasiones a ignorar completamente la medida de los versos o la rima. Lo importante no son las notas musicales, sino los efectos sonoros. Esta es la mayor diferencia entre ambos géneros, que a menudo suelen confundirse.6#cite_note-6)​7#cite_note-lexluger-7)​
Surgió a principios de los años 90 con discreta popularidad; el término se originó en Atlanta, Georgia, donde raperos y grupos como Three 6 Mafia, UGK, Outkast y Goodie Mob fueron de los primeros en usar este estilo en su música siendo considerados los padres del trap.
A mediados de los años 2000, el número de raperos dedicados al trap aumentó, empezando a ser reconocido después del éxito de varios álbumes y singles con letras que cubrían temas sobre la vida en el guetto, el tráfico de drogas y la lucha por el éxito social.2#cite_note-topman-2)​ Varias personalidades del Southern Rap, como T.I., Young Jeezy, Gucci Mane y Rick Ross produjeron éxitos que comenzaron a aparecer más fuertemente en discos de mezclas y en emisoras de radio fuera de Estados Unidos.
A principios de los años 2010, la segunda ola de artistas del trap alcanzaron el top de los Billboard y ayudaron a aumentar la popularidad del trap. El productor y pionero del trap Lex Luger ganó popularidad, llegando a producir más de 200 canciones en 2010 y 2011, incluyendo numerosos singles de artistas raperos famosos como Rick Ross con la canción «BMF (Blowin' Money Fast)», H•A•M de Kanye West y Jay-Z. Rick Ross, Future),3#cite_note-djmag-3)​ Young Thug, Kanye West y especialmente Chief Keef puso de moda por su estilo. Muchos utilizan los ad-libs famosos de Keef tales como «aye», «gang gang», «let's get it» (versión de Lil Pump:esskeetit) y «phew» se convirtió en tendencia en el mundo del trap. En varias entrevistas con Playboi Carti, YBN Almighty, Lil Uzi Vert, Lil Pump, Smokepurpp, Ski Mask the Slump God y Juice WRLD dieron crédito a Keef por la mayor influencia de la ola del «mumble rap». Desde el surgimiento de Luger, su sonido característico ha sido de uso intensivo en el trap de los 808, las trampas nítidas, los hi hats de alta velocidad, las teclas de sintetizador y la orquestación de metales, cuerdas, instrumentos de viento y teclados. Muchos de sus sonidos fueron adoptados e incorporados por otros productores del hip hop. Lex Luger y 808 Mafia se consideran los pioneros del trap moderno.

Trap latino[editar&action=edit§ion=2)]

📷Bad Bunny, uno de los máximos exponentes del Trap latino, muy popular desde mediados de la década de 2010.
También llamado en inglés "latin trap", es un subgénero y la versión latina del trap norteamericano. Si bien el trap latino tiene sus primeros antecedentes ya en la década del 2000, fue popularizándose masivamente recién a mediados de la década del 2010, por encima inclusive del reguetón, muchos de sus canciones en conjunto con otros artistas, y hasta a veces una especie de "remix" de los mismos. Algunos de sus máximos exponentes son: Ozuna, De La Ghetto, Bad Bunny, Farruko, Maluma, Arcángel, Anuel AA, Bryant Myers, Lary Over, Paulo Londra, Duki entre otros.
Los primeros artistas en incursionar en el subgénero fueron Arcángel), Ñengo Flow, Randy, De La Ghetto, entre otros, principalmente raperos y cantantes de Puerto Rico. Randy y Arcángel se atribuyeron el haber comenzado a finales de 2006 el movimiento del trap latino mediante canciones como «Me compré un full», «El pistolón» y «Sensación del bloque», a pesar de que en 2007 (año en que esas canciones fueron lanzadas) no se hablaba aún de ese subgénero, ya que no se tenia conocimiento del mismo y se lo relacionaba con un reggaeton simple.[cita requerida]
Así como el reguetón en su momento, el trap latino es duramente criticado por sus letras obscenas, incitando al sexo, drogas, fuerte machismo, infidelidad, etc. Por ejemplo, el sencillo «Cuatro Babys» de Maluma fue fuertemente criticado por su contenido ofensivo hacia las mujeres, según expresó la activista Yolanda Domínguez quien trató al intérprete de machista y misógino e incluso pidió que su vídeo musical fuera retirado de YouTube.8#cite_note-8)​ La polémica rodeó a Maluma durante algunas semanas por el tema, y varios de sus colegas, entre ellos Farruko, opinaron que la controversia surgió debido a que el cantante venía haciendo un tipo de música distinto, estableciéndose como un cantante pop comercial de letras aptas para todos los públicos. A pesar de ello, el sencillo logró alcanzar el puesto 15º en el Hot Latin Songs de Billboard en diciembre de 2016, siendo la canción de trap latino que más escaló en esa lista.[cita requerida]
Posteriormente, el trap alcanzaría mayor acogida con la aparición del puertorriqueño Bad Bunny, quien logró incluir quince canciones en la lista Hot Latin Songs en 2017 y en 2018 logró posicionar 27 en el mismo ranking, contando con numerosas participaciones con artistas como Will Smith, Cardi B y Drake) y la publicación de su disco X 100pre a fines de ese año.9#cite_note-9)​10#cite_note-10)​11#cite_note-11)​ Otros cantantes urbanos como Anuel AA comenzaron a incursionar en el trap latino y acrecentaron la popularidad del género, por lo que muchos otros cantantes de reguetón también graban y lanzan canciones de trap.12#cite_note-12)​

Criticas[editar&action=edit§ion=3)]

La incapacidad del Trap latino para reproducirse en los radios de EE.UU se deriva de la blasfemia y lascivia de la letra. La canción "Cuatro Babys" de Maluma ha recibido mucha controversia sobre sus letras, ya que podría parecer que sugieren violencia directa hacia las mujeres. Se publicó una petición en Change.org exigiendo la eliminación de la canción de las plataformas digitales. A pesar de esta controversia, la popularidad de "Cuatro Babys" solo ha aumentado con la canción que se ha cuadruplicado Platinum. Debido a esto, el trap latino ha tenido un seguimiento grande, pero principalmente odiado.
El 15 de septiembre de 2018, Anuel AA lanzó una canción dirigida a su compañero rapero Cosculluela. La canción fue ampliamente criticada debido a su lenguaje grosero y comentarios ofensivos sobre la homosexualidad y los pacientes con VIH. Debido a la reacción del público, el concierto de Gazmey en el lugar del Coliseo de Puerto Rico programado para el 12 de octubre de ese año fue cancelado por su personal de producción y productor principal, Paco López. Gazmey luego emitió una disculpa por la canción.

Trap en España[editar&action=edit§ion=4)]

El trap llegó a España entre el 2008 y el 2010 con unas primeras pinceladas.[cita requerida] Pero no fue hasta el 2012 que apareció el trap como término musical y pequeños artistas underground empezaron a ganar notoriedad en la escena.[cita requerida] El peso de ser los introductores de este género lo lleva Steve Lean en la producción musical al conseguir hacerse escuchar en la edición del festival Sónar del año 2015, actuando junto a Mala Rodríguez, donde llamaron la atención de la discográfica Sony para publicar con ellos el primer largo.13#cite_note-mundo-13)​
Este grupo (y otros que fueron apareciendo a medida que el género musical iba ganando adeptos) reflejó la sociedad actual en sus canciones y eso hizo que millones de jóvenes se sintieran identificados con el trap cada vez con más fuerza.
Actualmente el trap es un estilo musical que va restando espacio en los medios de comunicación a otros estilos más comunes, como ya sucedió en Estados Unidos y Latinoamérica.
Estos son algunos de los representantes del trap español:13#cite_note-mundo-13)​14#cite_note-14)​

(bibliografia de wikipedia)
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2019.10.06 04:28 altovaliriano Eddard Stark

George R. R. Martin reiteradamente afirma que nenhum personagem está a salvo da morte, uma noção que ele lapidou muito habilidosamente para estabelecer na saga. A primeira pedra da fundação desta estrutura é lançada com Eddard "Ned" Stark, ao final de A Guerra dos Tronos.
Ned é visto como personagem central do primeiro livro, no qual ele é apresentado como um pai amoroso, marido dedicado, amigo querido, líder confiável, vassalo leal, homem devoto e cumpridor de sua palavra e deveres. Estas qualidades são apontadas como as razões pela qual os leitores o identificam como o herói da história e alguém para quem torcer.
A história do personagem todos sabemos. Ned estava feliz no Norte com sua família quando notícias de que seu antigo protetor e pai de criação teria sido assassinado e seu rei (e amigo de infância) o nomeia como substituto no cargo de Mão do Rei. Desde o momento em que Ned aceita (relutante) o cargo, sua família começa sofrer com os atritos políticos entre Eddard e a família da Rainha. Em Porto Real, Eddard vai de peixe fora d'água a persona non grata enquanto investiga as circunstâncias da morte de Jon Arryn, até que perde todo o apoio político que tinha na capital com a morte do Rei Robert. Eddard tenta fazer justiça, mas é traído, humilhado e acaba por sequer ganhar a misericórdia que lhe foi prometida.
É muito apontado que Ricardo Plantageneta, o 3º Duque de York (1411-1460) seria a inspiração histórica de GRRM para Eddard Stark. O líder de sua Casa de York nos primeiros anos da Guerra das Rosas havia sido nomeado como Lorde Protetor e Regente da Coroa quando o Rei Henrique VI sofreu um colapso nervoso, traiu a Coroa e enfrentou a Rainha Margaret de Anjou, da Casa de Lancaster, mas acabou derrotado e teve sua cabeça exposta nos portões da cidade de York.
Outra inspiração histórica apontada é um dos filho de Ricardo, que viria a reinar como Ricardo III, que havia tentado usar o testamento de Eduardo IV para se tornar regente de Eduardo V... somente para depois anular o casamento de sua cunhada Elizabeth Woodville com o irmão, declarar seus sobrinhos como bastardos e tomar o trono para si. No fim, foi derrotado pelos filhos do primeiro casamento de Elizabeth.
Mas nenhuma dessas personalidades históricas pode ser tomada como referência direta à Eddard Stark, uma vez que a forma como Martin retratou Eddard parece ter sido moldada tendo em vista as necessidades da ficção e não como um estudo da história do mundo real. Portanto, é necessário avaliar a construção da personalidade de Ned Stark dentro das exigências de "As Crônicas de Gelo e Fogo".
Assim, para entender Eddard, proponho questionarmos sua criação, suas relações pessoais e suas relações políticas.
EDDARD, O ANIMAL HUMANO
Eddard nasceu como segundo filho de Rickard e Lyarra Karstark, mas sem demora foi substituído como caçula por Lyanna e Benjen. Ser um filho do meio já evoca uma série de questões sobre auto-estima e favoritismo em um núcleo familiar, especialmente em uma sociedade como a de Westeros, em que toda a fortuna da família é passada apenas para o primeiro herdeiro na linha de sucessão.
Tudo isto parecia ser verdade na família Stark. Ned relata que foi seu irmão mais velho, Brandon, quem recebeu toda a educação senhorial e era tido como o próximo senhor, até mesmo por Eddard, que não nutria nenhuma esperança de herdar Winterfell.
Neste contexto, o papel que um segundo irmão deveria desempenhar era o de leal vassalo do irmão mais velho. Não sabemos se a personalidade de Eddard foi determinante para que ele absorvesse essa postura ou se estas lições lhe foram passadas por seus pais ou por Jon Arryn. Contudo, sabemos que é assim que Eddard entendia seu papel dentro de sua família. Afinal, foram a estas lições que ele recorreu quando explicou a seu segundo filho, Bran, qual deveria ser seu papel diante do primogênito Robb.
De todo modo, se seu papel secundário e instrumental não estava claro durante sua infância em Winterfell, deve ter ficado muito claro quando foi enviado para o Ninho da Águia, para ser criado por um estranho. Ao contrário de Robert, Ned parece ter voltado pouco para a sede de sua Casa durante sua adolescência, fazendo com que seus laços com sua família e os nortenhos fossem notoriamente mais fracos do que os de Brandon, que foi criado em Vila Acidentada. Na verdade, Brandon era de tal carisma que conquistaria amigos até mesmo no Vale de Arryn.
Por outro lado, Ned é descrito como tímido, reservado, com aparência solene, coração e olhos gelados que parecem julgar os outros com desdém. Talvez isso tenha sido desenvolvido depois de adulto, e em razão das adversidades que enfrentou. Talvez estas características estivessem com ele desde que ele fosse criança. Assim, é possível que tenha deixado poucas amizades para trás quando partiu com oito anos para o Ninho da Águia.
Uma vez sob a tutela de Jon Arryn, a vida parece ter sido diferente. Como Jon Arryn havia perdido sua segunda esposa, irmão e sobrinho e não tinha filho algum, Robert e Ned eram como se fossem seus filhos mais velho e mais novo, respectivamente. Durante os nove anos que ficou por lá, é imaginável que Eddard tenha recebido muito mais deferências do que recebia de seu próprio pai em Winterfell.
Na verdade, a propalada honra de Ned Stark pode ser mais fruto de sua criação junto a Arryn do que derivada dos Stark. Não só porque a honra é uma das marcas daquela outra Casa ("Alto como a honra"), como o próprio Jon Arryn demonstrou que punha a honra frente a cega obediência (como quando se recusou a entregar Robert e Ned a Aerys e iniciou uma Rebelião por isso).
Já sobre os Stark de Rickard, por sua vez, paira uma suspeita de que tinham tanta sede de poder e influência quanto tinham de sangue (o tal "sangue de lobo"). Talvez por isso também que sejam tão notórias as diferenças entre Eddard e seus irmãos. Para além de uma mera incompatibilidade de gênios, pode ter havido uma incompatibilidade de criação.
Eddard não deixou de amar os irmãos, entretanto. Ainda que ele condene as atitudes de Brandon e Lyanna, Ned encomendou estátuas mortuárias para todos eles nas criptas de Winterfell, algo inédito na tradição Stark, que demonstra quão profundamente sentimental ele era, especialmente para seus familiares que tiveram um fim trágico.
Contudo, as vezes parece que a verdadeira família de Eddard, aquela que era dona de seu coração era triângulo que formava com Jon Arryn e Robert Baratheon. De fato, ao saber primeiro da morte de Arryn e depois da visita de Robert logo no começo de A Guerra dos Tronos, Ned vai da escuridão a luz: ele perdeu uma parte importante de sua família postiça, mas outra está a caminho para uma visita inesperada.
Por alguma razão que eu ainda não entendo completamente, entretanto, Ned parecia amar Lyanna acima até mesmo de Robert (apesar de ele achar que Robert tinha uma devoção por ela ainda maior do que a dele - AGOT, Eddard I). Nas memórias de Eddard, Lyanna era uma "menina-mulher de inigualável encanto" e, se foram verdade as especulações de que Lyanna o teria visitado às vezes enquanto ele esteve no Vale, poderia ser um indício de que entre ele e Lyanna havia uma intimidade ímpar na família Stark.
Durante "A Guerra dos Tronos", há vários instantes em que essa intimidade e as promessas que Lyanna requereu em seu leito de morte ecoaram. Mas um dos momentos que eu julgo mais significativo foi quando Robert, também em seu leito de morte, cita e imita Lyanna:
Saudarei Lyanna por você, Ned. Tome conta dos meus filhos por mim. [...]
– Eu… defenderei seus filhos como se fossem meus – respondeu lentamente.
(AGOT, Eddard XIII)
Esta coincidência parece indicar que Lyanna e Robert foram as figuras fraternas centrais na vida de Eddard.
NED, PARA OS ÍNTIMOS
Já foram explorados acima vários aspectos da personalidade íntima de Ned. Mas é preciso discriminar melhor. E o primeiro deles se refere à visão que, durante a infância, Ned tinha de sua família e vice-versa.
Sobre seu pai e mãe, pouco conhecemos através de Ned. E isso parece indicar que há uma distância, tanto porque não era um filho com deferência de nenhum deles, quanto porque ele desenvolveu sua psicologia longe de casa, sob a tutela de sua icônica figura paterna, Jon Arryn.
Sobre seus irmãos, Ned passou a vida à sombra de Brandon (sendo suplantado por ele até na tarefa de conseguir para si próprio uma dança com a garota por quem ele se apaixonou), mas até parecia apreciar esta posição, pois sentia-se mais confortável na posição de irmão cumpridor de seu dever.
Quanto à Lyanna, há muitos indícios de sua intimidade, o que talvez decorresse de seu temperamento analítico, em contraste com o sangue de loba dela. O modo como Eddard tentou persuadir Lyanna de que Robert seria um bom partido parece revelar que Eddard pensava ter algum influência sobre ela. Ao mesmo tempo, Eddard afirma que Robert não conhecia a garota como ele. Pode ser, inclusive, que a falta de de rancor de Eddard por Rhaegar e sua reação mais moderada quando o príncipe a coroou Rainha da Beleza e do Amor em Harrenhal decorram de um certo conhecimento sobre a natureza de Lyanna e de como ela poderia estar correspondendo àquilo.
Sobre Benjen, o relacionamento com Eddard parece mais distante. É curioso pensar que, sendo o outro único filho sobrevivente de Rickard e Lyarra, somente tenha se aproximado melhor de Ned nos anos entre o fim da Rebelião de Robert e seu ingresso para a Patrulha da Noite. É possível, inclusive, que essa falta de intimidade, aliada com o fato de Ned já ter retornado a Winterfell com dois filhos homens, tenham sido decisiva na decisão de Benjen ir para a Muralha.
O segundo aspecto da personalidade íntima de Eddard é como ele se portou durante sua idade adulta, enquanto fazia amigos, vivia amores e formava uma família.
Eddard nunca é descrito como sendo um homem atraente ou um amante encantador. Na verdade, Catelyn fala como ficou desapontada com ele ser mais baixo e melancólico e ter um rosto mais simples que o de Brandon. Mas ela afirma que com o tempo descobriu o amor no coração "bom e doce" de Ned.
É interessante notar que essa foi a mesma opinião que ela deu sobre o Norte a Lynesse Hightower:
Lembrava-se de como a Senhora Lynesse era jovem, bela e infeliz. Uma noite, após várias taças de vinho, confessara a Catelyn que o Norte não era lugar para uma Hightower de Vilavelha.
– Houve uma Tully de Correrrio que sentiu o mesmo um dia – Catelyn respondeu com gentileza, tentando consolá-la –, mas, com o tempo, encontrou aqui muitas coisas que podia amar.
(ASOS, Catelyn V)
Portanto, Ned é uma alegoria do Norte: inóspito, simples e melancólico, mas que guarda algum tipo beleza e calor. A próprioa Lyanna é descrita como uma bruta por alguns (meistre Yandel) e uma beleza selvagem por outros (Kevan Lannister). Sabemos que Ned não tinha a natureza da irmã, mas poderia ter um pouco dessa beleza selvagem? Talvez Ashara o tenha visto sob essa ótica? Talvez nunca saberemos.
O que sabemos com certeza é que Eddard era um marido dedicado, assim com Catelyn era uma esposa dedicada. Ironicamente, dois cumpridores de seu dever conseguiram fazer surgir amor em um casamento arranjado que era o substituto de outro casamento arranjado. A forma como Eddard se obrigou a respeitar até a crença religiosa da mulher é tocante (construindo um septo para ela e trazendo um septão a Winterfell).
Isto é diferente do tipo de amor que Robert tem por ele. A amizade entre os dois parece o típico caso em que um extrovertido carismático adota um introvertido sem amigos. Este tipo de relação - que é imposta por outra pessoa - parece ser o tipo com que Eddard lida bem. Ironicamente, poderíamos dizer que Ned só é amigo de seu "chefe", o que combina com sua lição a Jon de que um senhor nunca deve ser amigo dos homens que comanda (ADWD, Jon III).
Como pai, Ned era muito efetivo e marcou seus filhos profundamente. Podemos ver os resultados de sua criação naqueles que amadureceram antes de sua morte. Robb havia absorvido todo o dever, a honra e o senso de justiça do pai, se tornando um Eddard em pele de Tully. Jon seria sua imagem e semelhança, caso não fosse filho de outros e não tivesse sido acossado a vida inteira por Catelyn. Ainda assim, é incrível que toda essa adversidade não o tornou menos cópia de seu "pai". É notório que Jon é mais orgulhoso que Robb, mas isso é uma coisa sua, talvez um mecanismo de defesa, resultado de um complexo de inferioridade, ou apenas das falsas certezas da juventude.
Bran, Arya e Rickon eram jovens demais para que a influência do pai cristalizasse em sua personalidade. Portanto, eles hoje estão suscetíveis à influência de outras figuras paternas na jornada que enfrentam. Ainda assim, pequenas lições de Eddard continuam a ecoar neles mesmo anos mais tarde. Bran ainda se lembra sobre como seu pai dizia que apenas diante do medo os homens podem ser corajosos, e Arya procura uma matilha constantemente para não perecer como o lobo solitário 'quando os ventos brancos se erguerem'.
O caso oposto foi o que aconteceu com Theon Greyjoy. Nem todo o tratamento com deferência que lhe foi oferecido em Winterfell resultou em boas relações com Ned. Ainda que descontemos seu conflitos internos pessoais (assunto para outro texto), esta repulsa de Theon pode ser explicada pelo fato de que ele havia crescido e sido educado dentro de uma cultura que odeia os habitantes do continente, em especial os nortenhos. Portanto, diante da educação recebida nas Ilhas de Ferro e do tratamento solene que lhe era dirigido, não parece inverossímil que ele mais tarde alegue que era sempre lembrado de sua condição de prisioneiro e pense que Eddard era frio com ele.
Entretanto, como visto em A Dança dos Dragões, o verdadeiro ressentimento de Theon era saber que nunca seria parte da família Stark. De fato, havia semelhanças demais entre a história de Ned e Theon para que suponhamos que Ned não tivesse boa dose de tato quando eles se relacionavam. Ned também havia sido retirado de casa quando ainda era criança para ir morar com um estranho em uma terra estranha. Ainda que sua condição no Ninho da Águia fosse bastante menos opressora do que a de Theon em Winterfell, ninguém poderia dizer que Ned foi voluntariamente enviado para o Vale. Assim, As conclusões de Theon serão sempre injustas.
Mas esse não é o caso mais interessante e agudo entre as crianças criadas por Ned. O relacionamento mais desafiador e com mais consequência era aquele com sua filha Sansa. Comecemos por dizer que não havia nada afetivamente errado entre eles, mas as circunstâncias tornaram as falhas deste relacionamento em um sintoma do que havia de errado no próprio Eddard como Mão do Rei. Em síntese, os erros de Sansa também foram erros de Ned.
Durante os eventos sinistros que ocorreram em A Guerra dos Tronos, Ned repetidamente deixa suas filhas no escuro sobre o que realmente estava se passando. Em razão da diferença de naturezas, Arya e Sansa têm respostas diferentes às situações. Eddard tem mais sucesso em apaziguar Arya, cujas semelhanças com Lyanna podem ter ajudado com que ele a compreende-se melhor (veja: Eddard até permitiu que Arya tivesse treinamento em armas quando sabe-se que o próprio Lorde Rickard não o permitiu a Lyanna).
Contudo, Sansa não é uma garota que tinha 'ferro por baixo da beleza', como Lyanna. Sansa é a garota para quem 'a cortesia era a armadura de uma dama'. E é justamente aqui esta a falha de Eddard. Ned não tem traquejo social, não entende de sutilezas e acaba traído e executado justamente por isso. Portanto, não é nenhum coincidência ou ironia que Sansa esteja sob a tutela e controle do homem que conhecia o suficiente de sutilezas para, por exemplo, trair e garantir a execução de Ned e ainda sair de mãos limpas e levando a filha que Ned não soube lidar adequadamente.
Mas a bizarra relação pai-filha entre Mindinho e Sansa é assunto para outro texto.
LORDE EDDARD STARK
Eddard Stark foi Lorde de Winterfell e guardião do Norte por 15 anos e é amado o suficiente na região para que pessoas arrisquem as próprias vidas em intrigas e guerras para proteger seus filhos. Mas se era Brandon quem teve a educação senhorial adequada e Ned não é carismático ou tem traquejo social, como isso é possível? Muito facilmente, alguém responderia que isso se deve a um longo verão de 10 anos. Mas não é só isso, á traços da personalidade de Eddard que o tornam um bom senhor.
O primeiro deriva de uma afirmação de Catelyn lembranda por Arya quando viu Tywin Lannister em Harrenhal:
Lorde Lannister tinha um aspecto forte para um velho, com rígidas suíças douradas e uma cabeça calva. Havia algo no seu rosto que fazia Arya lembrar-se de seu pai, embora não se parecessem em nada. Tem uma cara de senhor, é só isso, disse a si mesma. Lembrava-se de ouvir a senhora sua mãe dizer ao pai para envergar a cara de senhor e ir tratar de algum assunto. O pai ria daquilo. Arya não conseguia imaginar Lorde Tywin rindo de qualquer coisa.
(ACOK, Arya VII)
Como se vê, Eddard tinha cara de Lorde. O suficiente para ser comparável a ninguém menos do que Tywin Lannister. Pode parecer irrelevante, mas é algo que o próprio Bran também nota, como Eddard assumia o rosto do Senhor de Winterfell logo no primeira capítulo do primeiro livro.
O segundo é que Ned não faz separação entre o público e o privado. Sua relação com seus próprios servos é muito pessoal. A ponto de achar que o Senhor devia ceiar com seus homens e conhecê-los, para que eles não morram por um estranho (AGOT, Arya II). Esta tipo de política pessoal é tipicamente nortenha. É o tipo de política que mais tarde Jon Snow indica a Stannis Baratheon a seguir: deixe que eles lhe conheçam e eles lhe seguirão.
Este tipo de política, contudo, não é o que seria útil em Porto Real. Mas também este erro não pode ser atribuído totalmente a Ned. O primeiro erro foi de Robert, que selecionou Ned com base na confiança, não em suas competências. Caso Robert, tivesse olhado para sua própria família (como Stannis esperava, por isso que ele partiu para Pedra do Dragão depois que Robert o pulou), talvez o conflito contra os Lannister teria sido muito mais restrito e menos danoso ao reino.
Havia sinais que Robert deixou de ler quando selecionou Eddard para o cargo de Mão. O primeiro era que Eddard era essencialmente um soldado. Jaime Lannister, quando avalia Randyll Tarly como candidato a Mão de Tommen, ele avalia que um soldado é uma "fraca Mão para tempos de paz" (AFFC, Cersei II). E isto é especialmente verdade quando notamos que Eddard é um agente político sem agenda ou ambição. Na ausência de um conflito real, ele é apenas alguém segurando a cadeira para outra pessoa (e que não via a hora de ir embora).
Talvez tenha sido o fato de que Ned continuou no Norte a se portar como um segundo irmão obediente e não causar problemas a Porto Real que tenha feito Robert pensar que Lorde Stark daria uma boa mão. Mas a postura isolacionista de Eddard deveria ter funcionado como um sinal de que o homem não saberia lidar com costumes da política sulista.
Porém, no final, Robert preferiu algo que lhe trouxesse conforto e familiaridade. E a falta de traquejo de Ned cobrou seu preço. Desde o primeiro encontro com o conselho, Eddard demonstrou que não tinha talento para fazer aliados, não estava acostumado a não ter a palavra final e tinha uma retórica rudimentar. Todas estas qualidades reunidas fazem de uma pessoa um imã de inimizades.
Fora isso, Ned não se cercou de pessoas que poderia confiar, tampouco agiu para a destituição de pessoas de quem ele desconfiava do conselho do rei (o que seria de alguma fácil de conseguir, já que metade do conselho era de baixo nascimento).
Por fim, quando seus erros de cálculo se acumularam e circunstância fora de seu controle se mostraram desfavoráveis, Eddard julgou que poderia usar seu cargo e uma força mercenária (patrulheiros da cidade subornados) para resolver tudo e cometeu mais um erro de subestimar Cersei, dando-lhe uma chance de fugir, no que ele classificou como "a loucura da misericórida".
No final, os Lannisters usaram sua própria honra contra ele, fazendo com que ele confessasse ter fabricado a verdade pela qual seus homens morreram em seu golpe de estado fracassado.
EDDARD, O MORTO
Primeiro, temos que afirmar o óbvio: Ned não está vivendo uma segunda vida em algum pombo em Porto Real, como afirma a infame e bizarra teoria. Nós estivemos na cabeça de Eddard e ele nunca teve sonhos de warg ou qualquer experiência de troca-peles.
Mas, fora de questões lúdicas, por que Martin matou Ned?
Algumas pessoas pensam que, ao matá-lo, GRRM estava dando o tom dos livros. Pessoas sem capacidade de se adaptar não estariam aptos a serem parte do jogo dos tronos e seriam alvo fácil para jogadores mais talentosos e experientes.
Outros afirmam que foi justamente para mostrar que assim eram as políticas medievais, e que Martin está apenas sendo realista e fiel ao tom da história de nosso mundo. Porém, Martin já afirmou enfaticamente não ter ou defender uma visão niilista do mundo.
Eu gostaria de propor uma terceira via: que Ned foi morto por circunstâncias fora de seu controle. Afinal, no fim, sua morte não era prevista nem por seus inimigos. Foi apenas um capricho de Joffrey, assim como a tentativa de assassinato de Bran.
Qualquer que tenha sido a razão para Ned morrer pela própria espada que ele executa Gared no início dos livros, a morte de Eddard aparentemente já era prenunciada (foreshadowed) desde o começo do livro, com a descoberta a loba gigante morta e seus filhotes desamparados perdidos no mundo.
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2019.08.04 20:16 LittleAnxiousGirl En nuestra sociedad ¿es aceptado que las mujeres invitemos a salir?

Hola a todos! Es mi primer post en este sub, plis trátenme con amor.
Les cuento un poco el por qué de mi pregunta.
Soy una mina de 27 años que anda babeando por un cabro desde hace 2 meses... No hablamos, ni nos hemos visto en persona: es un tipo que conocía a los 12 años y que por cosas de la vida lo agregué a IG.
Bueno, en esos 2 meses que han pasado no he dejado de preguntarme ¿y si lo invito a tomarse un trago? Idea loca, fantasiosa, pero que me carcome... Igual a finales de Septiembre tengo el matrimonio de una amiga y pretendía invitarlo tipo "cita ciegas", pero queda tanto...
En nuestra cultura, ¿es aceptado que una mina invite a un weón? Leo los tips de dating_advice y todos dicen "obvio, voh dale", pero puta acá en Chile es otra cosa... Sobretodo en el sector donde vivo en donde todo es el doble de machista.
Apreciaría los consejos y su opinión respecto al tema. También en cómo ven una mina que llega de la nada y los invita a salir: ¿aperrá? ¿desesperada?
Gracias!
Edit: Gracias por los comentarios! No les voy a mentir, a veces me vienen ataques hipomaniacos y digo: pico lo voy hacer nomás! Pero después me viene mi personalidad mega ansiosa y me echo para atrás. Por ejemplo cuando escribí el post me dije "ya si uno dice que lo haga lo hago" pero ahora ya ando con dolor de guata del nervio jajaja y no me atrevo.
Voy a seguir meditandolo, pero bkn tener la perspectiva del hombre/mujelo que desees ser chileno. Se agradece 😊!
Edit2: No esperaba que tantos comentaran la verdad... pero leyendo todo lo que escribieron, espero que en unos de esos ataques hipomanicos que me dan aperre y lo invite no más. Por el minuto sigo sin atreverme, pero mas por mi personalidad antes que por ser mujer, porque es verdad lo que dicen, uno debería tratar nomas 🤷🏻‍♀️.
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2019.07.02 23:03 Armend Sergio Moro está utilizando técnicas manipulativas de Gaslighting

Gostaria de deixar claro que não tenho autoridade técnica pra realizar um diagnóstico formal de quaisquer transtornos mentais.
Porém, com base em uma experiência sendo parte de um relacionamento abusivo por 3 anos com uma pessoa borderline, tenho conhecimento suficiente pra perceber as técnicas utilizadas pelo Ministro Sérgio Moro.
Moro cita em diversos veículos de comunicação que ele:
Ele nega as mensagens inicialmente, em seguida, deixa explícito que, mesmo que reais forem, não há crime nelas.
E usa de argumentos distorcidos da legislação penal, como foi o caso dele receber testemunhas e repassar para o ministério público. Para se defender contra os deputados hoje, ele diz que isso é algo previsto na legislação. E de fato, é. Porém há de ser remetido via canais oficiais, notificando ambas as partes, e jamais por telegram no privado diretamente para uma das partes.
Parafraseando o significado de gaslighting:
“Gaslighting ou gas-lighting[1] é uma forma de abuso psicológico no qual informações são distorcidas, seletivamente omitidas para favorecer o abusador ou simplesmente inventadas com a intenção de fazer a vítima duvidar de sua própria memória, percepção e sanidade.[2] Casos de gaslighting podem variar da simples negação por parte do agressor de que incidentes abusivos anteriores já ocorreram, até a realização de eventos bizarros pelo abusador com a intenção de desorientar a vítima.”
Uma mentira dita 50 vezes torna-se verdade em uma mente já abalada pelo abuso constante.
Não se discute se o que ele fez ou não é crime, pois é. Ele violou princípios da legislação e da constituição federal.
O que boto em pauta é o medo que tenho deste tipo de pessoa desonesta que visa suprir interesses próprios. Um bom candidato a psicopatia, narcisismo e uma série de outras personalidades do “cluster B”.
Ótimo líder. /s
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2019.06.23 22:11 Unmono12 Saliendo por una comida, en vez de por una relación

Saliendo por una comida, en vez de por una relación

Que no te hagan pagar las fantas.
Traducido de Science Daily
Cuando se trata de conseguir una cita, hay muchas formas en que las personas pueden presentarse y mostrar sus intereses. Uno de los fenómenos más nuevos es una "llamada a los amantes de la comida" en la que una persona establece una cita con alguien que no tiene un interés romántico, con el fin de obtener una comida gratis. Una nueva investigación encuentra que entre el 23 y el 33% de las mujeres en un estudio en línea afirman que se han involucrado en una "llamada gastronómica".
Tras un análisis adicional, los investigadores de psicología social y de la personalidad descubrieron que las mujeres que obtuvieron una puntuación alta en la "triada oscura" de los rasgos de personalidad (es decir, psicopatía, maquiavelismo, narcisismo), así como las creencias tradicionales de rol de género, tenían más probabilidades de participar. Un cita por comida y que lo encuentran aceptable.
La investigación, realizada por Brian Collisson, Jennifer Howell y Trista Harig de Azusa Pacific University y UC Merced, aparece en la revista "Social Psychological and Personality Science".
En el primer estudio, se reclutaron 820 mujeres, el 40% informó que eran solteras, el 33% estaban casadas y el 27% dijo que estaba en una relación comprometida pero no casada. De ellos, el 85% dijo que eran heterosexuales, y fueron el foco de este estudio.
Las mujeres respondieron a una serie de preguntas que midieron sus rasgos de personalidad, creencias sobre los roles de género y su historial de citas. También se les preguntó si pensaban que una cita por comida era socialmente aceptable.
El 23% de las mujeres en este primer grupo reveló que habían participado en una cita por comida. La mayoría lo hacía ocasionalmente o raramente. Aunque las mujeres que habían participado en estas citas creían que era aceptable, la mayoría de las mujeres creían que salir por comida era desde cuestionable hasta inaceptable.
El segundo estudio analizó un conjunto similar de preguntas de 357 mujeres heterosexuales y encontró que el 33% había participado en una cita por comida. Es importante señalar, sin embargo, que ninguno de estos estudios reclutó muestras representativas de mujeres, por lo que no podemos saber si estos porcentajes son precisos para las mujeres en general.
Aquellos de mujeres que se involucraron en citas por comida obtuvieron puntajes más altos en los rasgos de personalidad de la "triada oscura".
"Varios rasgos de la llamada "triada oscura" se han relacionado con comportamientos engañosos y de explotación en las relaciones románticas, como las aventuras de una noche, fingir un orgasmo o enviar imágenes sexuales no solicitadas", dice Collisson.
Collisson y Harig dijeron que se interesaron en el tema de las citas por comida después de leer sobre el fenómeno en las noticias.
En cuanto a la cantidad de las citas por comida que pueden estar ocurriendo en los Estados Unidos, Collisson dice que ello no se puede inferir de la investigación actual:
"Podrían ser más frecuentes, por ejemplo, si las mujeres mintieran u omitieran este tipo de citas para mantener una visión positiva de sí mismas o de su historial de citas", dice Collisson.
Los investigadores también señalan que las citas por comida pueden ocurrir en muchos tipos de relaciones y que pueden ser perpetradas por todos los géneros.
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2018.09.05 17:42 Bird_of_Hermes666 Q.I, I.A, automação e futurologia

Eae pessoal, tudo bom? Esse post tem como base artigos científicos e os comentários do professor Jordan Peterson, com a maioria das referências em inglês, antes de mais nada para as posições que tomarei foram tiradas EM PARTE desses vídeos do Jordan Peterson (não possuem legenda em português): Jordan Peterson - IQ and The Job Market (10min 42s total) e Jordan Peterson: The Dangerous I.Q Debate (19min 45s total).
Jordan Peterson on the meaning of life for men (extra) 11min 24s total
O objetivo desse debate/discussão é sobre a organização da sociedade com o avançar das tecnologias de automação e inteligência artificial, e sobre a disponibilidade de trabalho uma vez que essas tecnologias avancem consideravelmente.
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J.P. no vídeo IQ and The Job Market fala sobre os tipos de atividades que melhor se adequam ao QI médio das pessoas, em uma curva de distribuição (sendo o espectro mais a esquerda da curva onde estão localizados os menores quoeficientes, 85- e os que se encontram a direita com o maior quoeficiente 130+) estão localizados todos os tipos de atividades: que requerem maior complexidade e as de menores complexidade e mais repetitivas; nesse vídeo ele cita que o exército americano possui um critério mínimo de admissibilidade de QI maior que 83 (artigo citado pelo wikipedia), pois até atividades simples como obedecer ordens é de difícil compreensão para pessoas com QI menor que isso, mesmo com treino, e desse modo essas pessoas não possuem utilidade até para o exército. Acontece que ~15% da população se encontra no espectro menor da distribuição, e não há empregos para essas pessoas, até zeladores possuem um QI médio de 87~93. (ponto 1) Esse ponto não é para discutir criminalidade ou atividades ilícitas
Botando de lado um pouco as atividades praticadas por máquinas em fábricas, sabemos que existem empresas hoje como a Tesla que já tenta produzir carros autônomos via I.A. e ultimamente a I.A em desenvolvimento da Alphabet (holding do Google), AlphaGo Zero já começou a trabalhar em protein folding desde o final do ano passado, englobando duas atividades (uma de baixa complexidade e outra de alta complexidade). (ponto 2)
Nos vídeos Jordan Peterson: The Dangerous I.Q. debate e Jordan Peterson - IQ and The Job Market, ele especifica porque o IQ é um teste tão preciso para análises, suas consequências práticas e desconstrói os argumentos usados pela esquerda em que todos são iguais e pela direita que diz basta se esforçar (igualdade das pessoas x meritocracia) com base em seus estudos, a página do wikipédia sobre QI tem 100+ bibliografias que dão sustento a sua argumentação.
Minha opinião:
Levando em consideração os pontos 1 e 2 e extrapolando a capacidade potencial das I.A. no futuro, o modelo econômico como CONHECEMOS hoje não se sustentará, daqui a talvez 200+ anos em um futuro que as I.A. consigam proporcionar serviços, bens e entretenimento de forma melhor, mais eficiente e mais barata que humanos (futuro esse que já está acontecendo) substituindo toda e qualquer atividade humana, atingiremos 100% de desemprego e será necessário um capitalismo voltado para serviço da sociedade.
Como assim, comunismo? (carinha de raiva) >:^((
Não jovem gafanhoto, a I.A. dominante adquire personalidade jurídica de atividade econômica assim como empresas são hoje, e, livre de qualquer interação humana, utilizará o lucro ou grande parte dele, de modo a re-inserir o capital na sociedade de forma semelhante ao imposto de renda negativo, para que haja utilização das atividades providas por ele próprio até encontrar uma homeostase financeira, dividindo o capitalismo de hoje em 2 atividades separadas e auto sustentáveis, consumo e produção. Um futuro distópico semelhante ao início de Matrix (the Second Renaissance, part I, Animatrix - YouTube).
Nesse ponto não existirá criminalidade ou incentivo ao crime, uma forma de eugenia feita pela máquina por meio de úteros artificiais, alteração de genoma indesejáveis etc, de modo a alcançar homeostase social e capital.
Por sinal, úteros artificiais podem ser a solução para países como o Japão que sofrem demograficamente, mas essa tecnologia ainda não existe e está longe de existir, sem falar nas barreiras religiosas e sociais para implementação dessas tecnologias.
Dito isso, como será feita essa transição, quais os problemas que irão surgir e como enfrentaremos sabendo que a maioria das forças políticas (esquerda e direita) arguem de forma incorreta?
Você pode achar que eu estou falando muita bobagem e delirante, mas considere que inteligências artificiais se tornem tão completas a ponto de proporcionar TUDO, um futuro que todas as curas de todas as doenças sejam encontradas e interesses criativos/abstratos surjam da IA para proporcionar e solucionar individualmente cada pessoa.
Uma I.A com Q.I -> ∞, tendendo a infinito.
Vocês acham que pode acontecer? Eu acho inevitável.
Quem tiver interesse em anime e/ou temas semelhantes eu recomendo Psycho Pass (sociedade controlada por máquinas), Ergo Proxy (útero artificial e homeostase social), Animatrix the second Renaissance part I e II e The Matrix (Inteligência Artificial). São obras de ficção científica mas tirando as fantasias e Deus Ex Machina são ótimos materiais de referência. The Animatrix só tem em 360p no YouTube, 720p+ só em torrents ou outros sites.
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2018.08.23 20:15 master_x_2k Zumbido IV

Zumbido IV

Brian llegó cuando Perra y yo estábamos caminando penosamente por el campo con palas y bolsas de basura en la mano. No es la imagen que quería que él tuviera de mí, pero me alegré de verlo de todos modos.
Me limpie usando el grifo en el abrevadero de agua de los perros, pero todavía estaba cubierta de huellas sucias de las patas, manchas de hierba y la piel todavía me picaba con la sensación de que los bichos se arrastraban sobre mí. No tenía ninguna duda de que, con mi pelo mojado y el estado de mi ropa, me veía bastante espantosa.
“Hay agujeros de bala en la puerta de entrada”, Brian habló desde el otro lado de la alambrada, levantando la voz para ser escuchado sobre el torrente de ladridos. Llevaba su traje y su casco, pero tenía la visera levantada y no estaba envuelto en su oscuridad. Desde la distancia, se vería como un tipo con equipo de motocicleta.
“Tranquilos”, ordenó Perra, y los perros se callaron. Al ver lo que los otros perros estaban haciendo, los pocos que no habían aprendido el comando se detuvieron después de uno o dos ladridos más.
“Sí, dispararon sus armas unas cuantas veces”, le dije.
“Y todavía están aquí”, dijo, con leve incredulidad.
“Mi decisión”, le dijo Perra.
“Es una mala decisión”, la amonestó.
“No voy a irme.”
Brian se cruzó de brazos. “¿Es tu orgullo o testarudez digno de lastimar a esos perros?”
Ella frunció el ceño y miró a los perros.
“Lo que dijeron sobre las salchichas,” dije en voz baja, “sobre envenenar a tus perros. No podrías detenerlos a menos que estuvieras aquí todo el día, todos los días, y tal vez ni siquiera entonces.”
“Es cobarde”, Perra escupió las palabras.
“Son cobardes”, le dije. “Básicamente la definición de cualquiera que se une a un grupo de odio. Pero incluso si atacaran de forma más directa, ¿podrías manejarlo? ¿Podrías si veinte personas aparecieran con armas de fuego? ¿O si Night y Fog pasaban a las tres de la mañana, cuando estás solo tú y estos muchachos?”
“Yo puedo arreglármelas sola.”
Suspiré un poco y planté mi pala en el suelo. Tenía que pensar en una forma de convencerla. Si perdía la paciencia frente a su terquedad, ella ganaría la discusión, y todos perderíamos.
“Lo sé. ¿Pero no es mejor confiar en nosotros? ¿Para de verdad manejar esto en lugar de hacerlo sola, escondiéndote y dejando que esos cabrones tengan el poder?”
“No me estoy escondiendo”, me miró enojada. “Estoy protegiendo-”
Brian la interrumpió, “Proteger a tus perros significaría llevarlos a un lugar seguro.”
Ella sacudió su cabeza violentamente. “No. Si hago eso, los malnacidos ganan.”
“Entiendo lo que dices”, le dije. “De verdad, sé a qué te refieres. Pero nuestra prioridad número uno es protegerlos a ti y a esos perros. Una vez que nos hayamos encargado de eso, podemos enfocarnos en enfrentar cualquier amenaza.”
Ella golpeteo con sus dedos contra su muslo, mirando hacia el edificio.
“¿Vamos a encargarnos de ellos?”, Ella hizo la pregunta un desafío.
“Sí”, habló Brian. “No me gusta que estos tipos se estén mudando a esta área. No me gusta que lleguen tan lejos como para atacar a un miembro de nuestro grupo. Si no hacemos algo para responder pronto, va a lastimar nuestra reputación. Necesitamos reputación, nos protege, da a la gente razones para pensar dos veces antes de jodernos.”
Perra asintió. “Bueno.”
Brian arqueó una ceja, “¿Bueno qué?”
“Iré, y vendrán los perros.”
Él sonrió, “Bien. No creo poder saltar esta cerca sin hacer enojar a esos perros, así que me reuniré contigo en la puerta de entrada. Voy a llamar a Coil en el camino.”
“Está bien”, dije. Cuando dio vuelta para irse, yo levanté la mano en el saludo de despedida más pequeño y patético del mundo. A pesar de que estaba bastante segura de que no lo había visto, me quedé sintiéndome como una idiota por hacerlo.
Eché un vistazo a Perra, que me estaba mirando con curiosidad.
“¿Qué?”, ​​Le pregunté, sintiéndome dolorosamente consciente de mí misma.
“Él te gusta.”
“N-”, comencé. Antes continuar con mi protesta, tuve que detenerme. Perra apreciaría la franqueza y la honestidad más que cualquier otra cosa. No estaba segura de poder darme el lujo de parecer deshonesta o de tener dos caras con ella. “…Sí. Me gusta.”
Ella giró para volver a entrar. Un horrible pensamiento me golpeó en ese momento.
“¿Te...te gusta a vos?", Le pregunté.
Ella giró su cabeza para darme una mirada enojada, una que no podía leer en lo más mínimo.
“Porque si lo haces”, me apresuré a agregar, cuando comencé a caminar detrás de ella, “Oye, tú estuviste aquí primero. Me alejaré y mantendré la boca cerrada si quieres intentarlo.”
Hubo unos cinco segundos en los que estuvo muy callada. Mi pulso latía en mi garganta. ¿Por qué me importa tanto esto?
“Deberías ofrecerle dormir con él.”
“¿Y-eh, qué?” Tartamudeé. El alivio se mezcló con la vergüenza, y el abrupto cambio de tema me dejó luchando por ordenar mis pensamientos.
“Es lo que quieren los chicos. Dile que estás disponible si alguna vez quiere coger. Él lo aceptará de inmediato, o comenzará a pensar en ti como una posibilidad y aceptará tu oferta más tarde.
“Eso es- Es más complicado que eso.”
“Es complicado porque las personas hacen que sea complicado. Solo corta con las estupideces y ve por él.”
“No creo que te equivoques sobre la necesidad de tener menos expectativas, reglas y rituales en torno a las citas, estupideces, como dices, pero no creo que pueda hacer lo que sugieres.”
“Lo que sea.”
Me di cuenta, tardíamente, que ella realmente me había ofrecido un consejo. Por... luché por encontrar la palabra. Por muy mal dirigida que hubiera sido su sugerencia, especialmente con Brian, fue probablemente el gesto más evidente de buena voluntad que le había visto, junto a ella diciéndole a Armsmaster que creía que yo podía patearle el culo.
“Gracias, igualmente”, le dije. “Lo, eh, lo tendré en cuenta.”
“No me importa si lo haces.”
Cruzamos el interior del edificio y Perra abrió la puerta para dejar entrar a Brian. Por un segundo, pensé que su franqueza la llevaría a decirle a Brian abiertamente que me gustaba, pero no era el caso. Estaba más centrada en evitar que los perros más rebeldes se escabullen y evitar que ladren al visitante nuevo que en nuestra conversación.
“No puedo contactar a Coil”, nos informó Brian.
“No pude alcanzar a Lisa o Alec antes”, respondí. “¿Crees que algo está pasando?”
Él asintió con la cabeza, “Tal vez. Quédate aquí con Rachel. Voy a chequear a los demás.”
“No”, dijo Perra. “No necesito niñera, y me estoy molestando con ustedes dos estorbándome. Taylor se va contigo. Me quedaré aquí y empacaré.”
“No es una buena idea”, dijo Brian, sacudiendo la cabeza, “Si te atacan mientras tanto-”
“-Tengo a Brutus, Judas y Angelica. Me las arreglé sola durante años, me encargué de personas más duras que esos hijos de puta. Si hay problemas, corro.”
“¿Y si toman a uno de tus perros como rehén?”, Le pregunté. “¿Uno en los que aún no puedes usar tu poder?”
Una mirada oscura pasó por su rostro mientras consideraba eso. “Entonces corro... y me vengo otro día, en mis términos.”
Brian golpeó su pie durante unos segundos. “Bueno. Si hay problemas, será bueno tener a Taylor cuidándome la espalda. Si puedo comunicarme con Coil, cuando lo haga, voy a tratar de conseguirte algunos camiones y personas que los conduzcan. Mientras tanto, mantente alerta y que no te maten.”
Perra frunció el ceño, pero ella asintió.
“Taylor, deberíamos irnos. Mientras antes veamos a Lisa y Alec, mejor me sentiré”, él ya se estaba moviendo cuando terminó de hablar.
En el momento en que estábamos fuera del alcance del oído, se quitó el casco, metiéndolo debajo de un brazo, y me preguntó: “¿Qué pasó?”
Le dije, explicando todo después del punto en que Perra y yo escuchamos el alboroto que estaban causando el hombre botella y su pandilla.
“Es curioso que sea Kaiser quien tenga problemas para controlar a su gente”, reflexionó Brian, cuando terminé.
Me preguntaba si todavía estaba adolorido por lo que Kaiser había dicho en la reunión.
“Coil aumentó la presión en el momento en que se rompió la tregua contra los ABB. Me sorprendería si Kaiser no tuviera las manos llenas con eso”, respondí.
“¿Lo estás defendiendo?”
No era frecuente que me sintiera muy consciente de la diferencia en los colores de nuestra piel, pero que me preguntaran si estaba inventando excusas para el supervillano de la supremacía blanca era uno de esos momentos.
“No quiero subestimarlo, es todo”, le dije.
Brian suspiró, “Sí. Quizás tengas razón. Pero Kaiser estaba dispuesto a exigir una indemnización por el ataque a su círculo de pelea de perros, y estoy más que dispuesto a hacer lo mismo por este ataque de sus skinheads, si llega a eso.”
“Ambos eventos tienen algo sustancial que ver con Perra”, noté.
“Soy consciente de ese hecho”, me dijo, frunciendo el ceño. “Ella es útil, ella es un recurso valioso para el equipo, pero viene con algunos problemas. Ya lo solucionamos en el pasado, lo solucionaremos en el futuro.”
“Claro.”
“¿Como estaba ella? ¿Alguna pelea?”
“Nada serio. No, en verdad estuvo bastante bien. Incluso podría hacerlo de nuevo, si ella me deja.”
“De verdad”, respondió, con escepticismo claro en su tono.
“De Verdad.”
“¿Qué cambió?”
“Estoy descifrándola, creo. Como opera, come piensa.”
“Llevo diez meses en el mismo equipo con ella, y ni siquiera he estado cerca de entender cómo piensa. Normalmente puedo evitar que vaya demasiado lejos o lastime a alguien, mantenerla en línea y hacer que siga las instrucciones, pero todavía no he tenido una conversación con ella que no haga que quiera golpearme la cabeza contra la pared.”
“Ese podría ser el problema. Estás a cargo, te admira, te respeta, pero...” Hice una pausa. ¿Cómo podría decir esto sin entrar en los detalles de su modo de pensar? “...Pero tu eres una especie de figura de autoridad en nuestro grupo, y su personalidad exige que desafié la autoridad. Especialmente cuando está insegura.”
Brian consideró eso. Con una nota de aprobación en su voz, él comentó: “Le estás poniendo bastante empeño.”
“Creo que te sería mucho más fácil manejarla si tomas un papel de liderazgo oficial en nuestro grupo. No solo ser el líder por defecto, sino tomar el puesto. Si no te sientes cómodo con eso, o si piensas que los demás te lo harán demasiado difícil, bueno, probablemente se sentirá más cómoda si confía en ti como alguien a cargo con el tiempo, mientras demuestras que puedes manejarlo.”
“Han pasado diez meses, ¿cuánto tiempo necesita?”
“¿Y ella ha tenido cuántos años, sin padres, maestros, jefes? Quiero decir, incluso cuando tenía padres adoptivos, no creo que fuera todo rayos de sol y arco iris, ¿sabes?”
Se frotó la barbilla. “…Sí.”
“Dime que no ha mejorado al menos un poco en el transcurso de esos diez meses.”
“Ligeramente.”
“Ahí lo tienes. Solo mejorará de aquí en adelante.”
Él me ofreció un gruñido derrotado en respuesta.
Brian caminaba a grandes zancadas, y tenía piernas largas, lo que me obligó a hacer pequeños trotes para mantener el ritmo. No era agotador, estaba en forma lo suficiente para correr, pero era vergonzoso sentirme como un niño pequeño tratando de mantener el ritmo de un adulto.
De cualquier manera, hicimos buen tiempo para volver al departamento.
Brian se llevó el dedo a los labios mientras se ponía el casco y bajaba la visera, emanando su oscuridad para ocultar el disfraz. Hice una mueca y traje bichos para cubrir mi rostro, llamando más desde el área para formar el comienzo de un enjambre. Brian - Grue ahora - extendió la mano y cubrió la puerta principal del departamento en la oscuridad, luego la abrió sin el más mínimo crujido o chillido. Antes de que subiéramos las escaleras de metal que conducían al segundo piso, él las cubrió con una capa de su poder para hacer que nuestros pasos fueran completamente silenciosos.
No anticipé la escena en la sala de estar del departamento.
La TV estaba encendida, mostrando anuncios. Alec yacía en el sofá, con los pies sobre la mesa de café, una comida en su regazo. Lisa estaba sentada en el otro sofá, la computadora portátil apoyada en sus piernas, un teléfono en su oreja. Giró la cabeza mientras subíamos las escaleras, nos dirigió una mirada extraña y luego volvió su atención a su computadora portátil.
“¿Por qué carajos no están contestando sus teléfonos?” Grue levantó su voz espeluznante. Levantó su visor y desterró la oscuridad a su alrededor.
Lisa frunció el ceño y levantó un dedo. Ella continuó hablando por teléfono, “-no estoy de acuerdo con esto, y si me lo hubieras preguntado, habría dicho que no deberías hacerlo. No, sí, creo que es una medida efectiva.”
Señaló la computadora portátil, y di un paso adelante, moviendo los bichos de mi cara y hacia el centro de mi espalda, donde estarían presentes, pero no en el camino, descansando sobre la tela en lugar de sobre la piel. Miré a la pantalla.
“Mi problema es que no son solo ellos. Son sus familias”, dijo Lisa por teléfono. “Regla implícita[1], no se jode con la familia de una capa.”
Leí el contenido del correo electrónico que ella tenía abierto. Sentí una bola de terror asentarse en la boca del estómago. Me incliné sobre el respaldo del sofá y le puse una mano en el hombro para estabilizarme mientras bajaba la mano para presionar la tecla de avanzar página en la computadora portátil. Leí más del correo electrónico y luego presioné el botón otra vez para desplazarme hacia abajo otra vez.
Cuando leí lo suficiente de la página para verificar mis sospechas, presioné la tecla de inicio para regresar a la parte superior de la página. Comprobé quién más había recibido el correo electrónico y la hora en que lo enviaron.
“Carajo”, murmuré. “¡Mierda!”
Lisa me miró, frunció el ceño y luego habló con la persona que estaba al otro lado del teléfono. “¿Podemos terminar de discutir esto más tarde? Tengo que hablar con mi equipo sobre esto. Kay. Luego.”
El correo electrónico era una lista. En la parte superior de la lista estaba Kaiser. Después de su entrada estaban sus lugartenientes, Purity, Hookwolf y Krieg, y el resto de los miembros del Imperio Ochenta y Ocho. Ni siquiera estaba limitado a personas con poderes, señalando a algunos capitanes sin poderes e incluso a algunos de los lacayos de bajo nivel.
La lista incluye imágenes y texto. Debajo de cada uno de los nombres de los villanos había un bloque completo de datos, señalando sus nombres civiles completos, profesiones, direcciones, números de teléfono, las fechas en que se mudaron a la ciudad y las primeras apariciones de sus identidades de traje en Brockton Bay. Había imágenes de ellos en traje emparejado con imágenes de sus supuestas identidades civiles, más o menos igualadas en ángulo y tamaño para facilitar la comparación. La mayoría de las entradas tenían archivos zip adjuntos, sin duda con más datos y evidencia.
Kaiser. Max Anders, presidente y director ejecutivo de Medhall Corporation, una compañía farmacéutica con sede en Brockton Bay. Padre de un Theodore Richard Anders y una Aster Klara Anders. Dos veces divorciado, actualmente vive en un piso en el centro de la ciudad. Conduce un BMW negro. Originario de Brockton Bay, hijo de Richard Anders. Richard Anders, según el correo electrónico, era Allfather, el fundador de Imperio Ochenta y Ocho. Según las imágenes, era evidente cómo la armadura se ajustaba a su rostro y cuerpo, y que tanto Kaiser como Max Anders tenían la misma altura y el mismo tipo de cuerpo.
También había otras imágenes, que mostraban a Max Anders con una hermosa rubia de veintitantos años, y Max Anders con una mujer de pelo castaño mayor en una cafetería, con la mesa llena de lo que parecía ser papeleo. Me desplacé hacia abajo para confirmar mis sospechas, la rubia apareció en otra foto con su hermana gemela. Fenja y Menja.
La mujer de pelo castaño era Purity, según el correo electrónico. Mucho más recatada de lo que podría haber pensado, dada la gran presencia que tenía de traje. Nombre real, Kayden Anders. Decoradora de interiores. Madre soltera de una tal Aster Anders. Purity fue promovida al segundo al mando de Kaiser en la misma semana en que Kayden Russel tomó la mano de Max en matrimonio para convertirse en Kayden Anders. Su separación se produjo en el mismo período de tiempo que Purity dejó el Imperio Ochenta y Ocho para, aparentemente, hacer las cosas por su cuenta. Pequeñas citas apuntaban a archivos aparentemente en el archivo zip adjunto.
Se alegaba que Krieg era James Fliescher. Jefe de una cadena de farmacias, a su vez conectado a Medhall. Padre de tres, casado. Según las notas en su bloque de información, se tomó unas vacaciones dos veces al año con su familia. El correo electrónico indicaba que el archivo comprimido tenía copias de correos electrónicos entre compañías donde les había dicho a sus compañeros de trabajo que había ido a lugares como América del Sur o París, y los registros de vuelo mostraban que estaba mintiendo. Él siempre fue a Londres. Dos veces al año, cada año, durante casi veinte años. Ni una sola vez, durante estos viajes, se había visto a Krieg en Brockton Bay.
La lista continuaba, y continuaba.
Cada pieza de información conectada a otras. Incluso la información sobre los soldados rasos como los que conocí anteriormente con el negocio de Kaiser, muestra cómo fueron empleados como empleados de bajo nivel de Medhall y sus negocios derivados. Parecía que todos tenían antecedentes penales, excepto las personas arriba de todo.
En resumen, era lo suficientemente amplio como para tomar un tipo especial de ignorancia voluntaria para no comprar lo que el correo electrónico estaba vendiendo.
El correo electrónico había sido enviado no solo a Lisa, sino al Brockton Bay Bulletin, a media docena de otras estaciones de noticias locales y a varias nacionales. Todos los que importaban y algunos que no.
El correo electrónico había sido enviado a la 1:27 pm esta tarde. Hace menos de una hora. Esas eran las verdaderas malas noticias.
“¿Coil hizo esto?” Murmuré.
Lisa asintió, con fuerza, “Síp.”
“Con tu ayuda, supongo.”
“Solo un poco. Me preguntó algunas veces, que le ofreciera mis pensamientos sobre algunas cosas, ponerlo en el camino correcto, eliminar posibilidades. No pensé que llegaría tan lejos, o que iría tan lejos. Una vez que lo puse en el camino correcto, aparentemente usó investigadores privados y hackers para desenterrar el resto de esto y obtener la evidencia fotográfica.”
“Carajo”, murmuré.
“No estoy de acuerdo con esto”, dijo. “Está cruzando una línea. No se trata solo de meterse con el enemigo, va a haber un montón de daños colaterales.”
“¿Por qué no contestaste tu teléfono?” Brian cambió de tema.
Ella parpadeó un par de veces, sorprendida, "Mi teléfono estaba casi sin carga, así que agarré uno desechable nuevo para hablar con el jefe. No quería usar el teléfono con el resto de la información de contacto de ustedes, solo para estar seguros. Alec estuvo conmigo todo el tiempo. Debería haber recibido llamadas.”
“Revisa tu teléfono, Alec”, dijo Brian, brusco.
Alec lo hizo. Sus ojos se abrieron, “Oh mierda.”
“Parte de ser miembro de este equipo es estar de guardia si te necesitamos. Lo juro,” Brian gruñó a Alec, “voy a patearte el culo tan fuerte-”
Lisa miró de Brian a Alec hacia mí, “Algo sucedió. ¿Hay alguien herido?”
“Sí, algo pasó, no, nadie está herido. Eso realmente no es lo que me preocupa”, le dije. Señalé la pantalla, “¿Coil planeó esto? ¿Es esto un plan suyo? ¿Usando su poder? ¿Usar su manipulación del destino o lo que sea para crear una coincidencia general, ponernos en una mala posición y obligarnos a unirnos a él?”
Lisa negó con la cabeza con fuerza, “No percibí nada parecido a eso, y no es así como funciona su poder. Además, esperaba que estuviéramos de acuerdo de todos modos. Él no pondría en peligro eso con un truco como este. Es demasiado crudo.”
“Así que fue solo él atacando al Imperio Ochenta y Ocho en un nuevo frente, y una maldita mala coincidencia para nosotros”, dije, tanto a mí misma como a cualquier otra persona.
“¿Qué está pasando?”, Preguntó Alec.
Inhalé profundamente e intenté explicar qué tan mala era la situación. “Coil acaba de hacer una gran jugada contra el Imperio, y parece que fue anónimo. Perra y yo peleamos con algunos de sus subordinados casi al mismo tiempo.”
“Yo no-” comenzó Alec.
“Míralo de esta manera”, interrumpí, “Kaiser y cada uno de sus veintiún lacayos superpoderosos van a estar lo suficientemente enojados como para querer matar a alguien, después de que Coil fue y puso sus vidas de cabeza. Kaiser y su gente saben quiénes somos, de nuestra cooperación contra los ABB. Específicamente, ellos saben quién es Lisa. Entonces, ¿a quién van a culpar por esto, si no al grupo con el que su gente estaba luchando esta misma tarde, el grupo con la muy talentosa recopiladora de información en sus filas?”
“Oh.” Alec dijo. “Mierda.”
“Exactamente.”
[1] Código Implícito: Las Unspoken rules o más “oficialmente” conocidas como Unwritten rules son reglas que tiene la comunidad de capas sobre como se comportan, no es un acuerdo formal, por eso las palabras unspoken=implícitas, sin mencionar, y unwritten=orales, sin escribir, tácitas. Aunque no son leyes formales el código tácito es respetado tanto por héroes como villanos.

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2018.08.08 13:14 JorgeGilManager 13 Estrategias de Marketing Digital para Instagram que debes utilizar

Estrategias de Marketing Digital para Instagram realmente Ganadoras

Instagram dia a dia se esta convirtiendo en una de las RRSS más potentes de todo el mercado. Con mas de ocho millones de cuentas comerciales registradas Instagram se ha convertido en una RRSS más que contrastada para negocios y para conseguir nuevos clientes.
Alrededor de 80 millones de fotos son subidas diariamente a Instagram por su gran base de usuarios, base que tu negocio no debe perder la oportunidad de aprovechar.
Vale la pena señalar que el 60% de los usuarios de Instagram están entre los 18-24 años. Este grupo demográfico es muy interesante para todas las empresas pero en especial para ellas que quieren crear una audiencia fiable a largo plazo, por este motivo (entre otros) Instagram es tremendamente competitivo, en especial en el mercado anglosajón, sin embargo con una buena estrategia vas a conseguir con total seguridad posicionarte por delante de tu competencia.
A continuación vas a encontrar algunas estrategias de Marketing en Instagram que te van a permitir tomar partido en esta plataforma y quedarte en la cabeza de tus clientes por delante de tu competencia.
Las 13 estrategias que vas a encontrar a continuación.
  1. Cambia tu cuenta a Instagram Business
  2. Potencia tu visibilidad con Instagram Ads.
  3. Asociate con Influencers contrastados.
  4. Promoción cruzada
  5. Estudia los datos correctos.
  6. Hashtags si, pero no de cualquier manera.
  7. Crea una Bio para tu perfil realmente buena.
  8. Ten una estrategia en Instagram clara.
  9. Crea contenido por adelantado.
  10. Convierte tu perfil de Instagram en un embudo de ventas.
  11. Crea concursos en Instagram.
  12. Crea historias de Instagram.
  13. Construye una base de seguidores fuerte y fiel en Instagram.

Estrategias de Marketing Digital para Instagram realmente ganadoras #1.

Cambia tu cuenta a Instagram Business

Antes de sumergirte en el interesante y rentable mundo del Marketing en Instagram, asegurate de que tienes una cuenta comercial o cuenta de negocio en Instagram, para saber más sobre este tipo de cuentas, accede a la sección de informacion oficial de instagram sobre cuentas comerciales.
Estos son algunos de los beneficios más evidentes de convertir tu cuenta en una cuenta comercial de Instagram.
Hacer este cambio es realmente sencillo pero va a representar un gran paso en tu estrategia de Marketing en Instagram. si no sabes como cambiar tu cuenta a la versión negocios, échale un vistazo a la guia oficial de Instagram para cambiar a cuenta de negocios.

Estrategias de Marketing Digital para Instagram Ganadoras #2.

Potencia tu visibilidad con Instagram Ads.

No olvides los anuncios patrocinados, según eMarketer la cantidad de compañias que utilizan publicidad en Instagram va en aumento y actualmente la cantidad de anunciantes en Instagram supera a la que Twitter tenía en 2.017.
📷
Esta estadística revela que la publicidad de Instagram llego para quedarse. Y como empresa o negocio debes explotarlo cuanto ante pues puede representar una ventaja competitiva abismal respecto a los competidores en tu nicho y en el mercado hispano.
Además de el hecho de que Instagram tiene una base de datos de 700 millones de usuarios, aquí van algunos datos importantes para que consideres el iniciar tus campañas en Instagram cuanto antes.
Como ves, invertir en publicidad en Instagram es una gran forma de obtener visibilidad y rentabilidad, además es un recurso que en el mercado hispano aún es infrautilizado por lo que tienes un gran margen de respuesta.

Estrategias de Marketing Digital para Instagram Ganadoras #3.

Asóciate con Influencers contrastados.

Si realmente deseas llegar a tus clientes potenciales en Instagram entonces debes plantearte el trabajar con Influencers importantes que tengan una base de seguidores que encajen con el perfil de tu cliente ideal.
Al fin y al cabo ellos ya han hecho el trabajo duro, es decir el de crear una audiencia receptiva y fiel que esté dispuesta a escuchar. Con cada vez más personas comprando productos en base a las noticias o recomendaciones que ven en sus RRSS es indispensable asociarse con Influencers cuyos seguidores realmente puedan estar interesados en nuestros productos.
Así que repito, asóciate con influencers con una base de seguidores que encaje con tu cliente ideal y si no sabes que es o como saber cual es tu cliente ideal te invito a que leas el articulo Público Objetivo o Target Group en Marketing: ¿Qué es?
Los influencers de Instagram son usuarios populares que tienen una gran base de seguidores que aceptan sus recomendaciones y responden satisfactoriamente a sus contenidos. Sin embargo, para que tus campañas de promoción con Influencer en Instagram sean realmente rentables asegurate de que el Influencer en cuestión tiene experiencia con tu tipo de producto.
Échale un vistazo al siguiente ejemplo, en donde HP promociona uno de sus concursos mediante un influencer importante en su nicho.
📷
Olvídate de conseguir ganancias a corto plazo y ventas directas de tu producto con tus campañas. En su lugar, concéntrate en construir una estrategia de marketing a largo plazo con la ayuda de Influencers. Tu objetivo debe ser crear una fuerte conciencia de marca (branding) entre un público que realmente pueda adquirir tus productos en el futuro.

Estrategias de Marketing Digital para Instagram Ganadoras #4.

Promoción cruzada.

Una de las mejores maneras para aumentar el alcance de tus publicaciones y el de tu marca en general es con la promoción cruzada, es decir, promocionar tu Instagram en tus otras RRSS.
Quizas ya tengas seguidores en Facebook, Twitter, LinkedIn u otras, entonces ¿por que no los invitas a seguirte en Instagram también?
Al utilizar esta estrategia vas a conseguir generar mayor exposición para tu contenido y a la vez vas a reducir el coste de producción del mismo..
A continuación quiero compartir un ejemplo de promoción cruzada de la firma de abogados expertos en lesiones Marcus & Mack.
📷
Dependiendo de tus objetivos en RRSS puedes automatizar tu estrategia de promoción cruzada para que tus contenidos se autopubliquen en otras RRSS automáticamente.
OJO: Se trata de planificar la publicación no de publicar exactamente lo mismo, personaliza cada una de tus publicaciones aunque el contenido sea el mismo, ten en cuenta que dependiendo de la RRSS pueden funcionar mejor unas prácticas u otras (hashtags, menciones, etc)
TIP: Ten siempre en cuenta que presencia tiene tu público objetivo en las RRSS con las que decidas llevar a cabo tu estrategia de promoción cruzada.
En definitiva, cuando utilizas esta estrategia basándola en una buena planificación, esta estrategia consigue potenciar tu visibilidad en múltiples canales y a su vez transmitir una sensación de coherencia y linealidad.

Estrategias de Marketing Digital para Instagram Ganadoras #5.

Estudia los datos correctos.

Conocer el funcionamiento y rendimiento de tu cuenta de Instagram es el primer paso para mejorarla. Cuando sabes lo que estás haciendo y la repercusión que está teniendo y puedes medir estos resultados de forma objetiva, entonces puedes permitirte “experimentar” para mejorar.
Cuando analizas los datos correctos puedes hacerte una idea de cuando tu estrategia está bien encaminada aunque aún no haya dado los resultados esperados en última instancia (es decir, ventas).
En definitiva, es importante que conozcas los datos que son realmente importantes a nivel general para tus publicaciones y campañas en Instagram.

Tasa de crecimiento de Seguidores.

El número de seguidores que tienes puede considerarse como una cantidad subjetiva (por aquello de los seguidores activos y los inactivos). Sin embargo, tu tasa de crecimiento de seguidores no, ¿por qué no?, sencillo, al estudiar tu tasa de crecimiento vas a poder determinar cómo tus contenidos, publicaciones, promociones, etc. están consiguiendo despertar el interés de seguidores activos (al fin y al cabo están siguiendo nuevos perfiles, en este caso, el tuyo 📷)
📷

Tasa de interacción.

Medir el compromiso de tus seguidores, lo que incluye me gustas o comentarios es vital para saber que tipo de publicaciones funcionan mejor, esta información te dará una idea de que debes cambiar (si es que debes cambiar algo) y que pasos tomar para mejorar tu estrategia. Recuerda fijarte bien en ambas tasas de interacción, es decir la total y por publicación, así te harás una idea más clara del tipo de contenido que tus seguidores consumen.

CTR (Click Through Rate) de URLs en tu perfil.

El seguimiento del CTR que podrás ver en Insights se limita a los enlaces en tu biografía de Instagram. Saber cuántas personas hacen clic y en qué links exactamente te va a permitir ver si tus llamados a la acción para esos enlaces realmente funcionan o incluso conocer qué ubicación para tus enlaces funciona mejor.
Al monitorizar estas estadísticas y otras como por ejemplo crecimiento de hashtags, interacción con hashtags, etc. vas a conseguir promocionar tu negocio de una forma mas eficiente en Instagram pues vas a concentrar tus esfuerzos en lo que tu audiencia realmente consume. No tengas miedo a probar para conseguir aún mejores resultados.
Si no entiendes lo que estas estadísticas significan no dudes en contactar con un experto y contratar sus servicios si es necesario.

Estrategias de Marketing Digital para Instagram Ganadoras #6.

Hashtags si, pero no de cualquier manera.

Todos los negocios que promocionan su marca o su producto conocen el poder de los hashtags, al igual que todos los usuarios de la RRSS. Pero lo cierto es que la clave para el exito con hashtags en Instagram es saber utilizarlos estrategicamente, es decir, no se trata de que incluyas 30 hashtags en tu publicacion (máximo permitido por Instagram). Se trata de que incluyas aquellos que son realmente relevantes y te van a permitir ganar visibilidad.
Debes tener en cuenta dos tipos de hashtags distintos (Si, hay distintos tipos de hashtag :))

1. Hashtags específicos, de marca o campaña:

Los hashtags de campaña son los que creas para promocionar eventos o cualquier otra iniciativa que tenga en marcha, los de marca son los que representan a tu marca comercial directamente, es decir, el nombre de la marca, el eslogan (si es corto y realmente puede ser un hashtag atractivo) y los hashtags especificos son aquellos que creas para que sean únicos y representativos de tu negocio sin que necesariamente sean de marca.
En cualquier caso, asegúrate de tus hashtags sean originales, pegadizos y atractivos (no pongas un exceso de caracteres en el. Visualmente es muy agresivo).
📷

2. Hashtags de contenido:

Estos hashtags se usan dentro del contenido y tienen que ser relevantes para el. Si bien no tienen que ser los más populares, sí que permiten que tu público encuentre tus contenidos más fácilmente. Estos hashtags, aun cuando puedan parecer simples son fundamentales para la correcta difusión de tu contenido, sin embargo, cuidate de no sobrecargar tus publicaciones y de utilizar los hashtags de contenido en un contexto claro y coherente.

Estrategias de Marketing Digital para Instagram Ganadoras #7.

Crea una Bio para tu perfil realmente buena.

Cuando creas una bio para cualquier perfil comercial, es indispensable conseguir que los demás se lleven una impresión positiva de ti o de tu negocio. Yu biografía de Instagram debe explicar claramente lo que hace tu negocio, el tipo de personalidad que este transmite y contener frases o llamados a la acción para fomentar que los usuarios tomen medidas.
Échale un vistazo a este artículo Las 7 Pautas Indiscutibles Para Crear la Mejor Bio Para Twitter es cierto que no son pautas para Instagram especificamente, sin embargo, estoy convencido de que te será de gran ayuda pues los conceptos que debes aplicar para crear una biografía exitosa son parecidos entre las distintas RRSS.
Además, asegúrate de prestar especial atención a los siguientes aspectos de tu biografía en Instagram.
Dedicarle tiempo a la creación y el cuidado de tu perfil de Instagram va a repercutir enormemente en las interacciones de tu público y en cómo te ven lo que a su vez creará más confianza, no dudes en tomarte todo el tiempo que necesites y en buscar toda la información necesaria para crear un perfil de Instagram ganador.

Estrategias de Marketing Digital para Instagram Ganadoras #8.

Ten una estrategia en Instagram clara.

Tener una estrategia de contenido clara y solida en Instagram (y en cualquier RRSS o blog) es indispensable para tu éxito en esta RRSS. Sin contenido útil y relevante vas a tener mucha dificultad para captar la atención de tu público objetivo, mucho menos para fidelizarlo.
Saber previamente el tipo de contenido que te conviene publicar dependiendo de lo que a tu público le pueda resultar más relevante en un momento u otro es vital.
Si lo que buscas es aumentar la conciencia de tu público respecto a tus productos entonces debes crear contenidos que se centren más en tus productos (no necesariamente vendiendolos).
Si lo que buscas es mostrar el lado más personal de tu empresa o marca. Humanizarla en definitiva entonces plantéate crear contenidos tipo “detras de camaras” para que las personas vean que detrás de la marca siempre hay personas reales.
En cualquier caso y al margen de la estrategia que busques a corto, mediano y largo plazo con tu cuenta de Instagram, ten siempre en cuenta el contenido creado por ti pero también aquel que el usuario puede crear (usa concursos, encuestas, etc.) mediante sus interacciones y opiniones.

Estrategias de Marketing Digital para Instagram Ganadoras #9.

Crea contenido por adelantado.

Uno de los mayores desafíos de muchas empresas es el crear contenido constantemente y publicar ese contenido de forma activa una y otra vez, sin embargo, la constancia en lo que a publicaciones se refiere es indispensable para obtener grandes resultados, de otra manera tus usuarios van a detectar esa intermitencia en tu actividad como irregularidad lo que repercutirá en la imagen que tengan de tu negocio o de tu empresa, hasta el punto de olvidarse de ti.
Una buena manera de evitar esta situación es crear una planificación para su contenido y programar la publicación de este con al menos un mes de antelación, para hacerlo efectivamente ten en cuenta lo siguiente:

Entérate de lo que viene:

Para planear correctamente tu contenido, debes saber que va a suceder en el periodo para el que quieres planificar tus publicaciones, es decir saber el futuro :), no, no necesitas un médium, pero sí es importante que conozcas qué eventos populares o relevantes para tu público van a tener lugar para así poder crear publicaciones en ese contexto.
De modo que si sabes que dentro de un mes habrá elecciones, por ejemplo, quizás puedes crear algún tipo de contenido relacionado que no perjudique a tu marca (Ojo si decides politizar tu marca, pues puedes estar cerrando a un sector amplio de tu público objetivo).

Cuida la edición.

Asegurate de dejar totalmente preparadas tus publicaciones, de esta manera no vas a tener que hacer ediciones de último minuto que al final te generen más trabajo repentino, eso no significa que algunas publicaciones puedan necesitarlo, pero si esta en tu mano, evítalo. De esta manera optimizarás tu tiempo.

Programa tu contenido correctamente.

Utiliza una de las muchas herramientas que hay en el mercado para esta tarea, personalmente te recomiendo Hootsuite pero hay muchas otras herramientas de automatización de RRSS que te pueden resultar útiles.
En definitiva el planificar correctamente y con antelación tu estrategia de marketing te va a permitir prestar atención a otros aspectos diarios de tu estrategia de marketing en Instagram.

Estrategias de Marketing Digital para Instagram Ganadoras #10.

Convierte tu perfil de Instagram en un embudo de ventas.

¿Puedes vender productos a traves de Instagram y ganar dinero?... ¡Desde luego!. de hecho Instagram es una gran plataforma para llevar tu negocio a otro nivel y aumentar tus cifras de venta convirtiendo en un nuevo e innovador canal de distribución. Sin embargo, es importante que tengas en cuenta que Instagram es diferente, por ejemplo, si no estás utilizando Instagram Ads, no vas a poder agregar un enlace a un sitio externo en tus publicaciones.
Para vender en Instagram lo mejor es que te centres en lo que se ha demostrado que funciona, es decir, crear una imagen de marca muy fuerte que conecte con tu público y que les ofrezca una imagen cercana y humana de tu empresa y tu producto. Para conseguirlo debes.

Estar activo diariamente.

Habrá muchos marketer o Community Manager que te digan que no es importante publicar todos los dias en Instagram y es relativamente cierto, sin embargo, es muy importante que todos los dias estes activo, es decir, que interactúen con tus publicaciones; que las comentes, que compartas otras publicaciones, que sigas a otros expertos, etc.
Al estar activo de manera regular, aumentas la posibilidad de que las personas adecuadas detecten tu perfil. Este hecho puede marcar la diferencia, a largo plazo podrás ver que tu actividad constante en Instagram contribuye positivamente a tus distintas estrategias de marketing en Instagram.

Ve más allá de las fotos de producto

Si bien es cierto que no hay problema en publicar imágenes sobre tus productos, debes poner un límite a la cantidad de contenido de este tipo en tu perfil, para saber en donde esta el limite la regla 70-20-10 es perfecta.
Independientemente de tu tipo de negocio tu perfil de Instagram debe contener fotografias que reflejen la esencia e ideologia de tu empresa. Tus publicaciones pueden ayudar a que tu público entienda el punto de vista tuyo y de tu compañia, negocio, marca o producto con el fin de que entiendan todo lo positivo que puedes darles. Por ejemplo, puedes publicar citas inspiradoras con naturaleza de fondo, un tipo de imagen y contenido que transmite salud, paz, compromiso medio ambiental y a su vez aporta un contenido que en rasgos generales tiene más opciones de ser compartido lo que automáticamente aumentará la visibilidad de tu marca.

Publica fotos con personas reales.

Cuando ejecutas un negocio orientado a productos, tienes la oportunidad de mostrar tus productos siendo usados o en interacción con personas reales. Por ejemplo, si vendes bolsos, puedes utilizar fotografías de personas utilizando tus bolsos en lugar de fotografías de los bolsos en sí mismo.
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Los usuarios de Instagram se sienten atraidos por aquellas fotos que parecen naturales y poco fingidas. Al involucrar personas en tus fotografías consigues que tu producto se vea más auténtico, este tipo de fotos también ayuda a transmitir a tu público cómo se siente el llevar tus productos.
Por último, pero no menos importante, no necesitas tener acceso a modelos profesionales para tomar buenas fotografías. Puedes mostrar a personas de a pie utilizando tus productos y sera igual de efectivo pues va a parecer muy genuino.

Estrategias de Marketing Digital para Instagram Ganadoras #11.

Crea concursos en Instagram.

Instagram puede funcionar muy bien como canal de distribución y marketing para prácticamente cualquier negocio, incluido el tuyo, pero recuerda que es necesario que te comprometas con tu público objetivo significativamente, es decir que te comprometas a aportarles valor constantemente tanto con tus productos gratuitos como de pago.
Una forma dinámica de demostrar ese compromiso con ellos es creando a concursos y ofreciendo totalmente gratis contenidos con valor o pruebas de tu producto.
Si bien, cuando se trata de crear concursos en Instagram existe una curva de aprendizaje que se debe tener en cuenta, tampoco se trata de ciencia espacial. Cuando tu concurso consiga ser exitoso vas a beneficiarte de ellos en más de una manera, no solo vas a conseguir aumentar tus seguidores sino que además le vas a dar visibilidad y exposición a tu producto, genial ¿verdad?.
Instagram no tiene ningun tipo de limite de promoción de concursos, lo cual es genial para tu estrategia, la única limitación (o mayor ventaja) es tu imaginación. A continuación te presento tres modalidades de concursos que han probado ser exitosos y que te pueden dar algunas ideas.

Concursos por likes.

En este caso lo único que necesita el usuario para participar en el concurso y tener la oportunidad de ganar es darle “like” a tu foto, eso es todo. Dado que el usuario no tiene que llevar a cabo ninguna acción que implique demasiada atención o esfuerzo para participar, este tipo de concursos es ideal para aumentar el compromiso y la respuesta de los usuarios. Solo dar “me gusta” hace que el concurso sea mucho más ágil, este tipo de concurso puede traerte nuevos seguidores pero no es su objetivo principal.

Concursos por comentarios.

Este concurso es similar al anterior pero como su nombre indica se debe comentar para participar. Este tipo de concursos están muy bien si buscas algún tipo de comentario específico y al mismo tiempo deseas aumentar la participación en tu publicación.

Concursos por fotos.

Si eres un usuario activo en Instagram, seguramente conozcas este tipo de concurso pues es realmente popular en la RRSS, es sencillo, los usuarios deben publicar en su perfil un tipo de foto muy específico y usar un hashtag que represente al concurso. El motivo por el que este tipo de concursos funciona tan bien es porque le da relevancia a tu hashtag y en definitiva a tu marca.
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De cualquier manera, ten en cuenta que dependiendo del concurso el esfuerzo para tu usuario será mayor por lo que la recompensa debe serlo también, si no ofrece un premio que le transmita al usuario que vale la pena participar no vas a conseguir ningún resultado.

Estrategias de Marketing Digital para Instagram Ganadoras #12.

Crea historias de Instagram.

Crear y compartir contenido auténtico es fundamental si quieres que las personas te reconozcan, a ti o a tu negocio. Para conseguir transmitir esa sensación de publicación “genuina y poco planificada, por lo tanto auténtica” es recomendable que utilices las historias de Instagram, es una función similar a la de Snapchat, seguramente la conozcas.
Al utilizar este tipo de publicación (desaparecen 24 horas después) consigues generar la sensación de constante renovación y actualidad que predomina en Instagram, además transmites cercanía y frescura pues no es una función que en el mercado hispano las empresas o negocios usen a menudo.
Las historias de Instagram son una excelente manera de mantener a tus seguidores comprometidos y brindarles un excelente contenido, antiguamente en Instagram solo podías publicar fotos, ahora ha cambiado para volverse mucho más interactivo.
La verdadera pregunta es ¿por qué crear contenido que va a desaparecer en 24 horas?. La respuesta es bastante simple, esta “fecha de caducidad” del contenido consigue transmitir urgencia a los usuarios por lo que toman decisiones como compartir, comentar, etc. mucho más rápido, gracias a las historias de Instagram vas a conseguir que muchas más personas noten tu marca.
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Cuando lo comparas con las fotos en Instagram, las historias son mucho más faciles de crear, lo unico que necesitas es una buena idea y ya esta, realmente no es necesario un exceso de preparación para poner tu historia al alcance de tus seguidores.
Además, un aspecto muy positivo de las historias de Instagram es que gracias a que solo se ven por un tiempo limitado puedes probar distintos tipos de publicación para saber si hay alguna realmente rompedora, todo sin arriesgarte a que esta publicación sea permanente con todo lo negativo que una mala prueba de contenido puede traer para tu marca.

Estrategias de Marketing Digital para Instagram Ganadoras #13.

Construye una base de seguidores fuerte y fiel en Instagram.

Como dueño de tu producto o negocio o incluso como representante de otro producto o negocio, si realmente quieres rentabilizar tu cuenta de Instagram es vital que te centres en fidelizar a tus seguidores y en ampliar la cantidad de seguidores realmente comprometidos con tu marca.
Si tus seguidores no están ansiosos por interactuar con tu contenido nunca veras una rentabilidad real positivo respecto a tu inversión de tiempo y dinero en tu perfil de Instagram. A continuación te dejo algunos tips para que crees y mantengas una comunidad de Instagram comprometida, si quieres saber más sobre cómo ganar dinero con Instagram haz clic en el enlace.

Conoce a tus seguidores

Si no conoces a tu audiencia, nunca sabrás cómo darle lo que quiere y necesita, incluso aunque logres publicar fotografías y videos geniales no vas a conseguir nada si no consigues que tu público objetivo vea tus publicaciones. Por ese motivo debes esforzarte en hacerle preguntas a tu público a fin de conocerlo mejor, de saber que tipo de contenido le gusta, que horas de publicación prefiere, que dias, etc.
Recuerda que cuanto más esfuerzo pongas en conocer a tu audiencia en Instagram (y en general) mejores resultados conseguirás con tu estrategia de marketing digital.

Haz más preguntas

Hacer preguntas a tus seguidores en tus publicaciones funciona muy bien para aumentar la participación de estos, el motivo es muy simple, a las personas les gusta sentirse valorados y escuchados. Concretamente, tus seguidores quieren que de alguna manera tu consideres sus opiniones como importantes, por eso valoran que les preguntes.
Cuando haces las preguntas correctas estas contribuyendo a crear una base de seguidores más atractiva (lo que atrae a nuevo seguidores). es tan sencillo como preguntarles a tus seguidores qué tal su dia o cuales son sus planes más inmediatos (¿Y si haces una encuesta teniendo en cuenta esto?).
También puede funcionar muy bien el que muestres parte de tu entorno a ellos y les pidas una opinión al respecto, en conclusión, de lo que se trata es de que consigas establecer una charla con tus seguidores para así conocerlos mejor, de esta manera le darás un toque humano a tu perfil de Instagram y obtendras información muy valiosa, no te preocupes si al principio no te responden, con el tiempo la cantidad de personas que lo hacen aumentará.

Destaca

Instagram está lleno de marcas, pequeñas y grandes empresas que están deseando promocionarse, por eso es indispensable saber diferenciarse si realmente quieres conseguir grandes resultados en Instagram.
Si eres un blogger de viajes, tal vez podrías compartir consejos de viajes realmente únicos, compartir tus experiencias es una manera realmente buena de diferenciarte principalmente porque nadie conoce tus experiencias como tu mismo.
También es muy recomendable que te plantees compartir consejos útiles todos los días con tu público, en definitiva entre más orientado a la buena información esté tu perfil de Instagram más facil será conectar con tu público y que este te valore a ti, a tu marca y compre tus productos. Se trata en gran medida de aplicar una estrategia de Inbound Marketing a tu cuenta de Instagram.
Y esto es todo por hoy, si realmente te gusto este articulo, si te pareció útil, por favor compártelo, esos 15 segundos son tu mejor gracias :)
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2018.06.27 06:13 master_x_2k Enredo III

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Enredo III

Abrí las puertas de vidrio para que Brian pudiera llevar las cajas de muebles. Lo que más me sorprendió de su edificio de apartamentos fue lo despejado que estaba todo. Sin basura, sin gente, sin ruido. Había un tablero de anuncios justo después del segundo juego de puertas, que era algo que normalmente podría haber esperado que fuera un poco desordenado, por regla general, pero incluso allí, las publicaciones individuales estaban cuidadosamente espaciadas, y todo estaba sellado detrás un cristal con una sola cerradura pequeña. Se sentía un poco estéril. O tal vez era solo que yo estaba acostumbrada a un área con más carácter.
No sabía qué decir. No solo en términos de la construcción de apartamentos de Brian, no tenía idea de qué palabras saldrían de mi boca. No tenía la destreza para charlar de forma natural. Por lo general, me las arreglaba planificando constantemente lo que podría decir. El problema era que me había distraído, no tanto por los atributos de Brian, sino por haber tomado conciencia de que los había estado mirando. Ahora que estaba tratando de recuperarme, ponerme en equilibrio mental y planear algo de conversación, todo lo que podía pensar era 'Maldición, Taylor, ¿por qué no puedes pensar en algo que decir?'.
Entramos en el ascensor, y Brian descansó las cajas en la barandilla de metal en el interior. Me las arreglé para preguntar, “¿Qué piso?”
“Cuarto, gracias.”
Presioné el botón.
Subimos, y cuando se abrió la puerta, le ofrecí a Brian una mano para estabilizar las cajas mientras él se retiraba del ascensor. Lideró el camino por el pasillo y se detuvo junto a una puerta mientras yo buscaba las llaves que me había dado, para encontrar la de su apartamento.
No estaba segura de lo que esperaba ver en el lugar de Brian, pero aun así logró sorprenderme.
Lo primero que noté fue que los techos eran altos. El apartamento era prácticamente de dos pisos, un arreglo bastante abierto con pocas paredes. La cocina estaba a nuestra izquierda cuando entramos, pequeña, separada de la sala de estar por un mostrador de bar / cocina. A nuestra derecha estaba el armario del pasillo y las paredes que abarcaban el baño y uno de los dormitorios. Justo en frente de nosotros estaba la espaciosa sala de estar, respaldada por una ventana del piso al techo y una puerta de vidrio que daba a un balcón de piedra. Unas escaleras conducían a un dormitorio situado encima del baño y el primer dormitorio. Supuse que era allí donde dormía Brian, basándome en la cama no desordenada, pero no hecha, que estaba a la vista desde donde estaba parada.
Lo que me impresionó, creo, fue lo suave que era el lugar. Había dos estanterías, de color gris claro, en la sala de estar. En los estantes, vi, había una mezcla de novelas, plantas y libros antiguos con espinas de cuero rajado y raído. Las frondas de algunas de las plantas colgaban sobre los estantes. El sofá y la silla que lo acompañaba eran de pana color canela pálido, con cojines gruesos y lo suficientemente profundos que parecían poder perderse en ellos. Podría imaginarme acurrucarme en ese sillón con las piernas tapadas a mi lado, un libro en mis manos.
De alguna manera había estado esperando una estética similar a la del cromo y el cuero negro. No es que asociara la personalidad de Brian o su gusto con ese tipo de diseño, pero era lo que podría haber pensado que un joven soltero podría llegar a conseguir. Ya fuera la suavidad de los colores, el pequeño frasco con piedras, el agua y el bambú en la encimera de la cocina o las imágenes en tonos sepia de los árboles en el vestíbulo, el lugar me dio una sensación de tranquilidad.
Sentí una punzada de envidia, y no fue solo porque el apartamento de Brian era agradable. Estaba obteniendo una mejor idea de quién era, y cómo éramos personas muy diferentes, en cierto sentido.
Brian gruñó mientras dejaba las cajas junto al armario delantero. Se quitó las botas y lo tomé como una señal para quitarme los zapatos.
“Entonces, ya empecé un poco”, me dijo, llevándome a la sala de estar, y vi que había un montón de tablas de color gris claro y una caja de cartón vacía apoyada contra la pared. “Resulta que realmente necesita un segundo par de manos. ¿Quieres algo antes de comenzar? Prefieres el té al café, ¿verdad? ¿O quieres un refresco? ¿Un bocado?”
“Estoy bien”, sonreí, quitándome la sudadera y poniéndola en el mostrador de la cocina. Le había prometido a Tattletale que lo haría. Sintiéndome muy consciente de mí con mi barriga expuesta, traté de distraerlo con la tarea que tenía entre manos: “¿Empezamos?”
El primer trabajo, el que dejó incompleto, era un conjunto de estanterías, y comenzamos con eso. Era, como él había dicho, un trabajo para dos personas. Los estantes tenían tres columnas con seis estantes cada uno, y cada parte se acoplaba con la ayuda de clavijas de madera. Era imposible presionar dos piezas cerca de la parte superior sin que las que estaban cerca del fondo se separasen, y viceversa, así que conseguimos un ritmo en el que uno de nosotros juntaba piezas mientras que el otro impedía que todo lo demás se desarmara.
En general, nos llevó unos veinte minutos más o menos. Después de verificar que todo estaba encajado y alineado, Brian arrastró el estante del piso y lo colocó contra la pared.
“Ese es uno”, sonrió, “¿Estás segura de que no quieres un trago?”
“¿Qué tienes?”
“Ven, tengo cosas en la nevera. Elije lo que quieras.”
Agarré una cola de cereza. Brian agarró una cocacola, pero casi la ignoró mientras abría la siguiente caja, la cuadrada que medía casi cuatro pies de ancho, y comenzó a colocar las piezas individuales en el suelo de la cocina. Una mesa de cocina con taburetes.
Resultó que la mesa de la cocina era un trabajo más difícil que la estantería. Las patas debían sostenerse exactamente en el ángulo correcto, o los pernos se atascaban en los agujeros, o forzaban a la pata de la mesa a salir de su posición. Cada vez que eso ocurría, terminamos teniendo que sacar el perno y comenzar de nuevo. Terminé sosteniendo firmemente la primera pata de la mesa mientras atornillaba los pernos de la base.
Sin mirarme, colocó su mano sobre la mía para ajustar el ángulo una fracción. El contacto me hizo sentir como si alguien hubiera arrancado una cuerda de guitarra que iba desde la parte superior de mi cabeza hasta la mitad de mi cuerpo. Un profundo ronroneo en mi interior que no se podía escuchar, solo se sentía. Me alegré mucho por las mangas largas de mi top, porque se me ponían los pelos de punta.
Me encontré por defecto cayendo en mi defensa más básica, quedarme callada, quedándome quieta, así que no podía decir ni hacer nada estúpido. El problema fue que esto me hizo muy, muy consciente del silencio y la falta de conversación.
Probablemente Brian no había siquiera notado el silencio, pero me pregunté qué decir, preguntándome cómo iniciar una charla o cómo mantener una conversación. Fue agonizante.
Se acercó para ver mejor mientras colocaba una tuerca en el perno, y su brazo se presionó contra mi hombro. De nuevo, provocó una reacción casi elemental de mi cuerpo. ¿Fue esto intencional? ¿Estaba señalando interés a través del contacto físico casual? ¿O estaba asignando significado a algo casual?
“Casi terminado”, murmuró, ajustando su posición para comenzar a atornillar el otro perno para la pata de la mesa. Su brazo no estaba presionando contra mi hombro ahora, pero por la forma en que estaba agachado, su rostro estaba a solo unos centímetros del mío. De acuerdo, eso fue peor.
“Taylor, ¿crees que puedes agarrar esa llave más pequeña sin mover la pierna?”
No confiaba en mí misma para responder sin hacer un ruido raro, así que simplemente cogí la pequeña llave y se la entregué.
“Eso es más rápido, gracias”, respondió, después de un segundo, “¿Puedes pasarme la tuerca?”
Lo hice, dejándolo caer en su mano en lugar de colocarlo allí, preocupada por lo que podría hacer o por cómo reaccionaría si mi mano tocaba la suya. No iba a sobrevivir las siguientes tres patas de la mesa de esta forma, y mucho menos las banquetas o el tercer mueble que ni siquiera habíamos empezado.
“¿Taylor?”, Preguntó.
Dejó la pregunta colgar, así que tragué saliva y respondí: “¿Qué?”
“Relájate. Puedes respirar.”
Me reí ligeramente al darme cuenta de que estaba conteniendo la respiración, lo que resultó en una exhalación nerviosa y entrecortada que solo aumentó la incomodidad que estaba sintiendo.
Él estaba sonriendo, “¿Estás bien?”
¿Qué se supone que debía decir? ¿Admitir que no sabía cómo lidiar con estar cerca de un chico guapo?
Miré al suelo, a la pata de la mesa que sostenía. “Me pongo nerviosa cuando estoy cerca de la gente. Pienso en, ya sabes, que tal vez tengo mal aliento, o tenga olor a sudor, y no podría notarlo porque es mío, así que aguanto la respiración así para estar segura. No sé.”
Bravo, Taylor. Bravo. Imaginé el más lento y más sarcástico de los aplausos lentos. Hablando de mal aliento y sudor era totalmente el camino a seguir. Uno de esos momentos brillantes que me daría vergüenza cada vez que lo recordara en los siguientes años o décadas, estaba segura.
Entonces Brian se inclinó, cerrando los escasos centímetros de distancia que nos separaban, hasta que nuestras narices prácticamente se tocaron.
“No. Hueles bien”, me dijo.
Si hubiera sido un personaje de dibujos animados, estaba bastante segura de que ese era el punto en el que me salía vapor de las orejas, o me derretía en un charco. En cambio, fui con mi primer instinto, una vez más, y me quedé muy callada. Me di cuenta de un calor en mi cara que debe haber sido un rubor furioso.
Sería difícil decir si fue una misericordia o no, pero Brian se distrajo con el sonido de una llave en una cerradura, y la apertura de la puerta de entrada.
Lo primero que pensé fue que la chica que entró era la novia de Brian. Entonces la vi mirar hacia nosotros, sonreír, y noté la similitud entre sus ojos y los de Brian. Su hermana.
Mi segundo pensamiento, o mi segunda reacción, en realidad, fue difícil de poner en palabras. Es como, podrías mirar un Mercedes y decir que era una hermosa obra de arte, incluso si no eras alguien que prestaba mucha atención a los autos. En líneas similares, cuando veías un Mercedes con una calcomanía de llamas barata pegada a las ruedas y un alerón casero pegado en la parte trasera, era doloroso y decepcionante en un nivel fundamental. Eso fue lo que sentí, mirando a Aisha.
Era hermosa, tan femenina como Brian era masculino, con pómulos altos, cuello largo y, aunque era dos o tres años más joven que yo, ya tenía pechos más grandes que los míos. Podrías convencerme de cortarme un dedo por tener piernas, cintura y caderas como las de ella.
Maldita sea, esta familia tenía buenos genes.
Solo necesitabas echar un vistazo a Aisha para saber que iba a ser completamente hermosa cuando terminara de crecer. Dicho eso, sin embargo, tenía una raya de cabello decolorado y parte de ese cabello decolorado había sido teñido en una franja de color púrpura. Era como si hubiera hecho todo lo posible por parecer vulgar, con shorts de jean rasgados sobre leggings de red verde neón, y un top sin tirantes que dudaría incluso en llamar ropa interior. Cualquier envidia que sentía hacia ella se veía acentuada por un sentimiento casi de ofensa, en cuanto a cómo estaba arruinando lo que le habían dado naturalmente.
“¿Estoy interrumpiendo?”, Dijo, con un tono ligeramente burlón, mientras me miraba sin poder entenderlo.
“Aisha”, Brian se levantó, “¿Qué estás haciendo aquí? Tú-” se detuvo cuando una mujer negra robusta y sólida entró por la puerta principal. Donde la mirada de Aisha hacia mi había sido ambigua, la mirada que esta mujer me dio fue todo lo contrario. Desaprobación, disgusto. Me di cuenta de lo que debía parecer, ligeramente sudorosos, en el suelo entre los muebles, con el estómago visible, prácticamente brillante con un rubor rosado. Me apresuré a agarrar mi sudadera y ponerla.
“Señor. ¿Laborn?”, Dijo la mujer pesada, “Me temo que esperaba que estuviera más preparado, pero parece que está en medio de algo.”
Brian negó con la cabeza, “Si señora. Sra. Henderson. Estoy casi seguro de que su oficina me dijo que los esperara a las dos esta tarde.”
“Esa fue la hora original. Aisha me dijo que quería reprogramar-” La señora Henderson se interrumpió y le lanzó a Aisha una mirada dura.
Aisha sonrió, se encogió de hombros y se levantó de un salto, así que estaba sentada al final del mostrador de la cocina. “¿Qué? Hay una película que quiero ver esta tarde con mis amigos.”
“Si hubieras preguntado, podría haber dicho que sí”, le dijo Brian, “Ahora probablemente voy a decir que no.”
“No es tu decisión, hermano, no estoy viviendo contigo todavía”, ella levantó le mostro el dedo del medio con las dos manos.
Brian parecía que iba a decir algo más, pero luego se detuvo. Suspiró, luego dirigió su atención a la trabajadora social de Aisha, “Lo siento por esto.”
Ella frunció el ceño, “Yo también. Debería haber llamado para comprobar, dada la historia de Aisha de torcer la verdad.” Miró su cuaderno y pasó la página, “Si quieres reprogramar, hmmm, me temo que ya llené la ranura de la tarde, pero tal vez ¿Este fin de semana…?”
Brian le dio a Aisha una mirada molesta, “Ya que está aquí, si estás dispuesta a pasar por alto los muebles que no hemos terminado de armar, podríamos hacerlo ahora.”
“¿Si estás seguro? ¿Qué hay de su... compañera?” Ella me miró.
Mi rubor probablemente no se había ido, y sospecho que me sonrojé un poco más de repente al ser puesta en medio de una situación incómoda. Probablemente no ayudó a desvanecer ninguna impresión equivocada que ella había percibido.
“Ella es una amiga, me estaba ayudando. Taylor, no estoy seguro de cuánto tiempo será esto. No quiero perder tu tiempo, pero me sentiría mal si te fueras tan pronto después de venir hasta aquí. Si quieres quedarte y relajarte, podría llevarte de regreso después.”
Cada parte socialmente torpe de mi cerebro ansiaba tomar la ruta de escape ofrecida, hacer mi salida, enfriarme. Fue difícil decir por qué no lo hice.
“Me quedaré, si no voy a estar en el camino. No tango planes para la tarde.”
Cuando Brian sonrió, me di cuenta de por qué no había aprovechado la oportunidad de irme.
La mujer volvió a examinarme en detalle. Ella me preguntó: “¿Estás en su clase en línea?”
Negué con la cabeza.
“No. Pareces un poco joven para eso.” Entonces ella me desafió, “¿Por qué no estás en la escuela?”
“Um”, dudé. Mantente lo más cerca posible de la verdad. “Estuve al borde de una de las explosiones de bombas y tuve una conmoción cerebral. Estoy faltando a clases que esté completamente mejor.”
“Ya veo. ¿Estás segura de que ensamblar muebles es lo que pretendía el médico cuando te dijo que descansaras y te recuperases?”
Sonreí torpemente y me encogí de hombros. Hombre, realmente estaba esperando no estar estropeando esto para Brian.
“Entonces”, Brian habló con la Sra. Henderson, “¿Quería mirar mi casa y ver el espacio que aparté para Aisha? Supongo que esta es una oportunidad para que revise un lugar antes de que la familia se apresure a barrer todo debajo de la alfombra.”
“Mmm”. Una respuesta no coercitiva. “Vamos al balcón, y puede contarme sobre el área y las escuelas cercanas.”
Brian abrió el camino y sostuvo la puerta para el asistente social. Se cerró detrás de él, dejándome con Aisha, que todavía estaba sentada en el mostrador de la cocina. Le di una pequeña sonrisa y recibí una mirada fría y penetrante a cambio. Incómoda, volví mi atención a la mesa y traté de ver qué podía hacer por mi cuenta, con la segunda pata.
“Así que. ¿Estás en el equipo de mi hermano?”
¿Qué? Estuve orgullosa de mí misma cuando apenas perdí el ritmo. “¿Equipo? Sé que hace boxeo, o boxeaba, al menos, pero-”
Ella me dio una mirada divertida, “Vas a hacerte la tonta, ¿verdad?”
“No estoy entendiendo. Lo siento.”
“Claro.” Se inclinó hacia atrás y pateó un poco las piernas.
Volví mi atención de nuevo a la pata de la mesa. No llegué muy lejos antes de que ella me interrumpiera de nuevo.
“Mira, sé que estás en su equipo. Proceso de eliminación, tienes que ser la chica bicho.”
Negué con la cabeza, tanto para negarlo como para exasperarme. ¿Qué carajo, Brian?
“Me dijo que tenía poderes, no dijo lo que eran. Como tiene poderes, cree que hay una posibilidad de que yo también los tenga. No quería que me sorprendiera. Descubrí quién era él después de eso, vi algo sobre algunos villanos que robaban un casino una noche en la que no estaba en casa, comencé a registrar las veces que no estaba disponible y seguía coincidiendo. Lo confronté y no hizo un buen trabajo negándolo.”
Con la esperanza de desequilibrarla, puse en mi rostro la más convincente expresión de sorpresa con los ojos abiertos tanto como podía “¿Estás diciendo que tu hermano es un supervillano?
Parpadeó dos veces, luego dijo, lentamente, como si estuviera hablando con alguien con una discapacidad mental, “Siiiii. Y estoy diciendo que tú también lo eres. ¿Por qué otra razón se juntaría mi hermano contigo?”
Auch. Eso dolió.
Me ahorré tener que dar una respuesta y mantener la farsa cuando Brian y la asistente social regresaron del balcón.
La asistente social estaba diciendo: “...dudoso, con la lista de espera.”
“Ella está en el territorio y estaría ingresando a la escuela al mismo tiempo que el resto de los estudiantes de noveno grado.” Brian respondió, mirando mal a Aisha, “Y eso significaría separarla de las malas influencias que tiene alrededor donde está viviendo ahora.”
Aisha le mostró el dedo, otra vez.
“Mmm”, respondió la asistente social, mirando de Aisha hacia él. “Me gustaría ver tu habitación después?”
“¿Mía? ¿No de Aisha?”
“Por favor.”
Brian condujo a la asistente social hasta las escaleras que conducían a su habitación, que daba al resto del departamento.
“Tal vez debería ver cómo reaccionas si lo grito en voz alta”, sugirió Aisha. Ella puso un acento falso, “¿Cómo te llamas, otra vez?”
Giré los ojos.
“¿No vas a decir? Como sea.” Sus manos se ahuecaron alrededor de su boca como si estuviera gritando, gritó burlonamente en un volumen apenas por encima del habla regular, “¡Bichito y Grue, en casa!”
Miré hacia arriba, esperando que Brian y la asistente social no estuvieran al alcance del oído. El murmullo de conversación allí arriba no parecía haber sido interrumpido por lo que Aisha había dicho.
“Parece que estarías en una situación de perder-perder, anunciándolo así”, le respondí, “O tienes razón, y molestas a dos personas que realmente querrás evitar enojar, o estás equivocada y te ves como una loca.”
“¿Y si ellos ya piensan que estoy un poco loca? ¿Qué tengo que perder?”
“No sabría decir.” Apreté el cerrojo, revisé la pata de la silla y la encontré sólida como una roca. Pasé al siguiente. “¿Qué tienes por ganar?”
“Vaaaamos”, ella se quejó, “Solo admítelo.”
Mi corazón latía con fuerza cuando Brian y la asistente social bajaron las escaleras. Aisha, por su parte, pegó una amplia y falsa sonrisa en su rostro para saludarlos. Brian hizo pasar a la mujer al segundo dormitorio, pero no entró con ella. Se detuvo para mirarme.
“Taylor, no necesitas hacer eso por tu cuenta.”
“Está bien”, dije. Mirando hacia arriba, donde Aisha estaba sentada en la encimera, agregué: “Es una buena distracción.”
“Lo siento. Creo que tardaremos solo un minuto más.”
Resultó cierto. La asistente social salió de la habitación de Aisha, echó un vistazo por el baño y luego investigó los armarios y la nevera.
La Sra. Henderson habló con Aisha, “Me gustaría que salgas al balcón por un minuto.”
“Lo que sea.” Aisha saltó del mostrador y se dirigió hacia afuera.
“Y”, dijo, volviéndose hacia Brian, “Tal vez quieras que tu amiga espere afuera también.”
“Realmente no tengo nada que esconder”, respondió, mirando hacia mí.
“Bien. Permítanme comenzar diciendo que esto es mejor que la mayoría.”
“Gracias.”
“Pero tengo preocupaciones.”
Se podía ver la expresión de Brian cambiar una fracción, ante eso.
“Leí los documentos y planes que me enviaste por correo electrónico. Usted tiene un plan sólido en mente para la contabilidad, el pago de las facturas, ayudarla con su educación, posibles gastos adicionales, el presupuesto para la ropa e incluso para ahorrar dinero para la universidad. En muchos aspectos, este es el tipo de situación que deseo, con la mayoría de mis casos.”
“¿Pero?”
“Pero cuando miro este lugar, veo que lo has hecho muy tuyo. Los muebles, las decoraciones, las obras de arte, parecen apuntar a tu personalidad, dejando muy poco espacio para Aisha, incluso en el espacio que has reservado para ella.”
Brian pareció un poco aturdido por eso. “Ya veo.”
“Mire, Sr. Laborn, debemos considerar la perspectiva de Aisha. Ella es una fugitiva en serie. Ella claramente no ve la casa de su padre como un hogar. Se debe tener cuidado adicional para asegurarse de que ella vea esto como tal. Suponiendo que ella termina aquí y no en casa de su madre.”
“Mi madre,” la expresión de Brian tomó un tono más serio.
“Soy consciente de sus preocupaciones sobre el tema de la madre de Aisha, Sr. Laborn.”
Mi celular sonó una vez en mi bolsillo de sudadera. Lo ignoré.
Brian suspiró, flaqueándose un poco, “¿Esto es reparable?”
“Sí. Involucre a Aisha en la decoración, esté dispuesto a comprometer sus gustos y su estética para que sienta que este también es su espacio”, dijo, “sé que no será fácil. Aisha es difícil a veces, estoy segura de que ambos podemos estar de acuerdo es eso.”
Estaba empezando a gravitar hacia esa conclusión yo misma.
“Sí”, Brian asintió, “Entonces, ¿qué sigue?”
“Haré una visita a la casa de su madre en una semana y media, si recuerdo bien. Si desea enviarme otro correo electrónico cuando sienta que ha enmendado este pequeño problema, y ​​las pocas cosas que le señalé durante la inspección, podría hacer arreglos para visitarlo nuevamente.”
“Eso sería fantástico.”
“Tenga en cuenta que tengo una carga de trabajo desbordante, y probablemente no pueda pasar hasta al menos una semana después de que me haya avisado.”
“Gracias”, dijo Brian.
“¿Alguna pregunta?”
Sacudió la cabeza.
“Entonces le deseo suerte. Para disculparme por el tiempo inesperado de la cita, le haré una oferta de una sola vez para quitarle a Aisha de sus manos. Si ella insiste ser suspendida, puedo presentarle a otra persona que siguió ese camino, mientras voy a las citas de esta tarde.”
Brian sonrió. No es exactamente esa sonrisa increíble que había visto tan a menudo, pero una bonita sonrisa, no obstante, “Creo que se perderá la película a la que quería ir.”
“Parece”, el trabajador social sonrió con complicidad. “Siga así, Sr. Laborn. Aisha tiene suerte de tenerlo.”
Brian se animó un poco al respecto.
La reunión no duró mucho después de eso, y Aisha fue arrastrada quejándose por la asistente social. No pude respirar con alivio hasta que se fueron. Incluso entonces, estaba inquieta, sabiendo cuán fuertes habían sido las sospechas de Aisha.
Recordando que mi teléfono había sonado, busqué mi teléfono celular para ver cuál había sido el mensaje. Mientras mantuve presionado el botón para desbloquearlo, le dije a Brian: “Aisha sabe sobre los Undersiders, parece.”
“Mierda. Lo siento”, hizo una mueca de dolor, “Si pensara que te encontrarías con ella, te habría dado una advertencia. ¿No dijiste nada?”
“Fingí no saber de qué demonios estaba hablando, por poco que sirvió. ¿Esto va a ser un problema?”
“Ella prometió que no le diría nada a nadie... y realmente me molesta que haya sido lo suficientemente indiscreta para plantear el tema con alguien a quien no había dado mi consentimiento. Pero Aisha no lo diría por contarlo. Creo que ella probablemente estaba jugando contigo.”
“Si estás seguro”, tenía mis reservas, pero no estaba segura de querer presionarlo sobre el tema, cuando ya estaba estresado.
“Bastante seguro”, suspiró.
Miré mi teléfono celular. Era de Lisa.
prdn x interrumpir besukeo. los dos tienen q volver rapido. se sta yendo todo ala mierda
Sentí un poco de calor en las mejillas mientras me tomé mucho cuidado de borrar el texto. Cuando terminé, me volví hacia Brian. “Lisa dice que algo está pasando. Ella dice que nos apresuremos a volver.”
“Que hinchapelotas”, dijo Brian. “Esperaba... ah carajo. Supongo que no vamos a armar todo esto, ¿eh?”, Me sonrió.
Le devolví la sonrisa, “En otra ocasión.”
Él me dio una mano para ayudarme a ponerme de pie. ¿Estaba siendo optimista u observadora cuando noté que su mano tal vez se demoraba medio segundo más de lo necesario en la mía?
¿Estaba una parte de mi temiendo esas posibilidades, esperando que no fuera ni un deseo mio ni una observación precisa de él? Porque no podía decir si me asustaba, o si solo quería que hubiera una parte cuerda de mí con una objeción.
Mierda. Mentalmente avancé mi línea de tiempo. No más de una semana, y tendría que llevar lo que sabía sobre los Undersiders al Protectorado. No estaba segura de confiar en mí misma por más tiempo que eso.

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2018.05.21 16:34 jefparis1973 El porqué de mi humilde respaldo a Irene y Pablo.

Le he estando dando vueltas al asunto del chalet, de la hipoteca y del acoso que están sufriendo Pablo Iglesias e Irene Montero. Al inicio de esta polémica consideré una maniobra torpe por parte de los interesados la compra y del mencionado chalet, pese a que ello suene surrealista. ¿Por qué debería importarme la vida privada y honrada de unos políticos que luchan por los derechos de los menos favorecidos? ¿Por qué no pueden estas personas aspirar a una buena vida fuera del martirio siempre y cuando lo hagan honestamente? Pues en un principio, me metí en la cabeza del ciudadano poco lúcido que vota a izquierdas porque se siente identificado con el candidato de turno, porque ha comprendido lo básico del mensaje pero tampoco es que reflexione demasiado y que baila un poco a merced de los medios de comunicación; básicamente y hablando claro, me puse en el papel del necio de a pie. Y desde este punto de vista, me pareció que este tipo de votante no comprendería esta situación y tragaría toda la basura que arrojarían sobre el público, los partidos de derechas generalmente (y los que no lo son tanto también...), así como la mediatización exacerbada y exagerada de los mass media afines a esta ideología, y cuyos intereses dependen de lobbies capitalistas. Recordé, entre otras apariciones, la rueda de prensa en la que Irene Montero metió la pata (hay que decirlo así de claro) con el tema del ático de De Guindos; si no se tienen todos los datos es mejor callarse y si te rebaten tus argumentos, y no te quedan más recursos pues lo ideal es reconocer el error cometido y disculparse; negar lo mencionado e irse no es lo mejor que se puede hacer. Pero quiero atribuir esta desafortunada situación al estado nervioso de Irene por el acoso y la presión sufrida así como a una cierta ingenuidad, que no es reprochable sino que, en mi opinión, revela una personalidad más bien cándida y honesta, poco acostumbrada a estos alborotos (y con razón). Luego comencé a reflexionar más calmadamente sobre el tema y en función de los comunicados de prensa de la pareja: se difundieron muchos datos, yo diría que demasiados, explicando el porqué de la compra, el importe de la hipoteca y su duración, fotos del lugar, detalles de las instalaciones, etc. Con toda esa información llegué a algunas conclusiones que ahora considero que no debería haberme ni tan siquiera planteado, y básicamente me dije: 800€ al mes debe ser más o menos el coste del alquiler de una vivienda en Madrid (y en otras ciudades españolas) en un barrio o zona en dónde le dejen a uno vivir tranquilo (soy actualmente víctima de la convivencia en un barrio popular porque ser humilde no significa siempre tener malos modales y a mi me gusta tener paz y sosiego de los que ahora me veo privado...). Así que el gasto no me pareció desmesurado y el proyecto tampoco pinta ser algo fuera de lo común, que yo también llevaría a cabo si mi situación lo permitiese. Luego llegó esta mañana llegó la noticia de la votación que las bases del partido deberemos llevar a cabo para determinar si tanto Pablo como Irene siguen en sus puestos de responsabilidad, y a priori pensé; ¡Pero cómo nos ponen en esa tesitura! Por una parte mi faceta de estratega me decía que en lo que a marketing se refiere, lo acontecido a sido llevado con mucha torpeza, pues ya sabemos cómo se las gastan los del PP, los de C's y hasta los del PSOE. Ya sabemos que los medios de comunicación son en su mayoría lacayos de importantes interese económicos que tiran de las cuerdas de los políticos y que por lo tanto su labor es la de llevar una campaña continua de acoso y derribo a una incipiente fuerza política que promueve un cambio profundo en la sociedad para reducir, aunque sea un poco las desigualdades que sufren los más humildes. Y sabiendo que están bajo la lupa mediática y conociendo la mala fe de los adversarios políticos, en ocasiones hay que pecar de prudente y mantener la imagen idealizada por algunos, en detrimento de su propia comodidad y bienestar; esto es duro, pero por desgracia, para sacar del poder a todos estos corruptos y malhechores públicos, hay que hacer algunos sacrificios, al menos hasta conseguir alcanzar una cierta posición de poder desde la que ya por fin se pueda ayudar a la gente de a pie. Por otro lado mi faceta humanista me hizo pensar sobre el devenir de la incipiente familia que quiere formar la pareja y su derecho a una vida digna y a poder ser cómoda; ¿Porqué negar a los demás lo que uno desearía para sí? También pensé en lo que comentaban algunas personas, en esta misma "Plaza Podemos", sobre las incoherencias entre el discurso político de Irene y Pablo y luego su modo de vida; que si tener una piscina no es ecológico (al menos con las políticas energéticas actuales), que si uno llega a cierta iluminación desde la sobriedad, he leído citas brillantes de Rousseau expuestas por los participantes de este foro y no ha faltado la comparación el ex-presidente de Uruguay (al cual admiro particularmente) y su vida austera y consecuente. Entonces, en medio de esta vorágine, miré un poco más a mi alrededor y me cuestioné sobre mi forma de ser y de pensar, que no siempre son coherentes: soy ecologista y miembro de Greenpeace, pero sigo utilizando un coche de gasolina porque de momento no puedo comprarme uno eléctrico y menos aún recargarlo en este país de forma gratuita (no como en Suecia por ejemplo). También viajo en avión porque tengo familiares que viven lejos y con el ritmo de vida al que estamos sometidos no me queda otra forma de ir a visitarlos en un periodo de tiempo razonable. Recordé también mi simpatía por la facción anticapitalista de Podemos pero al fin y al cabo sigo siendo un consumidor, que se esfuerza, eso sí, por ser responsable aunque no siempre puedo o quiero. Sin embargo sí que separo la basura para reducir la contaminación, intento no malgastar energía ni agua, me esfuerzo por comprar sólo lo que necesito y de marcas comprometidas socialmente. Y así con un largo etcétera; con esto quiero decir que pese a mis buenas intenciones y pensamientos constructivos, no siempre me es posible tener una conducta intachable y acorde con estos ideales, ya sea por comodidad o por fuerza mayor; pero no dejo de vivir por ello. Es cierto que yo no soy un personaje público y que no represento una corriente política, pero aún así me siento comprometido en dar ejemplo pese a no lograrlo siempre: es un hecho que tengo que asumir a mi pesar. Luego, esta misma mañana encendí el televisor y recordé que había escuchado que en breve iban a cancelar el programa de "Las Mañanas de Cuatro" (creo que se llama así), un programa aún lo bastante crítico con el poder como para molestar en vísperas de elecciones, así que puse ese canal recordando también la defenestración de Cintora y su posterior "rehabilitación". Durante dicho programa salió, como no, otra vez el tema del chalet de Irene y Pablo, con algunos comentarios bastante acertados sobre cómo se trató a los dirigentes socialistas cuando enseñaron su auténtico ser y los intereses económicos que realmente perseguían, en comparación con el trato a Irene y Pablo. También se habló del incumplimiento de la Ley de Memoria Histórica, con una multitud de fascistas de este país manifestando su dudosa ideología en actos públicos. Se mencionó las curiosas agendas de los ministros del PP que siempre acaban en actos en las localidades donde viven y cuyo coste asumimos los contribuyentes y así unas cuantas patadas más en mi dignidad. También recordé algunos comentarios de Eduardo Inda sobre la camaradería entre periodistas y afinidades entre programas y medios que me revolvieron un poco más las tripas. Bien pues después de todo esto sopesé los errores casi triviales cometidos por Irene Montero y Pablo Iglesias en materia de imagen y comunicación, y los comparé con el estercolero en el que vivimos, y del que esta pareja, junto a muchos más, intentan sacarnos. He visto el peligro que corremos si al final cedemos ante la presión mediática y a los razonamientos “simples”, motivados por cierta envidia y poco espíritu autocrítico. Si al final cesamos a Irene y Pablo, pues les habremos dado la razón a todos los hipócritas de derechas que hoy señalan con el dedo una compra lícita y un deseo de llevar una vida familiar digna, mientras ellos siguen expoliando las arcas del Estado, mientras nos siguen robando descaradamente con sus contratos blindados a empresarios amigos. Mientras siguen destruyendo el ecosistema con sus políticas energéticas sectarias por mera codicia. Mientras se financian ilegalmente y utilizan la radio y televisión pública en su beneficio con una actitud que recuerda regímenes totalitarios de otras épocas (o no). Mientras algunos ciudadanos alquilan balcones para dormir o lo hacen en calle, los españoles seguimos manteniendo una monarquía que negocia con dictaduras y estados que colaboran con terroristas o que son participes de conflictos vergonzosos y sanguinarios. Seguimos pagando por una electricidad, unas energías que deberían ser gratuitas; ¡Hay campos de paneles solares en Inglaterra mientras en la Comunidad Valenciana no se ve ni uno! Se encarcelan a personas por las letras de sus canciones, por sus comentarios en alguna que otra red social mientras algunos otros se explayan en sus comentarios fuera de lugar y generalmente de índole fascista… Mientras tanto se está destruyendo el sistema de Sanidad Pública y Educacional, reservando el derecho a vivir y a aprender a los adinerados y poderosos. Mientras se está desmantelando el sistema de pensiones de nuestro país al tiempo algunos se envuelven en la bandera española y claman ser patriotas sin importarles el futuro de su pueblo. Y así una larga lista que sinceramente estoy harto de recordar. Y por otro lado me encuentro con el caso del chalet de Irene y Pablo, y miro toda la basura que el actual sistema me hace tragar día sí, y día también; ¿Y tengo que vilipendiar a una pareja por querer formar un hogar? Pues la respuesta es ¡NO! Así que voy a votar por la permanencia de Irene Montero y Pablo Iglesias en sus funciones, porque me quieren vender que un error de imagen es peor que toda la corrupción que me asfixia a diario.
Un abrazo y mi respaldo para Irene y pablo.
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2018.05.05 15:19 SiTuMeDicesVen Célibes involuntarios

Incel es el acrónimo de ‘Involuntary Celibate', o lo que es lo mismo, célibes involuntarios. Básicamente, se hacen llamar así algunas personas que no consiguen tener sexo debido a su físico o personalidad.
En la actualidad, los que se identifican como Incels suelen ser principalmente hombres centrados en su incapacidad para tener relaciones, algo de lo que culpan a las mujeres. Se trata de una subcultura online ligada a los movimientos de la derecha alternativa o 'alt-right', que además poseen su propio 'santo': Elliot Rodger, quien asesinó a seis personas antes de suicidarse hace cuatro años en California. A él es a quien rindió homenaje Minassian con el atropello masivo.
Lo curioso, es que el concepto de “Involuntary Celibate” fue acuñado por una artista torontesa en 1993. “Trataba de crear un movimiento que estuviese abierto para cualquiera y para todas las personas”, asegura. Lo que ella no podía imaginar era la reapropiación del término que tendría lugar después, y los caminos turbios que tomaría. A principios de los 90, se encontraba terminando sus estudios en estadística en la universidad de Carleton, Ottawa, y hasta ese momento, nunca había tenido relaciones sexuales, ni novio, ni nada que se le pareciera.
Más tarde, y como parte de una revisión personal de su vida amorosa, la artista acuñó el término de “Involuntary Celibate”. Su idea principal era crear una nueva categoría inclusiva en la que pudiesen tener cabida otros tipos de relaciones que fuesen más allá de las hegemónicas encorsetadas en los mandatos de género. Así que partiendo de su experiencia personal, y de cómo su vida social hasta el momento no había sido como ella esperaba, creó una web que comenzó a ser popular entre hombres y mujeres.
Sin embargo, pronto el sector masculino fue ganando peso en la comunidad que se generó. Hasta ahora. Ahora, existe un mundo en Internet en el que los hombres (Chads) y mujeres jóvenes (Stacys) sexualmente activos, son los responsables de la miseria que viven aquellos que no consiguen tener una cita.
La subcultura incel salió de las profundidades de los foros de la Red y comenzó a conocerse en 2014 tras los asesinatos de Elliot Rodger. Él lo reclamó como un acto de represalia contra las mujeres que lo habían rechazado. Tras su suicidio, dejó una página llena de autobiografías y manifiestos en los que exponía lo que él llamaba su “retorcida vida”. También relataba los motivos que le llevaron a cometer la matanza, todos ellos relacionados con el hecho de que otros habían podido acostarse con otras personas y él no, así que merecían morir.
Según David Futrelle, un periodista y escritor freelance que lleva siguiendo los movimientos por los derechos de los hombres, o Men’s Rights Activists desde hace tiempo, esa podría ser básicamente la premisa del movimiento incel. Y por supuesto, ahí comenzó la canonización digital de Rodger.
Futrelle, que mantiene un blog en el que realiza un seguimiento de estos grupos, asegura que los incel son una de las ramas más grandes del movimiento supremacista masculino. “Lo que hace que la subcultura incel sea tan peligrosa para los jóvenes que se involucran en ella, es que toma la amargura y tristeza que a veces sentimos cuando nos enfrentamos a frustraciones sexuales y románticas y las convierte en una forma de ser”, asegura.
Así que, en lugar de animar a los jóvenes a superar sus decepciones y a aprender de sus errores, los incel los alientan a alimentarse de su propia amargura y a culpar a todos los “chads” y “stacys” por sus males. Y especialmente a las “stacys” por su falta de amor y sexo.
Para Judith Taylor, profesora de la Universidad de Toronto y especialista en estudios de Género, la gente no se une a los incel “porque estén específicamente tristes sobre el hecho de no tener sexo. Creo que ellos se sienten realmente solos, se sienten incomprendidos; se sienten socialmente desplazados”.
Después de todo, puede que la soledad sea la que está detrás de todo. El aislamiento y la falta de lazos sociales son cuestiones cada vez más problemáticas en las sociedades occidentales. Así que quizás arrastre más inconvenientes de los que conocemos, aunque en algún momento saldrán a la superficie.
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2018.05.02 01:41 master_x_2k Agitación XI

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_____________________Agitación XI_____________________

Me estrellé contra la silla de la oficina detrás de mí y tanto la silla como yo caímos al suelo. La armadura de mi máscara se había llevado lo peor del golpe, pero todavía dolía tanto como cualquier cosa que hubiera experimentado alguna vez.
La chica me fulminó con la mirada desde detrás de su mata de pelo marrón rizado. En sus manos estaba agarrando un extintor de incendios. Detrás de ella, más allá de las luces que parpadeaban en mi campo de visión, pude ver a los rehenes corriendo por las escaleras. Era desorientador, porque los insectos que les había dejado me decían que todavía estaban en la esquina del vestíbulo, quedándose quietos. Podía sentir que una araña se movía ligeramente cuando la persona que estaba montando exhalaba, luego se estremeció un poco, incluso cuando vi a esa misma persona tropezando y casi cayéndose en las escaleras en su prisa por escapar.
Busqué a los bichos, intenté decirle a uno que se moviera, y todo salió mal. No hubo palabras para describirlo exactamente. Era como una realimentación o acople. Si mi cerebro hubiera sido una computadora, tuve la sensación de que solo recibiría cientos o miles de mensajes de error apareciendo en la pantalla. También era doloroso, multiplicándose hasta que sentí que mi cerebro estaba siendo utilizado como saco de boxeo.
Presioné mi mano contra mi cabeza, haciendo una mueca ante el dolor, y no fue solo por haber sido golpeada con un extintor de incendios. El dolor de cabeza ahora estaba en niveles casi de migraña, y desesperadamente quise arrancarme la máscara e intentar vomitar, aunque solo fuera para aliviar las náuseas que estaban surgiendo. Me estaba haciendo una idea de por qué me había sentido tan mal.
“¿Qué mierda hiciste?”, Le pregunté a la chica.
“No necesitas saber eso”. Blandió el extintor contra mi cabeza y yo me aparté del camino, agarrando el borde de una mesa para ponerme en pie mientras lo hacía.
Ella no me persiguió. En cambio, buscó en el bolsillo de su chaqueta y sacó un teléfono celular. Ella comenzó a marcar un número en el teclado numérico con una mano y la otra sosteniendo el extintor de incendios. Sus ojos estaban fijos en mí.
No había forma de que yo la dejara hacer esa llamada, a quien sea que estuviera marcando. Me puse a la ofensiva, lanzándome hacia ella cuando alcancé el compartimiento blindado que estaba a mi espalda y recogí el bastón extensible. Apreté el gatillo y lo dejé caer hacia un lado. Cincuenta centímetros de aleación pintada de negro con una punta pesada salieron del mango cubierto de espuma.
Sus ojos se agrandaron cuando lancé un golpe con el bastón, pero tuvo la agilidad mental para soltar el teléfono y levantar el extintor para bloquear el ataque. Su agarre en el extintor de incendios no era lo suficientemente bueno para que ella lo mantuviera agarrado, por lo que se estrelló contra el suelo. Ella se alejó en lugar de arriesgarse a intentar levantarlo de nuevo.
La chica retrocedió mientras avanzaba hacia ella. Me detuve cuando estaba parada sobre su teléfono celular. Me desplomé y enfundé mi bastón, luego me incliné y recuperé el extintor. Rompí el teléfono con el extremo del mismo.
“Mierda. Me gustaba ese teléfono “, murmuró.
“Cállate”, repliqué, el dolor hizo que mi voz se forzara, más duramente afilada, “¿Qué mierda me hiciste?” Presioné la muñeca de mi mano libre contra mi frente, como si la presión pudiera ayudar a evitar el dolor.
“Yo… no creo que te lo diga.”
“¿Quién carajo eres, y a quién intentabas llamar?”
“En realidad, era un mensaje de texto, no una llamada, y se envió”, dijo. Entonces ella me sonrió.
En el mismo momento en que pronuncié la palabra ‘Quién’, una de las ventanas al costado del banco se hizo añicos. Un borrón de blanco y dorado se estrelló contra el centro del vestíbulo lo suficientemente fuerte como para enviar fragmentos de baldosas de mármol que se deslizaban por el suelo hasta mis pies, a medio camino a través de la habitación.
La figura se enderezó, se sacudió el polvo y se volvió para mirarme. Casi casualmente, ella le dio un revés a la mesa de mármol y roble a su izquierda que contenía todos los retiros y los recibos de depósito. Con ese movimiento perezoso de su brazo, aniquiló la mesa, causándole tanto daño que nadie volvería a armarla nunca más.
Es humillante admitirlo, pero casi me orino. No estoy seguro de que mi reacción hubiera sido muy diferente si ella no tuviera un poder que la hiciera totalmente aterradora. Literalmente, eso es lo que hacía su poder. ¿Había hecho algo atroz en una vida pasada, para merecer ir contra Lung en mi primera vez en traje, y Glory Girl en mi segunda?
“Hola, hermana”, Glory Girl inclinó la cabeza hacia un lado, para mirar a la chica de cabello castaño, “¿Estás bien?”
La niña, que no podía ser otra que Amy Dallon, Panacea cuando estaba de traje, le ofreció a Glory Girl una radiante sonrisa, “Lo estoy ahora.”
La hermana de Glory Girl había estado entre los rehenes. Maldición. Al menos sabía quién era ella ahora. Podía sanar con un toque, y si lo que le había hecho a mis poderes era una indicación, ese no era el alcance total de sus habilidades. Glory Girl y Panacea eran celebridades, incluso si Panacea en general había evitado el foco de atención últimamente. Estaban entre los héroes locales más famosos, posiblemente entre las capas menores de edad más poderosas, estaban enojadas conmigo y yo estaba atrapada en una habitación con ellas.
Y mis poderes no estaban funcionando.
Glory Girl se acercó a mí y me apresuré a alcanzar a Panacea. Ella hurgó con fuerza mi traje, tratando de agarrar mi guante, luego mi máscara, pero en el momento en que saqué mi cuchillo, ella y Glory Girl se quedaron absolutamente quietas. Agarré la barbilla de Panacea y maniobré para estar parada detrás de ella, con mi cuchillo presionado contra su garganta.
“Considérate afortunada, perra bicho, que tu disfraz cubra todo tu cuerpo”, me murmuró Panacea, “O quizás te daría un ataque al corazón. O cáncer.”
Tragué saliva. No me consideraba particularmente afortunada en este punto.
“Parece que estamos en un punto muerto”, dijo Glory Girl.
“Es cierto”, respondí.
“Entonces, ¿vamos a quedarnos aquí hasta que lleguen refuerzos de un lado o del otro, inclinar la balanza a favor de alguien?”
“Podría vivir con eso. La última vez que vi, mi lado estaba ganando.”
“Ayudé a Aegis a salir de un aprieto en mi camino, así que mantiene a tus amiguitos ocupados. También deberías saber que el Protectorado está en camino de un vino y cena con los mejores de Brockton Bay en Augustus Country Club. No puedo hablar por ellos, pero sé que estaría realmente enojada si algunos pequeños mocosos me sacaran de la oportunidad de probar el mousse de chocolate del club.”
Panacea se echó a reír, “Está bueno, ¿no?”, Y luego, en voz baja, me susurró: “¿Qué tal si jodo tu paladar, pequeña terrorista? Amenazas las vidas de inocentes, puedo ir tan lejos. Puedo hacer cualquier cosa con tu biología. Hacer que todo lo que comas tenga sabor a bilis. O tal vez solo te haga gorda. Mórbidamente, repugnantemente gorda.”
“Puedes callarte ahora”, apreté mi agarre y presioné el cuchillo una fracción más fuerte contra su garganta. Entre el estrés del momento, el fuerte dolor de cabeza y el hecho de que la maldita Glory Girl estaba parada a menos de quince metros de distancia, no necesitaba que la hermanita me distrajera con imágenes de pesadilla.
Glory Girl habló, “No es solo el Protectorado tampoco. Tu acabas de tomar a un miembro de New Wave como rehén y amenazaste su vida. Hay muchas posibilidades de que mi madre, mi padre, mi tía, mi tío y mis primos también se presenten. Brandish, Flashbang, Lady Photon, Manpower, Laserdream, Shielder… ¿cómo vas a arreglártelas, entonces?
Mierda. No tuve respuesta a eso. Mantuve la boca cerrada. Apenas podia concentrarme ahora, mientras mi cabeza latía. Mi visión se tambaleaba por los bordes, y mi control sobre mis bichos prácticamente desapareció. La mayoría se había liberado de mi influencia por completo, y estaban zumbando alrededor de las lámparas o arrastrándose hacia la oscuridad. Era todo lo que podía hacer para mantenerme de pie y mantener las manos firmes.
“Suelta el cuchillo y ríndete, y me aseguraré de que sean indulgentes.”
“He leído lo suficiente sobre la ley como para saber que no tienes el poder de hacer acuerdos”, le dije, “No hay trato.”
“Bueno. Entonces supongo que esperamos.”
Pasaron unos largos momentos.
Glory Girl volvió su atención hacia su hermana, “Quería ir al centro comercial a almorzar, pero noooo”, dijo Glory Girl, “tenías que ir al banco.”
“Era ir al banco o terminar quebrada para esa doble cita a la que me estás obligando a ir.”
“Ames, el tipo con el que te estoy emparejando es un millonario de dieciséis años. No creo que sea irracional esperar que pague la cuenta por la cena y la película.”
“¿Podrían ustedes dos por favor callarse?” Gruñí.
“¿Tienen que hacerlo? Es muy informativo “, bromeó Tattletale mientras entraba sigilosamente en la habitación. Se izó hasta el borde de una de las estaciones de las cajeras, y luego saludó a Glory Girl, “Hey Glory Hole.”[1]
La cara de Glory Girl tuvo un tic.
“Oye, Tattletale”, llamé, mi voz un poco forzada, “No es que no esté contenta de verte, pero ¿podrías evitar enojar a Alexandria Junior?”
“Meh. Parece que tienes las cosas bajo control. ¿Por qué no envías a los bichos contra la reina del baile?”
“¿Reina del baile?” Preguntó Glory Girl.
“Um,” interrumpí, antes de que ninguna de ellas pudiera decir algo que comenzara una pelea, “Primero que nada, ella es invencible. En segundo lugar, una vez más, mala idea irritar a alguien que puede blandir un autobús escolar como un bate de béisbol. En tercer lugar, mi rehén aquí hizo algo para joder con mis poderes.”
“Lo último es una mierda”, simpatizó Tattletale. Luego miró más de cerca a Panacea, “Mierda. ¿Amy Dallon? Grue me va a matar, por pasar por alto eso. Te ves diferente a cuando apareciste en las noticias. ¿Estás usando tu cabello de manera diferente?”
“Tattletale”, interrumpí, de nuevo, “Menos charla, más resolución de problemas. Glory Girl dijo que el Protectorado y tal vez New Wave están en camino.”
Tattletale miró a Glory Girl, luego frunció el ceño, “No está mintiendo. Comencemos con el problema tres, ya que no te ves muy bien. ¿Tus poderes no funcionan?”
“No puedo controlar mis bichos, tengo un gran dolor de cabeza.”
“Creo que sé por qué. Déjame arreglar eso para ti”, dijo Tattletale. Saltó del puesto de cajero y comenzó a caminar hacia mí y hacia Panacea.
“No te muevas”, advirtió Glory Girl.
“¿O qué?” Tattletale giró para mirar a la niña, sonriendo, “¿Me darás una paliza? No puedes hacer nada mientras mi compañera tiene un cuchillo en la garganta de tu hermana. Sentada. Quieta. Buena niña.”
Glory Girl fulminó con la mirada a Tattletale, pero ella no se movió.
“Creo que sería mejor si te quedaras atrás”, le advertí, “Si te pones en el alcance de Panacea, ella te tocará y te dará un derrame o algo así.”
“¿Puede hacerlo? Por supuesto. ¿Lo hará? Definitivamente no. Perro que ladra, no muerde.”
“Inténtalo”, se burló Panacea. Reafirmé mi agarre y le recordé el cuchillo contra su garganta.
“Realmente preferiría evitar el tentar al destino”, le dije, con cuidado.
“Bien, bien”, dijo Tattletale, levantando las manos en un gesto de apaciguamiento. Caminó hacia el escritorio del gerente de la sucursal y abrió un cajón.
“Sacas una pistola de ese cajón”, amenazó Glory Girl, “Y te romperé en dos.”
“Ya es suficiente con las amenazas que no puedes cumplir. No es un arma,” Tattletale sonrió, levantando sus manos otra vez. Un llavero colgaba de su pulgar izquierdo.
“Llaves”, dijo Glory Girl.
“Las llaves del gerente Jeffry Clayton. Totalmente personalidad Tipo A. Dominante. El tipo de persona que adora tener el control absoluto de una reunión.”
“Antes que nada, ¿a quién le importa? Segundo, ¿cómo sabes esto?
“Vamos”, Tattletale sonrió, cruzando los brazos, “Primera regla del Villano. No le das información al héroe en un monologo.”
“Claro”, Glory Girl estuvo de acuerdo, “Siempre vale la pena intentarlo.”
“Te lo diré de todos modos.”
Glory Girl levantó una ceja.
“No hay razón para no hacerlo”. De hecho, estoy en ventaja de hacértelo saber. Soy psíquica. Leí su mente cuando lo tomamos como rehén, como estoy leyendo la tuya en este momento,” la mentira era tan buena que casi me convencía a mí.
Un destello de rojo llamó mi atención. El punto rojo de un puntero láser se posó en la capucha de la chaqueta de Panacea. Miré a Tattletale y vi que, mientras tenía los brazos cruzados, sostenía un puntero láser que estaba sujeto al llavero. Vi a Tattletale dibujar un vago círculo alrededor del punto que ella había señalado, en la chaqueta de Panacea.
“Mentira”, dijo Glory Girl, “La capacidad mental que necesitarías para interpretar y decodificar los patrones neuronales únicos de alguien necesitaría una cabeza cinco veces más grande que el tamaño normal para contenerlo todo. Los verdaderos psíquicos no pueden existir.”
“Ooh, alguien cursa Parahumanos 101 en la universidad. ¿Tus padres tiraron de algunos hilos y te metieron en un curso universitario antes de terminar la escuela secundaria?”
“Creo que ya sabes la respuesta, no estoy creyendo que hayas leído mi mente para conseguirlo.”
“¿Por qué es tan difícil de creer? Leyend puede disparar lásers de sus manos, lásers que doblan en las esquinas. Clockblocker y Vista pueden meterse con las fuerzas fundamentales del espacio y el tiempo. Kaiser puede crear metal desde el aire. La conservación de la masa, la conservación de la energía, las leyes básicas de nuestro universo se rompen por las capas todo el tiempo. Todo eso es posible, ¿pero no puedo asomarse a tu cerebro?”
Tattletale todavía estaba enfocando el puntero láser en la capucha de Panacea. Como yo era la única persona en condiciones de verlo, solo podía ser para mi beneficio. Retiré la capucha, investigué el interior y no encontré nada. Pero en la nuca, vi a una de mis arañas viudas negras.
Se la retiré gentilmente, y sentí el dolor en mi cabeza empeorar con el contacto, el movimiento. Ya sea por impulso o por reflejo cuando me estremecí ante el dolor, la aplasté entre mis dedos.
Inmediatamente, el dolor en mi cabeza se redujo a una fracción de lo que había sido. El alivio fue tan intenso que casi fue eufórico. Todavía no comprendía del todo lo que hacía Panacea, pero me estaba dando una buena idea. Ella de alguna manera había sentido lo que estaba haciendo para controlar a la araña, luego alteró las cosas para que la araña no me enviara la información correcta. Un bucle continuo de la información incorrecta, como cuando los ladrones de las películas empalmaban una alimentación de cámara de video para repetir el mismo segmento una y otra vez. Por accidente o diseño, había aumentado exponencialmente la interferencia cada vez que mi poder alcanzaba a los arácnidos en cuestión. Todo culminando en un metafórico cortocircuito de mi poder.
Apenas podía entender las sutilezas y la delicadeza que habría requerido establecerlo.
“Glory Gi-” Panacea comenzó a hablar, pero apreté mi agarre, y ella cerró su boca.
“Shhhh”, le susurré.
“Los académicos dicen que estás equivocado”.
Tattletale sonrió, “Los académicos quieren que esté equivocada, y su investigación refleja eso. La telepatía mata del puto susto a la gente, sobre todo porque la única que se sospecha es telépata en el mundo es…”
“La Simurgh”, terminó Glory Girl por ella.
“Claro. Y cuando un puto Aniquilador es tu precedente, la gente se asusta, al igual que estás asustada en este momento, ante la idea de que hay alguien frente a ti que puede encontrar tus secretos más oscuros y contarle al mundo.”
Tattletale señalaba la parte superior del brazo de Panacea ahora. Me tomó dos intentos asesinar a la araña. Antes de que terminara, Tattletale me dirigía al último, que había escondido en el tobillo de Panacea. Lo maté golpeándolo con mi dedo del pie. El dolor de cabeza desapareció por completo un segundo después.
“Por eso te llamas a ti misma Tattletale, ya veo”, decía Glory Girl, “pero eres una retrasada. Somos parte de New Wave. No tenemos secretos. Ese es el maldito punto de nuestro equipo. Héroes sin identidad secreta, sin secretos, revelación total, responsabilidad total.”
“Para que conste,” dijo Tattletale, su voz muy suave y calmada, “odio cuando la gente me llama estúpida.”
“Sin embargo, aquí están ustedes dos, y ninguna de ustedes tiene poderes que funcionen contra ninguna de nosotras. Todo lo que tienes es un cuchillo, y si lo usas, las dos mueren de la forma más dolorosa con la que crea que pueda salirme con la mía.”
“Oh cariño, ¿quién está siendo estúpido? Tengo el arma más poderosa de todas”, ronroneó Tattletale, sonriendo perversamente, “Información.”
[1] Un Glory Hole es un agujero que se hace en baños públicos por donde la gente pasa sus miembros para recibir sexo anónimo.

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2018.04.05 20:50 master_x_2k Agitación IV

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_____________________Agitación IV_____________________

“Estaré allí. Sí-” Vi una luz en la ventana de la sala y puse mi mano sobre la mitad inferior de mi teléfono celular mientras investigaba brevemente. Maldita sea, mi papá estaba en casa. Puse el teléfono en mi oreja, “Lo siento, tengo que correr. No. No. Mira-”
Cuando escuché que se abría la puerta del frente, cerré el teléfono y lo metí en mi bolsillo. Me disculparía por colgar más tarde. Definitivamente no quería que mi padre viera el teléfono. No pensaba que me prohibiría tener uno, pero desde la muerte de mi madre, los teléfonos celulares tenían fuertes connotaciones negativas. Eso, y tendría que explicar dónde lo conseguí y cómo lo pagué.
Brian me había dado tres teléfonos celulares idénticos – todos desechables – a primera hora de la mañana, y había decidido ir con él al loft en lugar de ir a la escuela. Tal como lo veía, no tenía mucha oportunidad de concentrarme en las clases con el robo del jueves ocupando mi atención además del estrés de simplemente estar allí y esperar a que aparezcan las consecuencias de haber salteado clases. Además, racionalicé, no tenía mucho sentido ir si sabía que faltaría de nuevo para ir a robar al banco. Me había prometido a mí misma que iría pasado mañana. A afrontar las consecuencias.
Pasé el día con el grupo. Rachel había salido del apartamento; los otros no especificaron por qué y no me interesaba lo suficiente como para arriesgarme a parecer demasiado curiosa al preguntar. Entonces, solo éramos Brian, Alec, Lisa y yo. Habíamos definido los detalles finales del robo y había decidido qué armas quería que Lisa le pidiera al jefe. Elegí un cuchillo de combate y una porra policial telescópica. El cuchillo serviría para emergencias y para aquellas personas que eran demasiado duras para herir con la porra. La porra, de cincuenta centímetros de largo cuando estaba completamente extendida, era para un uso más general, y ofrecía más fuerza de la que obtendría con mis puños. Lisa me había prometido que los tendría para mañana.
Después de eso, evitamos el tema del robo, por algún acuerdo tácito. No sería bueno pensar demasiado o arriesgarse a ponerse demasiado nervioso. De cualquier manera, sentí la necesidad de quemar algo de energía nerviosa, así que ayudé a limpiar el armario de almacenamiento a la hora del almuerzo, con la ayuda de Lisa y Brian. Habíamos solucionado el problema, habíamos encontrado un lugar para todo y habíamos armado la habitación con cosas que les sobraban. El material incluía un tendedero extensible, un vestidor, un colchón inflable y una mesita de noche con una lámpara adjunta. Era suficiente espacio para guardar algunos artículos de tocador, un cambio de ropa o dos, mi traje y mi equipo. Lisa pasó mucho tiempo hablando de lo que podía hacer convertir este espacio en algo mío, lo que podía comprar, cómo podía decorar, pero estaba contenta con lo que teníamos allí. Me gustaba un poco que fuera algo espartano, porque encaja con que no planeaba quedarme tanto tiempo mientras que se sentía extrañamente apreciativo de ser aceptada como parte del grupo.
Habiéndonos cansado, todos nos derrumbamos en los sofás y vimos algunas de las películas de Alec de la Tierra-Aleph[1], la Tierra alternativa con la que nuestra Tierra se había estado comunicando desde que el Profesor Haywire[2] hizo un agujero entre las realidades. Los medios de comunicación eran una de las pocas cosas que se podían intercambiar a través del agujero. Para resumir, podrías obtener libros, películas y DVDs de programas de televisión del otro mundo, si estabas dispuesto a aceptar el precio. ¿El beneficio? Pasé la tarde viendo cómo el otro universo había manejado los episodios uno y dos de las películas de Star Wars.
Realidad: todavía eran bastante decepcionantes.
Para cuando mi padre llegó, tenía chuletas de cerdo descongeladas, espolvoreadas con limón y pimienta y sentadas en una sartén, con verduras en el microondas. Cocinar era el tipo de cosa que comenzabas a hacer cuando solo tenías un padre, a menos que realmente te gustara la comida para llevar.
“Aló”, me saludó mi padre, “Huele bien”.
“Empecé la cena un poco temprano porque hay un lugar al que quiero ir, esta noche, ¿Si eso está bien?”
Trató de ocultarlo, pero pude ver un poco de decepción. “Por supuesto”, dijo, “¿Tus nuevos amigos?”
Asentí.
“Déjame cambiarme y luego te preguntaré todo sobre ellos”, prometió mientras se dirigía al piso de arriba.
Estupendo. No había tenido que responder estas preguntas anoche porque mi padre había trabajado hasta tarde. Mi mente comenzó correr tratando de anticipar preguntas y pensar en detalles creíbles. ¿Debería usar sus nombres reales? ¿O al menos, los nombres que me dieron? No estaba segura de si eso sería un abuso de confianza. Decidí usar sus nombres reales por la misma razón por la que decidí usar el mío con ellos. Simplemente prevenía los desastres si mi padre alguna vez los encontraba, lo cual era una idea aterradora, o si me llamaban.
No tenía que preocuparme que mi padre escuchara del arresto de cuatro chicos, todos los cuales tenían el mismo nombre que mis “amigos”, ya que la mayoría de ellos eran menores de edad y sus nombres se mantendrían ocultos bajo la ley. También tenía la impresión de que los tribunales no siempre desenmascaraban capas cuando los arrestaban. No estaba completamente segura de qué pasaba con eso. Parecía algo sobre lo que preguntarle a Lisa.
Para cuando mi padre había bajado las escaleras, había resuelto tratar de mantener mis mentiras lo más cerca posible de la verdad. Sería más fácil mantener todo en orden de esa manera. Eso, y odiaba mentirle a mi papá.
Mi papá se había cambiado la camisa de vestir y los pantalones de color caqui, en una camiseta y jeans. Me revolvió el pelo y luego se hizo cargo de la última parte de la cocina. Me senté en la mesa para poder hablar con él.
“Entonces, ¿qué está pasando?”, Preguntó.
Me encogí de hombros. Odiaba sentirme así de tensa cerca de mi papá. Nunca me había molestado acerca del acoso, así que siempre había sido capaz de volver a casa y dejar caer mi guardia. No podía hacer eso ahora, porque estaba que él se enterara de mis faltas a clase en cualquier momento, y mis nuevos ‘amigos’ trajeron un montón de secretos y mentiras a la mezcla también. Me sentí como si estuviera al borde de una pérdida de confianza terminal. Un error o una sola llamada telefónica preocupada de la escuela, y mi padre probablemente enloquecería, y las cosas no serían las mismas entre nosotros por mucho tiempo.
“¿Me dirás sus nombres?”, Preguntó. Puso la comida en platos y la llevó a la mesa.
“Brian, Lisa, Alec, Rachel”, confesé, “Son agradables. Me llevo bien con la mayoría de ellos.”
“¿Dónde los conociste? ¿Colegio?”
Negué con la cabeza,” quería alejarme de la escuela por un tiempo, así que tomé un autobús al centro de la ciudad para tomar un descanso. Me encontré con ellos en la biblioteca.” Verdades parciales. Realmente no se podía tomar un autobús hacia el centro de la ciudad y viceversa durante el almuerzo; lo había intentado cuando estaba evitando al trío, pero dudaba que mi padre lo investigara. Sin embargo, técnicamente me cruce con los Undersiders en la biblioteca.
“¿Van a la biblioteca a la hora del almuerzo? ¿Cómo son?”
“Brian es genial. Él es con quien he hablado más.”
“Un chico, ¿eh?” Mi papá movió las cejas hacia mí.
“¡Papá, detente! No es así”, protesté. Dudaba que Brian tuviera el más mínimo interés en mí, sobre todo porque tenía dos o tres años menos que él. Además, bueno, yo era yo. Opté por no mencionar la diferencia de edad a mi padre.
Cambiando el tema, dije, “Lisa es agradable también. Realmente inteligente, aunque no he hablado tanto con ella. Es agradable poder salir con otra chica de nuevo, incluso si ella es muy diferente de mí.”
“Si ella es inteligente, no puede ser tan diferente de ti.”
Podría haberme pateado a mí misma. No podría explicar que ella era una de los malos, mientras que yo era una aspirante a superhéroe, o exactamente cómo era ‘inteligente’. Me había arrinconado en un lugar donde no tenía una respuesta preparada, y tenía que evitar hacer eso. Buscando una respuesta, le dije: “Solo es un año mayor que yo, y ya se graduó de la escuela secundaria”. Esa era la verdad. Ella hizo trampa, pero técnicamente se graduó.
Mi papá sonrió, “Impresionante. Dime que son excelentes estudiantes que pueden servir como buenos modelos para ti “.
Podría haberme atragantado. ¿Buenos modelos de conducta? ¿Ellos? Mantuve mi compostura y me limité a sonreír y sacudir la cabeza, “Lo siento”.
“Una pena. ¿Qué hay de los demás?”
“Alec es el más joven, creo. Un poco difícil de conectar con él. Es un artista increíble, por lo que he visto, pero realmente no lo veo dibujar. Parece algo difícil hacer que se interese o se involucre en algo. Siempre se ve aburrido.” Cuando dije las palabras en voz alta, me di cuenta de que no eran exactamente ciertas. Las dos veces que había visto a Alec reaccionar ante algo había sido cuando le había gastado su pequeña broma a Brian, haciéndolo tropezar, y después de que Perra y yo estuviéramos peleando. Un toque de regodeo en su personalidad, tal vez.
“¿Y la última? ¿Rita? ¿Rachel?”
“Sí, Rachel. No me llevo bien con ella. No me agrada.”
Mi padre asintió, pero no dijo nada. Esperaba a medias la frase parental típica de ‘tal vez si tratas de mostrar interés por las cosas que le gustan’ o algún otro consejo tonto. Mi padre no me hizo eso, solo tomó otro trozo de chuleta de cerdo.
Elaboré un poco, para llenar el silencio, “Ella quiere las cosas a su manera, y cuando no lo consigue, se vuelve cruel. No sé. Ya tengo suficiente de eso en la escuela, ¿sabes?”
“Lo sé”, dijo mi padre. Fue un buen pie para que él me preguntara sobre lo que estaba pasando en la escuela, pero él no lo usó. Se mantuvo callado.
Me sentí inmensamente agradecida en ese momento. Mi papá estaba respetando los límites que yo había establecido, no presionando, no buscando más. Hizo esta conversación mucho más fácil de lo que podría haber sido, y sabía que no podía ser tan fácil para él.
Sentí que le debía algo por eso. Suspirando, admití, “Como, en la escuela. ¿La gente, eh, que me está haciendo pasar un mal rato? Como que me arrinconaron todos, el lunes. Solo, ya sabes, turnándose para insultarme. Es por eso que necesitaba alejarme y me fui al centro.” Me sentí avergonzado al decirlo, porque era lo suficientemente humillante vivirlo como para tener que contarlo, y porque se sentía tan desconectado del resto de la conversación. Pero si no lo decía en ese momento, no creo que hubiera podido.
Mi padre se quedó quieto. Pude ver cómo se componía y elegía sus palabras antes de preguntar: “¿No hay que disminuir lo mucho que apesta ser humillado así, pero no hicieron nada más?”
Levanté las cejas en interrogación mientras masticaba. Lo hicieron, más o menos, pero no pude decir ‘Usaron la muerte de mamá para joderme la cabeza’ sin tener que explicar lo de Emma.
“¿Algo como lo que pasó en enero?”, Preguntó.
Bajé los ojos a mi plato, luego sacudí la cabeza. Después de unos momentos, dije: “No. Enero fue una cosa de una vez. Desde entonces, han hecho ‘’bromas’ más pequeñas, me han molestado, pero no han repetido las actuaciones en ese frente.” Hice citas con mis dedos mientras decía ‘bromas’.
“Está bien”, dijo mi padre, en voz baja, “Es un alivio saber”.
No tenía ganas de compartir más. Uno pensaría que me sentiría mejor, después de abrirme, pero no lo hice. Me sentí frustrada, enojada, incómoda. Fue un recordatorio de que no podía tener una conversación real con mi padre como solía hacerlo. Más que nada, me sentí culpable. Parte de la culpabilidad se debía a que aparentemente había dejado que mi padre pensara que cada vez que me intimidaban, era como había sido ese día, hace casi cuatro meses, cuando las cosas habían empeorado. Apuñale un poco de grasa con mi tenedor.”
“¿Cuándo ibas a salir?”, Preguntó mi papá. Eché un vistazo al reloj digital en la estufa y noté la hora.
Me alegré por la excusa para escapar, “¿Ahora? ¿Está bien eso? No tardaré mucho.”
“¿Te encontrarás con tus amigos?”, Preguntó.
“Solo voy a ver a Lisa para tomar un café y conversar, lejos del resto del grupo”, le dije mientras me ponía de pie y movía mi plato al fregadero. La mentira fue más pesada en mi conciencia después de la conversación abierta que acababa de tener con él.
“Toma, espera”, dijo. Se levantó y buscó en su bolsillo su billetera. Me dio uno de diez, “Para el café. Lo siento, no tengo más. ¿Qué te diviertas?”
Lo abracé, sintiéndome dolorosamente culpable, luego me dirigí a la puerta de atrás para ponerme los zapatos. Estaba abriendo la puerta cuando apenas lo escuché decir, “Gracias.”
“Te quiero papa.”
“Yo también te quiero. Cuídate.”
Cerré la puerta, agarré la bolsa de gimnasia que había escondido debajo de los escalones de atrás y me dirigí a la casa en un trote ligero. Mantuve la bolsa de gimnasia baja para que mi papá no me viera llevándola.
Tomé la misma ruta general que tomé en mis carreras matutinas, en dirección este, hacia la bahía. Esta vez, sin embargo, en lugar de girar hacia el Paseo Marítimo, me dirigí al sur.
En su apogeo, cada pulgada de la ciudad había sido una metrópolis bulliciosa. Los barcos iban y venían a todas horas, los trenes llegaban para entregar los bienes que se enviarían al extranjero y la ciudad estaba repleta de gente. El extremo norte de la bahía, especialmente el área cercana al agua, estaba dedicado completamente a la industria. Barcos, almacenes, fábricas, ferrocarriles y hogares para todos los que se dedicaban a esos trabajos. También tenías al ferry atravesando la propia bahía.
El ferry era el proyecto particular de mi padre. Aparentemente, fue una de las primeras cosas que se fueron cuando la importación / exportación se secó. Sin el ferry, los Muelles se habían desconectado del resto de la ciudad, a menos que estuvieras dispuesto a conducir por media hora más o menos. Mi padre sostenía la opinión de que la falta de ese medio de transporte hacia el resto de la ciudad era la razón por la cual los Muelles se habían convertido en lo que eran hoy. Creía que, si el ferry comenzaba a funcionar nuevamente, se crearían puestos de trabajo, las personas en los vecindarios de bajos ingresos tendrían más acceso al resto de la ciudad, y la dinámica de clase baja o clase alta, sin clase media, de Brockton Bay se suavizaría.
Así que, cuando había estado tratando de pensar en un lugar que era bastante privado pero fácil de encontrar, pensé en el ferry. Probablemente podría agradecerle a mi papá por la idea.
Me acerqué a la estación y encontré un baño en desuso para cambiarme al traje.
El edificio y el ferry en sí estaban bien cuidados, al menos en el exterior, que fue una de las razones por las que mi padre pensó que le costaría muy poco hacer que las cosas funcionaran nuevamente. Aun así, ese no era el problema de la ciudad. No querían proporcionar a los adictos y los pandilleros un acceso fácil al resto de la ciudad, mientras pagaban por brindar el servicio, por la mera esperanza de _tal vez _obtener mejoras para el futuro. Por lo tanto, la ciudad mantuvo la estación y el ferry muy bonitos para cualquier turista que se alejara lo suficiente al sur del Paseo Marítimo y mantenía eternos carteles de ‘temporalmente fuera de servicio’ y ‘muy pronto en todo el edificio y en los folletos. Aparte de los reemplazos regulares para mantenerlos como nuevos, los carteles no se habían eliminado en casi una década.
Ignoré las puertas que daban al interior de la estación y, en su lugar, me dirigí hacia el patio exterior que daba a la bahía. Había algunos paneles grandes de vidrio para romper el viento, y mesas de piedra y bancos para aquellos que quieran sentarse a comer. Fue uno de los mejores puntos de vista para ver el Cuartel General del Protectorado[3] en todo su esplendor. El cuartel era una serie de arcos y agujas montados en una plataforma petrolera renovada. Incluso la plataforma sobre la que se construyó era hermosa, con bordes duros y líneas de barrido. Todo estaba iluminado por focos polarizados y contra una tenue corona de colores cambiantes, como la aurora boreal atrapada en forma de burbuja de jabón. Un campo de fuerza, siempre encendido, protegiendo a las personas que vigilaban Brockton Bay.
Cuartel General del Protectorado
“No estaba seguro si aparecerías”, una voz masculina rompió el silencio.
Me volví para mirar Armsmaster, “Lo siento. Tuve que colgar a tu recepcionista. Llamo la vida real.”
Parecía de alguna manera diferente a la primera vez que lo conocí. Sus labios estaban en una línea dura, sus pies más separados. Tenía los brazos cruzados sobre el pecho con la alabarda en una mano, el palo apoyado contra su hombro. Transmitía una actitud tan diferente que momentáneamente me pregunté si era la misma persona bajo el traje.
“Tengo que pedir un favor”.
[1] Aleph, es la “A” en el alfabeto hebreo.
[2] Haywire: Caótico, loco o fuera de control. Normalmente referido a equipos electrónicos o electricos.
[3] PHQ: Creo ya lo mencioné antes, el Protectorate Headquarters.

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2017.09.02 10:55 albedrio Los signos exteriores de la posesión son casi siempre los mismos: la individualidad se desvanece y surge una distinta, demoníaca, que dura más o menos tiempo, a modo de un ataque", afirma Julio Caro Baroja.q

Explicación científica Editar Desde un punto de vista médico, la posesión demoníaca se considera una de las formas del trastorno disociativo (de conversión) que antiguamente se denominaba histeria. Se codifica en la clasificación internacional de enfermedades mentales (CIE) de la Organización Mundial de la 3 trastorno de trance o posesión o como F-44.81 trastorno de personalidad múltiple; también se halla incorporado en el Manual de Diagnóstico y Estadística en su cuarta versión (DSM-IV). Comúnmente se le denomina «demoniopatía» o «demoniomanía» y se describe como la creencia del paciente de estar poseído por una divinidad o demonio, y de obrar bajo su control.
Su estudio médico comienza en 1791, cuando Eberhard Gmelin publica el primer caso de «doble conciencia»,[cita requerida] inaugurando así el estudio científico de esta rara patología que había sido atribuida desde siempre a supuestas entidades espirituales.
Algunos datos importantes son la publicación de Pierre Janet del caso «Aquiles», sobre un sujeto que en 1890 es poseído por el demonio y curado por el tratamiento hipnótico. Posteriormente, Joseph Breuer en colaboración con Sigmund Freud publica en 1895 los Estudios sobre la histeria, que se basa en el caso de Anna O, una joven con personalidad múltiple que hablaba en lenguas extranjeras. Continua el proceso Théodore Flournoy con el estudio de la medium Helene Smith, en su libro publicado en 1899 Desde la India al planeta Marte. En la actualidad, aunque poco publicitados, se ha continuado estudiando el trastorno con revisiones sobre temas tales como vudú, chamanismo, exorcismo, etc.
La medicina ha identificado una serie de trastornos psíquicos y neurológicos en los que se manifiestan fuerzas y aspectos desconocidos del psiquismo humano cuyos síntomas se parecen a lo que las religiones interpretan como signos de posesión demoniaca. Por ejemplo en 1608 el monje italiano Francesco Maria Guazzo, un ferviente creyente en la realidad de la brujería, señalaba en su Compendium Maleficarum que era difícil distinguir los signos indicativos de posesión de los síntomas de algunos trastornos mentales.
Por otra parte el neurólogo francés Jean-Martin Charcot fue el primero en percatarse de la similitud que mostraban los casos de histeria y los de posesión diabólica.
Otro síntoma que presentan las personas poseídas, son las reiteradas visiones y sentimientos que presentan, tales como sentir que un ente extraño les controla, sentimientos de ahogarse, quemarse, dolor, angustia y visión de entes, personas o espíritus extraños o ya fallecidos y que no son percibidos por los demás. Estos síntomas suelen aparecer en los diferentes tipos de trastornos disociativos, a menudo sobre todo en estratos socioeconómicos bajos o en regiones apartadas de la civilización y a menudo en cultos cristianos pequeños (sectas) se confunden los síntomas de la esquizofrenia o los trastornos de ideas delirantes con manifestaciones de posesión demoníaca.
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2017.08.23 03:40 Espartano9 Día 1 de 30 - mi historia con la seducción y los problemas que me ha traído

Buenas a todos
Todas las veces que he estado en el reto me he limitado solo de la masturbación y la pornografía, pero no estaba viendo otro factor muy importante... quizás era porque inconsciente yo necesitaba de esto para sentirme bien y evitar o adormecer el estrés, o malas emociones que tenemos en la vida. Me di cuenta que siempre he estado muy obsesionado con el sexo, siempre preocupado, pensando, fantaseando, yendo a bares para conocer chicas, o buscando, estando en linea en estas aplicaciones de tinder o badoo, o incluso ligando por facebook e instagram... Todas estas chicas que conoci ya sea en la vida real u online, solo salia con ellas un tiempo, pero siempre incapaz de involucrarme emocionalmente, por que lo normal era que las dejara después de llegar a tener sexo algunas veces, o hasta que ella se involucrara mucho emocionalmente hacia mi.
Todo esto de la continua caza de mujeres comenzó como un juego, junto a unos amigos nos unimos a la "comunidad de seducción" y empezamos a perder el miedo a hablarle a chicas, ya sea en la calle, en bares, discos, para conseguir su contacto, tener una cita, sexo. Si bien fue bueno para desarrollar mas personalidad, a mi parecer no es un buen estilo de vida si tienes problemas de adicción sexual.
En fin, la conclusión es que nunca podre estar limpio de pmo, ni tener una coneccion real y mutua con una chica, si estoy obsesionado con el sexo y haciendo todas estas cosas para conseguir mujeres, porque inevitablemente me llevara a una recaída y a seguir viendo a las chicas como objetos sexuales en vez de una persona integra y una potencial compañera de vida.
Así que mi meta serán 30 días limpio de pmo, y a hardmode me refiero a nada de enfocarme en el sexo, ni fantasear, ni buscar chicas, ni ningún tipo de interacción sexual (ya se sexo, sexting, porno, fantasear, webcam, aplicación de citas online y redes sociales). quizas les paresca algo extremista pero creo que para mi caso es necesario. Este tiempo sera para enfocarme en mi vida e identificar mis patrones de comportamiento poco sanos sobre el sexo.
Saludos y fuerza compañeros!
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2016.06.29 18:36 RafaBwn ¿Dónde esta el “Bravo Pueblo”? A propósito de la supuesta “pasividad social” venezolana.

Primero, una cita de Gustave Le Bon:
La masa es siempre intelectualmente inferior al hombre aislado. Pero, desde el punto de vista de los sentimientos y de los actos que los sentimientos provocan, puede, según las circunstancias, ser mejor o peor. Todo depende del modo en que sea sugestionada.
Esta premisa sintetiza uno de los principios fundamentales de la sicología de masas, por lo que nos parece útil tomarla en cuenta para buscar respuesta a una pregunta que copa el imaginario colectivo del país: ¿Dónde esta el bravo pueblo? La pertinencia de la duda sobre lo que ha sido capaz de tolerar y aceptar la mayoría de lagente, (por muchísimo menos de lo que hoy pasa fue defenestrado el extinto presidente Carlos Andrés Pérez, quien por ejemplo, aumento la gasolina en 50%, y Maduro en un 6.000%), concita una reflexión política e intelectual honesta, pero también estratégica para el movimiento opositor venezolano. Hoy la cultura democrática del país, pugna (en las mas adversas condiciones de desventaja y ataque de la cúpula que se aferra al poder), por una salida constitucional, electoral y pacifica a través de la convocatoria del referéndum revocatorio.
Tomando en cuenta el enfoque sicosocial de Le Bon, resulta obvio que Chávez nos acostumbró a sentirnos “masa”; condicionando la conducta individual signada por la posesión de derechos que no cejaríamos ante el poder, hoy “difuminados” en las colas, el aceptar comprar lo que el gobierno imponga, y resignarnos ante la escasez de medicinas, entre otras afrentas a nuestra dignidad humana.
¿Cómo hemos llegado a esto?, bueno por asumir una asimilación a la conformación de la muchedumbre, que nos limita a sobrevivir de cualquier forma posible ante las terribles carencia y humillaciones a que nos somete una visión totalitaria del estado, que se ha hecho omnipresente y omnipotente, aunque terriblemente irresponsable e ineficiente. Entonces ese pueblo devenido en “masa”, según Le Bon: “Intelectualmente inferior al hombre aislado”, no puede ser asimilado a la aberración conceptual de Pico de la Mirándola, quien afirmo: “la turba es indigna de llevar el peso de la sabiduría”. No, simplemente el común de nuestra sociedad asumió como “natural”, (siendo un anti-valor); el depender de un Chávez que inteligentemente se vendió cual generoso dispensador de todo tipo de asistencialismo, regalía, dádiva y “protección”, en el símil subconsciente del que idealiza a un padre como sustituto liberador de su responsabilidad por el trabajo, la productividad y autosuficiencia, emprendedora y honesta, a cambio de enajenar su voluntad al designio de su bienamado benefactor; siempre que le “pagara” con su voto.
No obstante Chávez, al poner bajo su egida personalista y autocrática la institucionalidad, el equilibrio del poder y el ejercicio de la ciudadanía activa, plural, diversa y autónoma, sembró; el germen que hoy carcome acelerada e inexorablemente su “legado”. Vale decir, tuvo éxito en convertir en su activo político la voluntad popular de cambio que venia siendo vulnerada por la “enfermedad” inoculada a la sociedad venezolana, por parte de un estatus quo bipartidista, elitesco, y por decir lo menos, apartado de su responsabilidad de gobernar, para, con; y por el pueblo, pero; fracaso en darle sustentabilidad perdurable, al dispendio, la demagogia y a la dádiva rentista como modelo del estado social, y menos de derecho. Ahora bien, era sicosocialmente justificado que una gran mayoría de la gente pensara así. La descomunal y directa transferencia de recursos que fluyeron por las misiones hacia los sectores mas pobres y excluidos, unido al reparto de bienes y servicios a los cuales la gente común había perdido su acceso, no solo crearon la ilusión del “paraíso terrenal Chavista” sino que efectivamente generaron un sostenido crecimiento del PIB, y por ende de la economía, (aunque inútil, como hoy se prueba, para propiciar desarrollo integral, sostenido y medible) consecuencia lógica de haber puesto en manos de una población con muy poca o ninguna capacidad de compra, una disponibilidad financiera que expandió enormemente la demanda de bienes y servicios. A ello hay que agregar la oferta pública de alimentos subsidiados, variados y abundantes, que mantuvieron a raya durante varios años el índice inflacionario; hasta que llegó la desaceleración de la economía globalizada, ( y su impacto en la disminución de la demanda de petróleo), lo que hizo caer la absorción de un recurso energético por economías estancadas, si acaso no en recesión; forzando los precios a la baja, siendo esto, y no la malquerencia del imperio, lo que “mando a parar” la fiesta populista financiada con el “kino petrolero” a precios por encima de los 100 dólares el barril. Ahora; triste y dolorosamente presenciamos y sentimos, la tragedia socioeconómica que se ceba contra los mas pobres, quienes atónitos, incrédulos y sin “ostentosa reacción de rebeldía”, sufren en carne propia, (aparentemente resignados) el final de la orgia populista financiada con los “petrodólares”. En realidad no es tan así. Deliberadamente puntualizamos, “ostentosa reacción de rebeldía”, puesto que al observar la dinámica del hecho social que signa a la Venezuela actual, (apelando a Le Bon), el colectivo “puede según las circunstancias, ser mejor o peor. Todo depende del modo en que sea sugestionado. Esa sugestión en nuestro caso, se alimenta de una matriz de opinión gigantescamente mayoritaria por el cambio, y esta marcando un estadio de sublevación contestataria que el régimen de Maduro no acepta como realidad tangible por su desconexión con el común de la gente, Prefiere aferrarse a la zona de “confort moral” que le proporciona su dogma comunista/totalitario, o simplemente asume el mas craso y ostensible desplante, a elementales principios de solidaridad y acción de auxilio para con los humanos máxime si además son sus compatriotas. La terca, inexcusable y cruel oposición a recibir ayuda humanitaria internacional con alimentos y medicinas, así lo demuestra.
¿Porque no se siente al bravo pueblo como ocurrió en el “caracazo“. Bueno porque el caracazo si fue una “ostentosa reacción de rebeldía”, (cualquiera que hayan sido sus motivaciones, características o consecuencias sufridas), fundamentalmente por tres componentes sustantivos: a): se produjo en la capital de la república, b): fue masivo durante muchas horas producto de la falta adecuada y consensuada respuesta institucional (se apelo a la peor formula, cual fue sacar al ejercito a reprimir) y c): recibió una cobertura mediática (nacional e internacional) amplia en “tiempo real”, por tanto impresionante. Pero eso no quiere decir que se extinguió el espíritu contestarlo de nuestra conciencia democrática; por el contrario esta en la calle, por un lado en la actitud valiente y arriesgada de figuras y personalidades políticas de la MUD y sus partidos, y en cuanto a la gente humilde, incrementado, agresivo y cada vez mas constante; solo que en el contexto del protagonismo anónimo, sectorial y vecinal. Disperso geográficamente si; Pero no por ello menos explosivo y peligroso, para la estabilidad del régimen.
Esta modalidad de rebeldía, viene siendo aupada por un voluntarismo ciertamente desarticulado, precisamente por ser una explosión social que surge como tsunami soterrado, nacido en el silencio de la rabia, de la indignación ante la falta de que se les reconozca como aquellos que llevan la peor parte en este colapso social. Que están reaccionando incluso, con una determinada dosis de violencia ante lo que sienten como burla; cuando se les invoca en todos los medios oficiales, como el pueblo feliz que se mantiene firme con la revolución, y Maduro; lejos de estrechar la empatía emocional mediante la comprensión y consuelo por su padecimiento, y en vez de tomar medidas reales de solución, opta por el desplante que desdeña la enormidad de la tragedia que se padece. La soberbia política y tozudez de Maduro raya en el suicidio; y cuidado, puede herir mortalmente la vigencia del proyecto político chavista, cuando perfectamente pudiera tener un futuro en la escena política venezolana.
De otra parte un segmento (aun importante) del “bravo pueblo Chavista”, se resiste a admitir que se equivocó, (actitud humanamente explicable por cierto), apelando a la expresión de que “con Chávez no pasara esto”; pero respecto de Maduro y su elitesco séquito de co-gobernantes militares, ese mismo chavismo los quiere “fuera ya”; y por eso se suma, (cuidado y con la vehemencia del que se siente traicionado por el heredero con quien se pierde todo lo que “Chávez nos dio”), protagonizando protestas populares y saqueos en casi todo el país. Y en todo caso, los chavistas que se mantienen pasivos, (tal cual advirtió Petkoff) espera en la bajadita a Maduro para castigarlo con el revocatorio. Porque no es la MUD quien enciende la llama social; es el hambre.
Ahora bien, hay que asumir la orientación política de esa convulsión social. No cabe dicotomía para la dirigencia de la MUD y los partidos, entre hacer lo que conviene, por encima de lo correcto. Lo advertimos porque pueblo saqueando comercios y empresas, (que son igual victimas del “holocausto” económico que sufrimos todos), es una distorsión y despropósito a los finen de la lucha por el restablecimiento de nuestra democracia. Esta obligada la MUD en generar estrategia política y comunicacional, para que Nicolás Maduro no se escape o diluya de su responsabilidad, como “el” factor determinante de la crisis.
Debe salirse al paso con el discurso, mensaje y acción; de manera clara y contundente, a la pretensión manipuladora del PSUV y el gobierno de satanizar a los productores, industriales y comerciantes como maléficos autores de la hecatombe económica que nos arruina. La protesta hay que orientarla, porque las crisis económicas, por su solo dinámica, no garantiza la caída de los gobiernos; es la ingobernalidad política que mana de la rebeldía de las sociedades en el ejercicio pleno de su soberanía, quien lo logra.
Vale decir que la solución no es atentar contra abastos, bodegas y panaderías de barriadas que sobreviven a duras penas, sino el producir un cambio profundo en la conducción del estado, su economía en el marco de la restitución constitucional. Por eso es igualmente irresponsable la conseja de “meterle fuego a la llama social”, sin importar la perdida de vidas y destrucción de bienes materiales, solo para que “maduro caiga”.
La historia ha probado que ante el caos y la anarquía, la respuesta es el fascismo y la dictadura. Por eso la MUD no puede apartarse de la línea política de la salida constitucional, electoral y pacifica, aun a despecho de los “radicales de verborrea”. Además todos los estudios revelan que así lo quiere la inmensa mayoría de nuestros compatriotas. Ahora; que la insensata y evidente incompetencia de Maduro, para asimilar y comprender como es; que es, y de que manera se ejerce la política, lleve al país a la sima de la barbarie y la represión, por solo mantenerse con su cúpula en el poder, comportará una aceleración de su salida del poder, no su preservación.
Agregamos para refrescar el análisis un dato histórico por demás interesante: José Vicente Emparan, aceptó la realización y resultados del “revocatorio” del 19 de Abril de 1.810; que ante el unánime “no lo queremos” del pueblo, pronuncio su celebre: “pues yo tampoco quiero mando”. Al contrario del Capitán General Emparan; quien quedo en el episodio mas como “demócrata” que déspota; Maduro “si quiere mando” aunque sea a costa del sufrimiento y la destrucción; que el mismo ha desatado contra el pueblo venezolano.
Finalmente propongo como iniciativa a ser discutida, manejar el concepto “Devuélveme a Venezuela”, no en la acepción rogatoria, sino desde la exigencia imperativa, por ser el revocatorio la vía para que se nos devuelva (hoy secuestrada) la Venezuela de la cual todos disfrutábamos y que perdimos. Es decir, convertir este concepto en una causa pro revocatorio.
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2016.03.30 10:19 EDUARDOMOLINA PABLO IGLESIAS.- Mi cabeza política se hizo en Italia.- ctxt

http://ctxt.es/es/20160323/Politica/5015/Entrevista-Pablo-Iglesias-gobierno-España-Entrevistas-Elecciones-20D-¿Gatopardo-o-cambio-real.htm
Como Podemos, Pablo Iglesias tiene al menos dos almas. En la distancia corta es un tipo tímido, pausado, bien articulado, culto sin llegar a la pedantería --aunque a ratos se pone un poco cursi, no llega a caer en la novela rosa. Se diría que este Iglesias profesoral es una persona distinta a la fiera corrupia que se zampaba a los más agresivos contertulios televisivos de Intereconomía o La Sexta, muy diferente del tribuno que un día lanza cal viva contra las bancadas socialistas para luego susurrarle a Pedro Sánchez “solo faltamos tú y yo”.
Esta multiplicidad de personalidades resume también la montaña rusa existencial en la que vive Podemos, un partido-niño formado por mil mareas, orígenes, corrientes: comunistas gramscianos de la vieja IU, activistas de la PAH, populistas criados en Laclau y curtidos en asesorías peronistas y bolivarianas, humildes indignados del 15M, cristianos de base de las periferias urbanas, profesores, doctores y analistas del CEPS, En Comú, Andalucía, Guanyem…
Viviendo y muriendo de éxito a la vez, víctima y beneficiario de sus contradicciones y su indefinición asamblearia, Podemos se ha convertido en solo dos años en la gran esperanza de la izquierda europea, una vez certificada la claudicación de Syriza ante la Troika. Tras revolucionar el mapa municipal y tomar el poder en las grandes ciudades, y después de sacar cinco millones de votos el 20D, Podemos y sus confluencias viven un periodo convulso: enfrentamientos, filtraciones, dimisiones, ceses... Nadie sabe cómo acabará este enorme lío. Pero la impresión es que Iglesias ha tomado las riendas en Madrid y ha dejado desarmado a su amigo y número dos, Íñigo Errejón, al que conoció en la Facultad de Políticas de Somosaguas (Madrid) cuando él tenía 23 años y Errejón 18, y al que durante la entrevista se referirá, entre bromas y veras, con estas palabras: “Nunca ha dejado de ser el benjamín”.
Iglesias parece transformado, más conservador, mucho más cauto y conciliador. Cuando se le pregunta por el pacto con el PSOE, no pone reparos, líneas rojas, ni exigencias. Oyéndole, se diría que su estrategia pasa hoy por dos opciones que en realidad son solo una: o gobernar con el PSOE casi sin condiciones, o repetición de elecciones sin dejarse culpar del adelanto.
El líder de Podemos (Madrid, 1978) llega puntual a la sede de CTXT para una conversación de una hora con miembros del consejo editorial y la redacción --Miguel Mora, Soledad Gallego-Díaz, Ignacio Sánchez-Cuenca, Mónica Andrade y Willy Veleta-. Va acompañado por un séquito de cuatro jóvenes asistentes que no se despegan del móvil. Tiene ojeras y mala cara: un reciente cólico nefrítico, provocado, explica, por una pequeña piedra en el riñón que todavía no ha expulsado.
Es martes 22 de marzo, y hace solo un rato que se han producido los atentados de Bruselas. A mitad de la hora pactada, Iglesias y los suyos tienen que salir corriendo para acudir al homenaje a las víctimas organizado por el ayuntamiento madrileño. Poco después, completamos la entrevista por el móvil: más de 100 minutos, que publicamos de forma íntegra, dividida en cuatro bloques: Pablo, según Iglesias; La crisis de Podemos; España, pacto o elecciones, y ¿Otra Europa es posible?
BLOQUE 1. PABLO, SEGÚN IGLESIAS.
"Políticamente soy un italiano. Mi cabeza política se hizo en Italia"
¿Querría explicar en cinco o seis frases quién es Pablo Iglesias?
Soy tímido, aunque no lo parezca. Amante de una cierta soledad para leer, para ver películas, para ver series. Al mismo tiempo con una enorme pasión para las cosas. Necesito la pasión para hacer cualquier cosa. Con mucha pasión por aprender, y con mucho que mejorar. Fundamentalmente, un tipo sencillo. Una de las cosas que más me gustan es cuando la gente que acaba de conocerme me dice: ‘Hostia, eres un tipo bastante normal’.
Más normal de lo que parecía en la tele…
Claro, ese contraste sorprende a mucha gente. Una cosa que me han dicho y que me encanta es: ‘Ganas mucho en la distancia corta’.
¿Qué recuerdos tiene de la infancia? ¿Se siente soriano?
Sí, sí. Decía Rilke que la patria de uno es su infancia, y mi patria tiene una localización geográfica muy clara, que es Soria. Yo pasé en Soria desde los 2 años hasta los 13.
¿Eso curte, no?
Sí, claro, se pasa frío. Pero para ser niño Soria es una ciudad maravillosa. Yo iba por ahí con mi bicicleta tranquilamente. Toda la memoria sentimental de mi infancia está asociada a lugares de Soria. Si la patria de uno es la infancia, Soria es mi patria.
Después de Soria vino a Madrid, y estudió de todo… ¿Le enseñaron todo lo fundamental para ser político en la universidad y los másteres, o es un trabajo más duro de lo que pensaba?
Yo creo que es un trabajo como otro cualquiera, que no debería ser una profesión, sino una actividad a la que uno dedica un cierto tiempo. Es una actividad además que tiene que practicar gente con perfiles muy distintos. A mí me encanta estudiar. Las dos cosas que más me han gustado en la vida es recibir clase y dar clase. Supongo que eso me ha hecho aprender cosas que luego me han sido útiles en la política, pero la experiencia práctica no la sustituye nada. En estos dos años he aprendido una barbaridad y sigo aprendiendo mucho.
¿Más que leyendo?
Hace poco volví a releer El Príncipe, que lo había leído antes dos veces por lo menos. Es curiosísimo que al leerlo al mismo tiempo que estás practicando la política, cambia completamente… Recuerdo que tenía los subrayados originales míos, y en los nuevos prestaba atención a otros elementos. Supongo que eso tiene que ver con practicar la política de manera tan intensa y directa...
¿Maquiavelo tenía más razón de la que pensaba?
No es tanto más razón, sino que en realidad lo que está escribiendo Don Nicolás es un manual con un enorme sentido práctico. Maquiavelo no es un erudito metódico. Como diría Gramsci, es un hombre de acción. Está siempre pensando en la acción, y logra aislar la política como disciplina de otro tipo de consideraciones. Es impresionante el enorme sentido común de las reflexiones del libro, incluso cuando es un tipo del siglo XVI que está pensando en las repúblicas y en los Estados italianos, que es lo que tiene a mano, tomando las experiencias de la Roma y la Grecia clásicas... Han pasado muchas cosas en estos 500 años, y aun así tiene reflexiones magníficas.
¿Le da tiempo a leer la prensa cada día? ¿Lee papel o solo Internet?
Leo los dosieres que me prepara el equipo.
¿Los clippings, en papel grapado?
Depende, si lo puedo imprimir lo imprimo y lo grapo. Si no, lo leo en el ordenador, o los días que tengo que salir muy temprano lo leo en el teléfono. En esos dosieres viene un resumen con una sección de artículos de opinión que me prepara el equipo. La verdad es que leo más prensa que nunca, esa selección me hace leer artículos muy valiosos.
¿Le ponen artículos de CTXT?
Sí, de vez en cuando. Algún editorial malvado vuestro he leído, en el que nos dabais caña. Luego están algunos imprescindibles. Uno de los articulistas que nunca falla, lo digo siempre, es Enric Juliana. Para mí, el análisis diario de Juliana es como ir a misa para la gente de comunión diaria.
Albert Camus decía que un país vale lo que vale su prensa. ¿Cómo ve la situación de los medios en España?
Era bastante cruel Albert Camus al decir eso con muchos países. Un político profesional solo puede hablar bien de la prensa. Punto y final.
Pregunta un lector: ¿Cree que su política, de tan buen e infinito trato con los medios, está siendo efectiva?
Es inevitable. Yo creo que la política, entre otras cosas, es una definición de la realidad. Nunca ha estado la política tan mediatizada por los medios como ahora, y mira que llevan décadas con eso. Seguramente los medios son el terreno fundamental de la política, y eso tiene que implicar mucho tiempo y muchas técnicas para que la comunicación funcione. Eso es así desde hace mucho tiempo, pero yo diría que cada vez más.
Y hace falta tragar mucha quina, imagino.
Eso es inevitable. Recuerdo un político conservador, con el que hablaba en el Parlamento Europeo, que me decía: “Mira, esto que hacemos nosotros consiste en levantarse por la mañanas y que te sirvan un plato con un sapito, y a ese sapito le tienes que echar sal, le tienes que echar pimienta… lo que quieras, pero te lo tienes que comer todas las mañanas…”. Y eso es así.
Manolo Monereo ha escrito en Cuarto Poder que hay una cacería organizada por PRISA y los poderes financieros para acabar con Podemos. ¿Cree que es cierto? ¿Se siente acosado?
Monereo es un sabio, es uno de los intelectuales de la izquierda más lúcidos, y con muchísima experiencia. Creo que en los últimos artículos y también en este señala algunas de las claves de lo que está ocurriendo.
Hay un personaje en The Wire que dice “This is the Game!”, y efectivamente este es el juego en el que estamos; y es lógico que a nosotros nos den caña, es parte de las reglas del juego.
Por cierto, usted y Juan Carlos Monedero llevan años ejerciendo de periodistas / analistas y presentadores. ¿Aprendieron de Beppe Grillo? ¿No le parece una forma de intrusismo que un líder político haga periodismo?
En realidad a mí, desde que empezamos a hacer La Tuerka, me entusiasmaba dirigir y presentar una tertulia que siempre ha querido tener un estilo diferente al de las tertulias convencionales o al de otras tertulias, ni mejor ni peor, simplemente diferente. Creo que tanto La Tuerka como Fort Apache se han ganado un enorme prestigio por eso, hasta el punto de que nos han dado premios en facultades de Periodismo... Eso es un honor y al mismo tiempo un placer; si alguien se ha sentido ofendido por el intrusismo, nosotros lo hacemos desde mucho antes de que existiese Podemos, nos entusiasmaba hacerlo, y nos sigue entusiasmando...
En el artículo que publicó en New Left Review en julio del año pasado hablaba de “el pueblo de la televisión”. ¿Cómo puede un tipo que ha estudiado en Cambridge y Suiza ser tertuliano en Intereconomía?¿Es su personaje político un producto de la TDT y las tertulias?
En realidad en Intereconomía había días en los que no se discutía mal, más o menos te dejaban expresarte. Pero para nosotros era una cuestión fundamental: habíamos llegado a la conclusión de que los medios de comunicación, y en particular los formatos de las tertulias políticas, eran el instrumento fundamental para generar imaginario. Nos habíamos dado cuenta de que el estilo que nosotros manejábamos en la universidad, cuando dábamos charlas o hacíamos seminarios, se alejaba mucho de las técnicas a través de las cuales se informaba o formaba la opinión. Intentamos ser rigurosos y amenos, sabiendo que las técnicas de la comunicación se basan en el mundo audiovisual y que teníamos que intentar manejar esas técnicas, siendo al mismo tiempo rigurosos. Intereconomía, La Sexta Noche y Las Mañanas de Cuatro fueron como un entrenamiento. Recuerdo muchos de esos debates con muchísimo cariño. Y debatiendo en Intereconomía conocí a gente muy valiosa. A Javier Nart, que ahora es eurodiputado de Ciudadanos y es un hombre maravilloso, al que quiero mucho, lo conocí en El Gato al agua; al señor Alejo Vidal-Quadras, con el que me separan muchísimas cosas a nivel ideológico pero que me parece un hombre inteligente, también. Y también allí fue la primera vez que escuché debatir a Francesc Homs, de Democràcia i Llibertat. Allí aprendí muchas cosas...
En aquel artículo, analizaba “la incipiente crisis del régimen postfranquista, enfangado en la corrupción y la recesión económica, y las oportunidades que ello ofrece a una formación política popular que movilice el descontento social de los indignados…”. ¿Cree que han aprovechado esa situación y están haciendo todo lo posible para mitigar ese descontento? ¿No cree que el “régimen” está todavía muy vivo?
Efectivamente, nos enfrentamos a adversarios poderosísimos que están acostumbrados a ganar siempre, incluso cuando parece que no han ganado a veces ganan también, pero el juego es así. De momento, lo que hemos conseguido creo que nadie se lo podía imaginar, creo que las élites nunca vieron un actor con las capacidades que ha demostrado Podemos. Eso no quiere decir que a partir de ahora no vaya a ser difícil, es más, va a ser mucho más difícil, cada vez va a ser más difícil y yo creo que eso se nota. Nosotros fuimos capaces de patear el tablero, de reponernos y salir muy reforzados de ataques muy agresivos. Me acuerdo perfectamente de lo que me preguntaban en las entrevistas en octubre o noviembre, y creo que tuvimos un resultado electoral espectacular. Pero eso no cambia que la situación económica del país es difícil, que el poder de las élites es enorme, que nosotros podemos sufrir el desgaste de nuestras contradicciones y que la política no termina de... Es extremadamente complicado. Bueno, pues tendremos que adaptarnos y seguir combatiendo, haciendo eso que pedía Gramsci: “Necesitamos toda la fuerza, toda la inteligencia y toda la ilusión en un combate que es difícil y donde el adversario siempre es muchísimo más poderoso”.
Eso recuerda un poco al Atleti del Cholo Simeone, una especie de tercera vía insumisa y solidaria contra la bipolaridad... deportiva y política.
Siempre me ha entusiasmado el Cholo Simeone y su Atlético de Madrid por eso. Es un equipo con menos recursos deportivos que los grandes y sin embargo con una enorme pasión y un estilo muy descarado y muy disciplinado al mismo tiempo. Y probablemente por eso el Cholo ha conseguido colocar a su equipo al nivel del Real Madrid o del Barça, y eso a mí me gusta. Me gusta su carácter.
Uno de sus lemas es "No consuman". Hay un video de 2013 en el que usted dice que le indigna que IU aceptara una consejería de Turismo en Andalucía y no exigiera un telediario. Eso son las cuotas de la RAI... Y añadía que en Turismo solo se podía crear empleo…
En aquella época podía decir lo que me diera la gana, no había consecuencias en lo que decía. Ahora tendría que ser mucho más prudente. Pero básicamente la idea que pretendía transmitir es que si haces política y vas a gobernar, quizá tenga sentido, sobre todo si lo vas a hacer desde una posición de debilidad, intentar intervenir en aquellas áreas que son más importantes y donde realmente se pueden lograr cambios en la vida de la gente o en la construcción del relato, que es una cosa fundamental en política. Y eso lo sigo pensando.
¿En un hipotético acuerdo de gobierno con el PSOE, incluirían una reivindicación de ese tipo? ¿Controlar los informativos?
Pero no necesariamente para que estuviéramos nosotros. Nosotros tuvimos un debate sobre si gobernar o no con el Partido Socialista y al final todos tuvimos claro que si gobernamos, gobernamos. Si vamos en serio, vamos en serio. Y eso quiere decir que asumimos todas las contradicciones, todos los problemas, que podremos hacer cosas mal, que nos van a dar duro… Pero que no vamos a hacer esto a medias. Gobernar implica asumir responsabilidades de gobierno y asumirlas en muchos ámbitos, las que puedan ser aparentemente más sencillas y más inocuas pero las más importantes también. Yo creo que eso forma parte del estilo de Podemos desde el principio. No nacimos para ser una fuerza política testimonial o subalterna, sino para intentar ganar. A veces lo conseguiremos, a veces no, haremos cosas bien y cosas mal, pero desde el principio nuestra mentalidad ha sido ganadora. Creo que esa es una de las cosas que explica también la caña que nos dan. Hemos sido y somos muy osados y muy descarados, y es lógico que quien lleva muchos años en esto diga: pero bueno, ¿qué os habéis creído? Seguramente, si no hubiésemos sido así, no estaríamos donde estamos.
Hablemos de Italia, ¿qué aprendió allí?
Estuve primero de Erasmus cuando estudiaba cuarto de Derecho. Ese viaje me cambió la vida, también políticamente. Podría decir que políticamente soy un italiano, en Italia hice mi cabeza para pensar la política. Después he estado muchas más veces para viajes más cortos, y en 2007 estuve seis meses redactando mi tesis doctoral en Florencia… El Erasmus lo hice en Bolonia. Era muy importante políticamente, con una histórica alcaldía del Partido Comunista prácticamente desde después de la Segunda Guerra Mundial… Bologna La Rossa, la capital de la Emilia Romagna… Esos lugares tan importantes para el desarrollo italiano. Allí aprendí muchísimo.
¿Conoció los centros sociales? ¿Leyó a Gramsci y a Agamben, a los que tanto cita?
Cuando llegué era militante de las Juventudes Comunistas, con todas sus cosas bonitas y sus encantos. Era una organización muy clásica, muy dogmática, y además no era muy habitual entre los cuadros de las juventudes tener una formación cultural amplia. Había excepciones, en aquella época conocí a Manolo Monereo, y desde entonces le empecé a admirar muchísimo. Italia era otro planeta. Cuando vi los centros sociales, cuando vi las librerías, cuando me empecé a adentrar en las historias de los movimientos sociales de los años 70… Se abrió otro mundo. Allí conocí a amigos con los que después he coincidido en Podemos: a Gemma Ubasart, que también estaba de Erasmus. Allí empezaron una serie de lecturas, aprendí un idioma que no tiene la misma utilidad que el inglés... Pero para la política saber italiano marca la diferencia. Poder leer Il Manifesto, La Repubblica, tener acceso a unos textos que solo están en italiano… Italia tuvo mucha influencia sobre algunas generaciones de activistas madrileños y de otros lugares, y seguramente tiene mucho que ver con la forma en la que se hizo Podemos.
¿Estaba en Génova cuando sucedió la masacre de la Escuela Díaz?
Estaba en el autobús volviendo a España, era uno de los portavoces del Movimiento de Resistencia Global de Madrid, y como hablaba italiano estuve en la avanzadilla. Fue un movimiento que analicé con muchísimo detalle en mi tesis doctoral. Hice una versión de la tesis, que es ‘Desobedientes’, que cuenta aquello con mucho detalle...
Un inciso. Willy Veleta quiere saber con quién va a ver el nuevo episodio de Juego de Tronos
Es un secreto que me voy a llevar a la tumba.
¿Con el Rey? ¿Con el Rey emérito?
No lo puedo decir. ¿Te imaginas? Los dos en un sofá tapados con una manta...
¿Usted cree que Jon Snow… sí o no? Sin hacer spoiler...
A mí me encantaría que sí. Leí en la prensa que tenía contrato, así que eso me hace soñar con que se salva, pero no tengo ni idea de lo que pasará.
Bloque 2. ¿CRISIS, QUÉ CRISIS?
"Nadie es imprescindible en Podemos, tampoco sobra nadie"
¿Hace cuánto tiempo que conoce a Íñigo Errejón?
Nos conocimos cuando yo empecé a estudiar la segunda carrera, en Políticas. Nos llevamos cinco años. Yo tendría 23 y él 18.
Él era un benjamín entonces.
En realidad nunca ha dejado de serlo...
Un lector pregunta si son conscientes del tirón social que tiene la dupla Pablo Iglesias-Errejón. Y añade: ¿Qué aporta cada uno a Podemos?
En Podemos todos aportamos y Podemos no se explica por una, dos o cuatro personalidades. Eso es importante. Incluso en una fuerza política como la nuestra en la que el liderazgo fue desde el principio un instrumento político imprescindible. Ahora hay una coralidad y una necesidad de recuperar el protagonismo de la gente que yo creo que nos debería hacer pensar que Podemos no es el resultado de una, de dos, de cuatro personalidades y de cómo se relacionan. En este caso Íñigo y yo hemos trabajado juntos muchísimos años y ha habido una compenetración intelectual enorme. Hemos hecho muchas cosas juntos, probablemente no haya nadie con quien yo haya firmado tantos artículos académicos como con Errejón. Aun así Podemos está por encima de mí, por encima de Íñigo y por encima de cualquier otro compañero.
¿Cómo definiría sus visiones políticas respectivas? Se dice que Errejón es más peronista, amante del populismo latinoamericano, y que usted sería más un comunista. ¿Responde a la realidad o es esquemático?
Son etiquetas que facilitan la literatura, la manera en que se puede construir un relato, las explicaciones de las cosas. En realidad la formación intelectual del primer grupo de personas de Podemos tiene que ver con una práctica colectiva en la que nos pudimos especializar en diferentes cosas y en la que hay una serie de elementos comunes que nos definen como grupo. Por una parte, el interés que todos teníamos en los fenómenos latinoamericanos, por otra parte nuestras experiencias militantes en movimientos sociales, colectivos de la izquierda radical, y a partir del 15M, a través de la discusión que introdujimos en La Tuerka, una reflexión muy coral en la que participamos muchos sobre las posibilidades de intervención política en España. Todo eso, marcado por nuestro trabajo. Asesoramos a IU, yo estuve después en Galicia con Alternativa Galega de Esquerda. Todas esas experiencias, unidas al hecho de que yo había conseguido abrirme un hueco en los medios de comunicación, nos permitieron lanzar una apuesta política, que fue Podemos. Las etiquetas que tratan de identificar ideológicamente a todos y situarnos para ver quién está más a la izquierda, quién es más moderado… Se producen porque facilita la lectura, el relato. Pero son demasiado esquemáticas para entender cómo pensamos. Lo mejor para entendernos es leer lo que producimos y lo que escribimos, los diálogos entre nosotros...
¿Cuántas almas hay en Podemos, cuáles son las corrientes? Comunistas, anticapitalistas, populistas, indignados del 15M, asociados a CEPS, cristianos de base…
Hay una multiplicidad de posiciones y de historias personales y de biografías, pero en Podemos, por suerte, de momento, no diría que hay diferentes corrientes o almas sino diferentes maneras de ver las cosas, en las que basculamos muchas veces nosotros mismos. Cualquiera que viera un debate en el Consejo Ciudadano o en la Ejecutiva vería cómo cualquiera de nosotros basculamos, en función de los temas y de la discusión concreta. Aunque es muy atractivo calificar con etiquetas y las categorías permiten hacer mapas que nos dan la impresión de entender mejor las cosas, sería muy difícil definir Podemos como una suma de familias políticas que se identifiquen con esas etiquetas. Creo que los elementos fundamentales de Podemos los compartimos todos y que luego en las cosas que podemos discrepar, no discrepamos como grupos organizados, sino como individuos; y eso es positivo.
¿Qué ha pasado en estas últimas semanas, qué balance hace de lo que ha ocurrido en el partido?
En política a veces hay que hacer cambios, mejoras. Esos cambios a veces son difíciles y tienen consecuencias difíciles o incluso desagradables. Pero son imprescindibles. A mí como secretario general me corresponde tomar una serie de decisiones. A veces son muy agradables, divertidas de tomar, y otras son difíciles y desagradables pero no menos necesarias para que vayamos haciendo las cosas mejor. En el caso de una política tan nueva, en una fuerza política en la que el cariño y el amor entre nosotros ha sido tan determinante, seguramente cualquier cambio, cualquier decisión difícil se acusa más. Pero eso forma parte de lo que somos y a mí me gusta que seamos así. Que a nosotros se nos note la tristeza cuando tomamos una decisión difícil en lugar de una sonrisa mal dada creo que habla bien de nosotros.
¿Diría que ha sido una crisis, una fractura, una implosión, una pre-refundación? ¿O un golpe de mano de la Secretaría General?
Diría que es un cambio que recoge una tendencia que es necesaria. Se lo decía a los secretarios de organización cuando hablaba con ellos, les decía que el modelo organizativo surgido de Vistalegre fue seguramente imprescindible para esa etapa pero que ahora toca abrir una etapa nueva, una etapa en la que necesitamos más protagonismo de los territorios, de los círculos, una etapa distinta a aquella en la que teníamos que construir un partido a toda velocidad y afrontar una serie interminable de procesos electorales que eran difíciles. Ahora ya somos otra cosa, estamos mucho más consolidados y creo que toca recuperar un tono organizativo distinto que apueste de manera inequívoca por el protagonismo de la gente y de los círculos. Por eso creo que si el Consejo Ciudadano tiene a bien respaldar la candidatura de Pablo Echenique para ser secretario de Organización, creo que él va a encarnar de manera perfecta ese cambio de tono.
Empleó un tono muy duro en el comunicado de la destitución de Sergio Pascual, en el que algunos han visto un tufo al viejo PCE. Quizá sus votantes echan de menos un poco de autocrítica. ¿Qué errores cree haber cometido desde el 20D? ¿Es consciente de haber cometido errores?
Seguramente sí. Cualquier error político que cometa la organización yo lo tengo que asumir como propio. La crítica y la autocrítica son fundamentales. Muchas veces nosotros, y yo en particular, no somos capaces de comunicar con eficacia. Eso implica un manejo de los tonos y de los registros con los que, a veces, acertamos, y con los que, otras, no acertamos. Eso está muy bien verlo, y cuando te das cuenta de que lo podíamos haber hecho mejor, pues tratar de mejorarlo.
Para ser concretos ¿está hablando de la cal viva y del beso a Pedro? Me refiero al tono...
No necesariamente... En los debates parlamentarios los tonos son duros. Hay que recordar las cosas que se nos dijeron a nosotros. Pero es verdad que muchas veces los tonos pausados y calmados son más eficaces que los tonos más duros. Eso es una cosa que también se va aprendiendo con el tiempo. No es menos cierto también que nosotros estamos donde estamos precisamente porque a veces supimos mantener un tono duro. Mientras el cinismo campaba a sus anchas en los discursos políticos, nosotros fuimos capaces de hablar políticamente del dolor. De decir que mientras estamos hablando aquí, hay gente que está sufriendo mucho, gente a la que están echando de sus casas y gente que lo está pasando muy mal. Pero la política también es el arte de la modulación, y la clave es saber encontrar en cada momento el tono que funciona mejor.
Ha dicho antes que tenía mucha complicidad con Errejón. En pasado. ¿Teme que acabe yéndose del partido?
No lo creo. Del mismo modo que nadie es imprescindible en Podemos, tampoco sobra nadie en Podemos. Estoy convencido de que todos, en este proceso y en este camino, seguiremos aportando lo mejor de nosotros mismos.
¿Qué errores ha cometido Errejón?
Yo creo que Íñigo lo ha hecho bastante bien. Es una magnífica cabeza, es un magnífico intelectual que además practica la política, es un intelectual útil, con el que ha habido una gran complicidad. Y estoy convencido de que la colaboración intelectual y política con Íñigo y con todos los demás compañeros, con Carolina Bescansa, Rafa Mayoral, Pablo Bustinduy… con todos los compañeros con los que trabajo va a continuar, porque además es un elemento imprescindible dentro de Podemos. La política también tiene fases, tiene épocas, y todos estamos madurando mucho: estas semanas en las que han ocurrido décadas, estos meses en los que ha pasado tanto tiempo en España, nos han hecho madurar. Lo que estamos viviendo son momentos de maduración que pueden tener sus puntos dolorosos pero creo que nos van a sacar mucho más fuertes y mucho más eficaces. Nosotros, al fin y al cabo, hemos tenido que hacer en dos años lo que otros han podido hacer en diez o en quince. Es lógico que eso implique ciertos momentos traumáticos, es normal.
Emmanuel Rodríguez ha escrito en Diagonal que los dimitidos del Consejo Ciudadano y otros errejonistas llevaban meses negociando con el PSOE y C’s una moción de censura contra el PP en la Comunidad de Madrid. ¿Usted lo supo?
Yo hablé con José Manuel López (líder de Podemos en la Asamblea de Madrid), que me transmitió esa posibilidad, y le dije que era, evidentemente, una posibilidad interesante, que era una cuestión enormemente importante que teníamos que debatir con calma, que de alguna manera revelaba una contradicción de Ciudadanos, que ante la posibilidad de un gobierno distinto en la Comunidad de Madrid daba la impresión de que prefiere al Partido Popular. Es una opción que hay que pensar y efectivamente sí me han transmitido que es algo a lo que estaban dando vueltas...
¿Y eso lo hizo un grupo afín a Errejón sin su conocimiento?
En ningún caso. De hecho, en el Parlamento no se funciona por grupos ni por corrientes. En todos los parlamentos se funciona orgánicamente como grupo parlamentario y evidentemente tienes que informar, y las decisiones las toma el Consejo Ciudadano, como no podría ser de otra manera.
Hablemos de las confluencias. Las relaciones con Galicia, Valencia y Catalunya no parecen demasiado fluidas...
Yo creo que en esos tres lugares el resultado electoral de los encuentros, que en cada sitio han tenido matices diferentes, han sido buenos. La unión de Podemos con otros actores políticos, tanto en Cataluña como en la Comunidad Valenciana como en Galicia ha producido resultados electorales espectaculares. En Cataluña, al igual que en Euskadi, donde íbamos solos, hemos sido la primera fuerza política, y en la Comunidad Valenciana y en Galicia, igual que en Madrid, en Canarias, en Navarra y en Baleares, donde íbamos solos, hemos sido segunda fuerza. Creo que las cosas van bastante bien y hay bastante satisfacción por parte de todos los actores respecto a cómo han funcionado esas confluencias, y estoy convencido de que se repetirán. Hay una relación en algunos casos de verdadera amistad, por ejemplo, con Yolanda Díez en Galicia, es amiga mía desde hace muchos años, políticamente nos entendemos muy bien, con Xosé Manuel Beiras me entiendo muy bien, con Mónica Oltra me entiendo de maravilla, así como con los compañeros catalanes... Creo que las cosas han funcionado muy bien.
Gerardo Tecé, desde Sevilla, le pregunta: Cataluña y Andalucía han sido tradicionalmente las grandes bolsas de votos que han llevado al PSOE al Gobierno estatal. Parece claro que son las mismas bolsas de votos que Podemos necesitaría para no ser acompañante, sino cabeza de cartel. En Cataluña las cosas les van bien, pero en Andalucía, que es el lugar donde el paro y la desigualdad pegan más fuerte, un lugar que teóricamente debiera ser terreno sembrado para Podemos, están muy, muy lejos del PSOE. Les doblaron en voto en las generales. ¿A qué se debe?
A la estructura social de España. Aun así, lo que nosotros hicimos en Andalucía es increíble, en las elecciones de marzo tuvimos más del 14% y en las elecciones generales, en torno al 17%, ¡en Andalucía! Es verdad que nuestro voto se ha concentrado, como históricamente el voto del cambio en España, en las grandes ciudades y las periferias, en zonas más industrializadas. Aun así, el resultado en Andalucía, para lo que es la estructura social de este país y de Andalucía, es impresionante. Es un desafío mejorarlos. Teresa Rodríguez tiene muy claros los pasos que tenemos que dar para seguir avanzando en Andalucía y ganar. El análisis de Gerardo es correcto: para el Partido Socialista fueron fundamentales esos dos bastiones simultáneamente, Zapatero no hubiera ganado sin contar los resultados en Cataluña y en Andalucía. En Cataluña parece que ahora la fuerza hegemónica somos nosotros y en Andalucía va a costar un poco más pero creo que estamos trabajando en la buena dirección.
Está usted entrando en la segunda parte de la entrevista a Pablo Iglesias, secretario general de Podemos.
En estos dos últimos bloques, Iglesias analiza de forma exhaustiva la situación política española y, más brevemente, la europea.
Durante la conversación, Iglesias muestra su cara más profesional, suave y constructiva. Vestido con piel de cordero, usa a menudo el latiguillo “yo creo que” para dar una imagen más dialogante y escapar de las reiteradas acusaciones --incluso internas-- de arrogancia. Afirma que la gran coalición sería un suicidio para el PSOE, y anima a los socialistas a volver a su programa electoral y a abandonar el "pacto de derechas" con Ciudadanos para formar un gobierno con Podemos, IU, Compromís y los votos favorables del PNV, incidiendo en que la abstención de los grupos catalanes, que el PSOE se niega en redondo a negociar, no supondría ningún deshonor o trauma.
Iglesias argumenta que, si el PSOE rectifica tres puntos clave de su acuerdo con C’s (reforma laboral, reforma fiscal, salario mínimo), Podemos no pondrá ningún obstáculo a que Pedro Sánchez sea presidente, y devolviéndole la anáfora de la investidura, añade que, si este quiere, puede haber un Gobierno progresista "la semana que viene”.
Al mismo tiempo, el líder del partido morado subraya que la presión que ha sufrido Sánchez por parte de su partido y de los poderes financieros es "asfixiante", y reitera la idea de que esos poderes no dejarán que el PSOE pacte con Podemos. Pero descarta que su partido se plantee abstenerse in extremis para dejar gobernar en minoría al PSOE con C's: "Cuando una fuerza política con 5,3 millones de votos le dice a otra con 5 millones, en una situación en la que podrían gobernar juntos perfectamente, 'no, usted pase a la oposición, que va a influir mucho…'. Pues lo mismo podríamos decir nosotros: pasen ustedes a la oposición e influyan".
Sobre Europa, cuenta que mantienen contactos con diversas fuerzas de izquierda (Bloco de Esquerda, PS belga, disidentes del PS francés, Mélenchon...) para forjar alianzas capaces de modular la política económica de la UE. Su idea es que "hay que construir un nuevo espacio con los sectores de la socialdemocracia que quieren recuperar los estados del bienestar en Europa".
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